Imobilidade Social
Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, milhões todos os finais de semana para assistir futebol nos estádios, e outros tantos no carnaval, entretanto,
não se mobiliza contra a corrupção.
Acorda BRASIL! Acordem Brasileiros!
Leia excelente texto de Carlos Vereza: "O País das marchas" acessando http://culturarteen.blogspot.com/2011/08/o-pais-das-marchas.html

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PÓLO NÁVAL DE JACONÉ

Prefeitura chama o POLO NAVAL DE JACONÉ de Terminal Ponta Negra e dá nota oficial duvidosa, informando que a população estaria apoiando tal iniciativa. O fato na verdade é contraditório e várias entidades já estão entrando na justiça para anular o ato ilícito. Sociedade pede que os atos sigam os ritos processuais.
Movimento Luto Por Maricá confirmou terceira reunião do Pólo Naval junto com associações de Maricá e Saquarema para o dia 09 de fevereiro às 19 horas na sede social do ESPORTE CLUBE MARICÁ.
Confira abaixo a nota oficial gerada pela empresa de comunicação contratada pela prefeitura:

Prefeitura de Maricá viabiliza Pólo Naval de Jaconé

A implantação do complexo portuário dos Terminais Ponta Negra (TPN), anunciado recentemente, irá mudar o papel de Maricá no cenário nacional, com a integração da cidade às atividades do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O empreendimento, também conhecido como Porto do Pré-Sal, conta com o apoio da Prefeitura, que está tomando as medidas necessárias para a viabilização do projeto e acompanhando as exigências para a segurança ambiental da iniciativa.

Ciente da importância do porto para a região (a estimativa é que sejam gerados 9 mil empregos diretos e indiretos durante a construção, passando a 12 mil após a conclusão das obras, em 2015), a prefeitura também planeja ações para reforçar a qualificação de mão de obra local para trabalhar no setor.

Por sua posição geográfica, a cidade de Maricá é estratégica para o Comperj e, com a instalação do TPN, passará a contar também com uma atividade econômica independente, capaz de transformar o município tanto quanto o complexo petroquímico fará com a vizinha Itaboraí.

O apoio da prefeitura e o endosso da população de Maricá ao porto começaram com a aprovação, pela Câmara Municipal em dezembro último, de uma alteração no zoneamento urbano do município, inserindo uma área industrial no plano destinado á região da praia de Jaconé.

A partir dessa mudança, a DTA Engenharia – responsável pelo empreendimento – pode começar a trabalhar efetivamente no desenvolvimento do complexo, a ser instalado em uma área de 5,6 milhões de metros quadrados onde funcionaria um clube de golfe e sem restrições ambientais.

Para o prefeito Washington Quaquá (PT), o empreendimento também vai viabilizar outra vocação de Maricá, a atividade turística. Além da compensação ambiental já incluída no próprio TPN – a destinação de uma área de 3,6 milhões de metros quadrados para a criação de uma reserva de preservação – a cidade receberá a bela região de Ponta Negra transformada em área turística, incluindo a construção de uma marina, de hotéis e de um resort.

“Nossa meta é combinar turismo e desenvolvimento. As duas atividades não são conflitantes, basta ter planejamento e é nisso que a Prefeitura de Maricá está trabalhando”, afirma o prefeito.

Além dessas ações, o município tem um grupo de trabalho unindo várias secretarias para acompanhar o projeto e preparar a cidade para lidar com essa nova realidade – da necessidade de preparar mão de obra qualificada à preparação da infraestrutura local para a movimentação econômica gerada pelas atividades do porto.

Outras iniciativas já em andamento, como a modernização da gestão administrativa com financiamento do BNDES, a cobertura de 100% do município com internet wireless pública e gratuita e o investimento na educação digital integram, indiretamente, o conjunto de ações do Executivo no sentido de assimilar e transformar em benefícios concretos os impactos do TPN. Orçado em R$ 5,4 bilhões, o TPN prevê porto, área de apoio offshore, depósito de minérios e tancagem de granéis líquidos.

Estima-se que o Terminal de Ponta Negra receberá 850 mil barris de petróleo por dia, o equivalente a 40% da produção nacional. A prefeitura de Maricá obteve da DTA Engenharia a confirmação de que será implantada ali uma nova tecnologia para evitar vazamentos: trata-se de uma cortina submersa que, ao subir, isola a área do porto, protegendo o mar e as praias da cidade.

Rafael Zarôr
FSB COMUNICAÇÕES