Imobilidade Social
Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, milhões todos os finais de semana para assistir futebol nos estádios, e outros tantos no carnaval, entretanto,
não se mobiliza contra a corrupção.
Acorda BRASIL! Acordem Brasileiros!
Leia excelente texto de Carlos Vereza: "O País das marchas" acessando http://culturarteen.blogspot.com/2011/08/o-pais-das-marchas.html

domingo, 15 de janeiro de 2012

NAUFRÁGIO NA ITÁLIA. 53 BRASILEIROS À BORDO. TODOS SALVOS.

Fiumicino (Itália), 14 jan (EFE).- Mais de cem turistas espanhóis e latino-americanos que estavam no cruzeiro que naufragou na costa da Toscana, na Itália, denunciaram neste sábado que os responsáveis pela embarcação mentiram o tempo todo sobre o que realmente estava acontecendo.
Até o momento, o número de mortos é de três pessoas, dois turistas franceses e um peruano membro da tripulação. Setenta pessoas ainda estão desaparecidas. Parte dos 177 espanhóis e 107 latino-americanos que estavam a bordo estão nesse momento no hotel Hilton, próximo ao principal aeroporto de Roma.

Nos corredores do hotel, os passageiros contaram o que se passou no cruzeiro.

"Foi o próprio Titanic. No momento em que deixamos o navio, nas balsas, outras vinham sobre nós. Por sorte, não tombamos", disse à Agência Efe um turista espanhol.

"A tripulação não tinha nem ideia de como retirar todo mundo do navio e o capitão mentiu. Até o último minuto ele disse que estava tudo sob controle e que o problema era uma pane elétrica", reclama a chilena Claudia Fehlandt.

"Foi traumático. Desde o início nos demos conta de que era grave, mas nos diziam que tudo estava controlado, que era apenas uma avaria no gerador. Estávamos jantando no restaurante quando sentimos um golpe e nos disseram, inclusive, que voltássemos para nossos camarotes", explica Vivian Parra, uma chilena que viajava no cruzeiro com seu marido, seu filho e seu sogro.

Os passageiros também denunciam que a tripulação não agiu corretamente na hora de evacuar os passageiros, pois tentaram sair antes de todos, sem dar informações aos viajantes.

"Não existiu aquilo de mulheres, idosos e crianças primeiro. Eu, que tenho 70 anos, tive que descer me agarrando a cabos", afirmou a espanhola María Carmen Ramón.

A empresa responsável pelo cruzeiro disse à Agência Efe que pretende fretar um voo para levar os passageiros para seus países, mas por enquanto o máximo que eles podem fazer é entrar na lista de espera de alguma companhia aérea. EFE