PORQUE NÃO EM ANGRA? PORQUE EM JACONÉ? ESTRATÉGIA POLÍTICA MACABRA EM ANO ELEITORAL!
Dia 07 de novembro de 2011, houve a audiência pública referente ás obras de ampliação do terminal portuário de Angra dos Reis. Procurei por toda página do INEA e não encontrei o parecer CECA sobre esta audiência, assim como os atos da diretoria de deferimento ou indeferimentos desta solicitação de licença. Apesar de em várias matérias jornalísticas o Carlos Minc ser enfático em seu posicionamento de que Angra está descartada com vistas a este empreendimento, o INEA afirma ainda estar em fase de licenciamento prévio.
Deveríamos ter sempre em mente que a TEBIG - Terminal da Baía da Ilha Grande – que existe há 35 anos, significa para Angra dos Reis R$ 150 milhões em repasse de ICMS, além de que a ampliação do terminal teria um valor de R$ 2 bilhões, bem menor que a construção de um novo em Jaconé (Maricá/RJ) ou em Sepetiba (Itaguaí/RJ). Assim como, além de ser uma área afastada, ambientalmente no que tange á construção, e por ser uma ampliação do que já existe, os impactos serão significativamente menores comparados com áreas virgens como Jaconé em processo já aprovado de ser patrimônio natural da humanidade pelo SIGEP.
Além dos aspectos ambientais em Angra serem bem menores, se a TEBIG não tiver esta ampliação, o impacto sócio econômico desestabilizará toda aquela região. Haverá uma legião de desempregados perambulando pelo município, esvaziamento de negócios tradicionais ou emergentes, entre outros. Neste ano onde sediamos a Rio+20, acho de péssimo gosto provocar as Cidades Insustentáveis! O Sr. Secretário Carlos Minc precisa ter em mente, por mais intransigente que seja, que as obras necessárias para o empreendimento em Angra significam um custo muito menor, impacto reduzido ao ambiente, mas principalmente à comunidade local, que pouco mudará sua rotina e vive uma realidade hoje da indústria naval.
Por outro lado, em Maricá será exatamente ao contrário, para o tal polo naval de Jaconé que compreende um sistema de pelo menos cinco estaleiros, um porto e estação ferroviária de minério, além de oleodutos e gasodutos, haverá maior custo, impactará negativamente no aspecto ambiental da região, mas principalmente contribuirá para o desastre social de toda esta região, que inclusive concorre com outros empreendimentos de ordem imobiliária (pelo menos dois – Fazenda Bom Jardim e Nova Vida Maricá) de grande monta urbana (novos bairros com aproximadamente 40 mil habitantes cada).
Os empregos gerados por este megaempreendimento conforme as matérias veiculadas nos jornais são de 30% voltados para a companhia Petrobras, que até então são efetivados por concurso e 70% para empresas estrangeiras, isto é, não garantirá empregos para os Maricaenses ou dos municípios vizinhos, assim como não agregará valor nem monetário e muito menos social. Hoje vivemos a “Corrida do Ouro (negro)” que os EUA viveram nos anos de 1800 no Alasca, e da mesma forma virão com os aventureiros de baixa renda, os prostíbulos ligados ás milícias e acima de tudo a desorganização social por conta da falta de infraestrutura negligenciada por sucessivos governos patéticos e amadores!
O Prefeito de Maricá fala em quatro mil empregos diretos, certamente para pessoas capacitadas, o que não é o caso vigente, e quinze mil indiretos, este ultimo até acredito, pois gera subempregos, entre operários comuns, a prostituição certamente eclodirá nas proporções do seu público majoritário feminino, desagregando a base da pirâmide. Falar de sustentabilidade está diretamente na contramão da civilidade que se pretende com a mudança de vocação de uma área predominantemente turística para a industrial de petróleo e naval. Em contrapartida, tenta-se descaracterizar uma área já consolidada com ambas as vocações, Angra dos Reis, até por imposição das mesmas, ainda que sabidamente em tempos e épocas diferentes, de seu modus vivendi, acenando com uma utopia de prosperidade após a perda do ganha pão!
Uma coisa que chama a atenção em relação a Angra, e não tenhamos dúvida que acontecerá onde este empreendimento se instalará, é que depois de 35 anos de serviços prestados, que podemos considerar como uma união estável, o Estado quer descartar esta cidade comprometida hoje pelos árduos anos de investimento pessoal de seus moradores e trocar por uma mais “novinha”, como é o caso de Maricá neste novo negócio. É como descartar a velha esposa e companheira de uma vida, por duas de 18 ou 20 anos para atender melhor ás sua necessidades.
No futuro próximo não será diferente em Jaconé, e perderemos aquilo que ainda temos como sendo a natureza em franca expansão e veremos um Porto, 5 estaleiros, uma linha férrea de minério, oleoduto, gasoduto, que vai acabar com todo o costão, as Beach Rocks, a areia, a prática do surf e daqui a alguns anos, arranjarão um novo espaço em outro município ou estado efetivamente o ditado que cita que “ficaremos somente a ver navios”, nunca será tão apropriado, como está sendo agora para Angra, pois parece que somente os verá ao longe no horizonte a partir de um determinado momento. Os impactos sociais e ambientais são tão grandes que não podem ter uma vida de 30 anos, ou 40, devem ser permanentes.
Na verdade acho que além da união que já está consolidada entre os municípios de Maricá, Saquarema e Niterói, deveriam ser incluídos Angra, Itaguaí e outros afins. Necessita-se hoje de uma audiência que discuta as viabilidades técnicas dos empreendimentos como um todo, inclusive para os colaterais e indiretos por mais distantes que sejam, já que sofrerão migrações, e cabe tão somente a estes Municípios decidirem o futuro do progresso que lhes são impostos. Lembrando sempre que Progresso e Prosperidade não caminham juntos na maioria das vezes e são coisas bastantes distintas. A articulação do Secretário Minc e da Sra. Marilene ousarem decidir e impor suas vontades vai contra todos os princípios de gestão participativa e principalmente da garantia constitucional da democracia e liberdade de escolha.
Os conselhos, comitês, até as audiências públicas se tornam desnecessárias pela simples forma autoritária de decidir nossas vidas, e em ambos os casos estes organismos e a própria população destas localidades ficam reféns das situações, até quando inclusive fica visível a prática de lavagem de dinheiro como vemos nas obras para a Copa do Mundo de 2014. Orçamentos iniciais que predizem valores consideráveis e acabam por se tornar estratosféricos por toda a movimentação feita para que as obras sejam atrasadas e injetados novos recursos em caráter de emergência para o cumprimento dos prazos sem licitação e justificativa de gastos. Este é o nosso Brasil, mas é o Brasil que queremos?
Pensando desta forma e no melhor sentido de termos mais visibilidade e força de atuação, devemos nos organizar fazer corpo presente na Rio+20, e mostrar a insustentabilidade administrativa em que vivemos. Alguém precisa chegar na frente destes pseudos-ambientalistas, hoje administradores do caos e militantes de causas perdidas e se não estão em estado de insanidade, até porque em sua maioria acabam por se descartar de seus ideais quando conseguem atingir os objetivos pessoais, esquecendo os verdadeiros motivos que os levou a ocuparem lugares de destaque em assuntos tão importantes. Deveriam estes indivíduos, homens ou mulheres, se envergonhar destas atitudes obscenas, pois não envergonham apenas a si mesmos e aos órgãos que representam, mas também seus amigos, famílias e a própria nação!
A falta de caráter jamais será desculpa para a incapacidade de conduzir de forma lúcida e ética os desejos de seus semelhantes, mas uma coisa é certa, especular este assunto em ano eleitoral é a pior das imoralidades entre todas as indecências que vem acontecendo em várias cidades, principalmente em Maricá, que se tornou a latrina do COMPERJ, uma vez que ignora o nosso apelo mesmo depois de terem sido confrontados na audiência pública, lição esta que jamais esquecerão. Naquele momento para quem estava lá ou pode assistir onde está disponível on-line, ficou evidente o exercício da cidadania em todo o seu esplendor e melhor forma, ainda assim fomos preteridos em nossos argumentos, mesmo com as visíveis desculpas dos representantes do empreendedor, a Petrobras, pela forma como nos apresentaram um EIA/RIMA copiado e colado de outro município.
A imoralidade destes atos e de toda esta situação não está em nós moradores que buscamos a cada dia uma melhor qualidade de vida sem atrapalhar o progresso, pois não somos de forma alguma contra ele, mas pelo dano que podemos ocasionar a nós mesmos e de forma mais grave aos queridos municípios vizinhos, que tão somente querem perpetuar de forma digna o seu modo de vida. Pecaremos por nos tornarmos tudo aquilo que combatemos se neste momento não juntarmos forças e impusermos da mesma forma de nos enfiam goela a baixo os projetos indecentes e fantasiosos que nos apresentam, acabaremos por nos tornamos a vizinhança indesejável, e ainda que saibamos que “vizinhos não se escolhem” podemos ao menos tentar criar o máximo de compatibilidades possíveis.
Todos evitam enxergar que para Maricá será a favelização e a desordem urbana, porque o valor financeiro envolvido cega aqueles que pretendem ou se já não conseguiram o enriquecimento fácil ou ilícito, diante de todos os impactos ambientais e sociais que serão gerados. Pensem que algum momento vamos ouvir que a construção do terminal de Ponta Negra em Maricá não terá relação com a ampliação do TEBIG em Angra, mas cada vez mais podemos ter a certeza de que para certos empreendimentos devem haver consultas diferenciadas, e este é um caso, pois se fizerem em Maricá, Angra passará por maus bocados, se fizerem em Angra todas as comunidades sobrevivem, mas não haverá dinheiro para campanhas. O impacto de vizinhança se dará não por fronteira e sim por segmento.
A exploração do petróleo tem validade, os governos têm seus tempos de gestão, mas as cidades, as vidas e os ambientes devem continuar a existir independente desta loucura econômica. No Brasil hoje fazer portos, é igual como á alguns anos quando em todas as esquinas se abriam farmácias, muitas lado a lado, acabando por falir um nicho de mercado ou ponto de venda promissor dado a banalidade com que se propagavam. O Brasil deve rever se há mercado para tantos e por quanto tempo, mas acima de tudo utilizar a melhor maneira a favor da população que é o seu maior cliente, além de patrão. Não devemos confundir os papéis de forma alguma.
Eu sou Ana Paula de Carvalho, uma Brasileira que não pensa em desistir, junte-se a nós nesta luta!
PREOCUPAÇÃO COMUNITÁRIA
A preocupação comunitária que hoje se apresenta em muitas cidades e também aqui em Maricá deve ser considerada, diante a consciência da sociedade civil que vem se organizando (em movimentos entre outros), que suas decisões não só afetam o seu entorno como apresentam tendências daquilo que verificam necessário ao coletivo. Liderando, constituindo e participando dos processos de informação e sensibilização para toda a comunidade e vizinhança, de modo a resguardar os direitos e garantir os deveres de cada morador, inclusive levantando idéias, alternativas, soluções para resoluções de problemas comuns.
É notório o dever de reconhecermos que estes esforços de uma coletividade de forma solidária e democrática para o engajamento popular é importante em toda e qualquer crise, onde cada membro é de significância aos movimentos por reunir diversidades em sua organização, articulação e também sua projeção social, além de adquirir experiência, ter facilidade de mobilização e acima de tudo jamais desprezando a bagagem cultural trazida e apresentada por cada cidadão.
Cada movimento, onde existe este tipo de participação comunitária deve ser ouvido com muita atenção, pois desenvolve um pensamento próprio, traça perspectivas de prosperidades diante a experiência de seus participantes, e acima de tudo um senso crítico comum através da racionalização de todos os posicionamentos individuais semelhantes. Tornam mais fortes sempre que se inserem na lutas pelo objetivo, com vistas á equidade social e novas/outras alternativas.
Por isto a necessidade de ouvir estas vozes, seguir esses parâmetros, analisar suas palavras de ordem e só assim saberemos como convergir todos estes esforços a favor da sua proposta de trabalho, caso queira ser um representante destes diversos universos de diferenças e fazer um trabalho para os seus clientes. É assim que um governante tem que ver estes avisos em todos os momentos, informações declaradas em outros, mas principalmente como ameaça de não ser reconhecido, pois temos que tratar com muita sabedoria, respeito e assim como humildade tudo que nos rodeia e nos oferece sustento, neste caso a sociedade como um todo.
Este valor, que deve ser quase um temor aos líderes, deve ser resgatado em sua conduta, pois este hoje é o grande elemento que vem mobilizando milhares de pessoas no mundo! Não só aqui no Brasil, Rio de Janeiro ou Maricá.
A reciprocidade da moral urge em cada um de nós, mas mais ainda naqueles líderes que se consideram semideuses não existem deuses sem fiéis, não existem líderes sem seguidores. Portanto aquele que hoje tiver uma visão integradora destes pensamentos e humildade para se permitir a enxergar que sem isto não terá apoio, começa a trilhar o caminho possível para uma representação democrática de direito daquela sociedade.
Este é uns dos princípios básicos atuais, entre tantos outros, e a buscarmos como referência em nossos gestores, o mundo vem borbulhando por mudanças e aqui não será diferente, que os políticos se modernizem nas tendências!
Não precisamos de heróis perfeitos e egocêntricos, necessitamos de líderes íntegros e servis!
Ana Paula de Carvalho, Brasileira e membro do movimento LUTO por Maricá.
Uma guerra assimétrica
Uma guerra assimétrica acontecerá sempre que houver uma diferença considerável de forças entre dois ou mais oponentes, que lutam pelo mesmo ideal ou que tem pontos de vista diferentes sobre o mesmo assunto. Este é um dos principais motivos pelo qual o mundo inteiro hoje não fala apenas o alemão ou japonês, na segunda guerra mundial o chamado “Eixo” composto pelas capitais que estavam no mesmo paralelo, Roma, Berlim e Tóquio declaram guerra ao mundo livre e poderiam ter obtido sucesso se os japoneses tivessem atacados a costa leste da Rússia e não Pearl Harbour, conforme o plano original, desta forma as tropas nazistas da Wermacht não teriam sido detidas pelo exército vermelho, que estaria defendendo o litoral e pelo inverno Europeu na chegada a Moscou devido á forte resistência encontrada, exatamente como havia acontecido na era Napoleônica, um exemplo clássico da repetição da história em épocas diferentes.
A guerra citada acima pode ser considerada simétrica, porque mesmo envolvendo exércitos diferentes possuía um equilíbrio de forças, de tal forma que as ocupações eram medidas palmo a palmo ao custo de muitas vidas. Esta mudança só deixou de ser equilibrada quando se fez uso de uma nova arma e tecnologia, a bomba H e desde então, o mundo continua como sempre foi nos primórdios da humanidade, com o livre arbítrio se assim podemos dizer. Comecei falando um pouco de história da humanidade, para poder evidenciar que este tipo de confronto é mais comum do que percebemos e que especificamente na política é mais clássico do que se imagina.
Fazendo um comparativo sobre as futuras eleições para Maricá em 2012 e com a proximidade dos prazos para candidaturas é preciso que se note que uma disputa apenas entre indivíduos Y não apresenta diferenciais por terem outra nomenclatura, mas por serem iguais entre si. Passa a ser um jogo de cartas marcadas, sem que se note algo que nos leve a uma decisão de melhor escolha, pois estes utilizarão apenas o poder do dinheiro e da dissimulação para atingirem os próprios objetivos. Como desequilibrar, então de forma eficiente, essa fórmula que vem sendo aplicada com sucesso para os atores principais, mas muito deficiente para o restante da platéia, que assiste atônita o desenrolar da peça de teatro tantas vezes encenada variando de tragédia a comédia pastelão?
Vejo uma necessidade urgente de mudar esse necessário e para isso a disputa precisará ser entre elementos X e Y, onde podemos atribuir X ás candidatas femininas e Y aos masculinos. Um possível confrontamento entre candidatos ao executivo e legislativo de ambos os sexos, certamente gerará um desequilíbrio quantitativo, pois não poderá ser medido, uma vez que não existem parâmetros anteriores significativos ou referencias estatísticas comparativas.
O que se sugere, no entanto, para que se possa disputar em pé de igualdade ou em nível superior é que as candidatas preferencialmente tenham um perfil de aceitação pública bastante evidente, que estas estejam em sintonia como os problemas locais de formas abrangentes e engajadas nas lutas do município e o vejam como um único organismo. O discurso de que as pessoas que lutam acirradamente não têm pretensões políticas ou por motivos pessoais, acham que não devem se envolver a este nível é no mínimo equivocado, porque é preciso ter o entendimento que se não forem estas a tentarem mudar aquilo que combatemos incessantemente, ninguém mais o fará, pois regularmente são dissuadidas de forma muito incisiva até pelas pessoas mais próximas.
O cenário só poderá ter um revés se apoiarmos um contingente significativo de mulheres para arrumar a casa, já que os homens se mostram seguidamente incapazes de fazê-lo. Não podemos e não devemos subestimar o poder que exercemos dentro e fora do lar e desta forma. Mostramos daquilo que somos capazes além de gerar filhos, educá-los e sair ás ruas para protestar contra a imoralidade da política e o descaso dos governantes, só podemos virar o jogo se o desequilibramos através da nossa presença de forma incisiva e capaz. A coisa que os políticos de hoje mais temem é não poderem competir com os seus adversários quando estes não puderem ser medidos quantitativamente ou qualitativamente, portanto é chegada a hora de deixarmos de lado pré-conceitos e encararmos de forma objetiva a política, ou seremos sempre escravos dela e dos seus dominadores.
Numa guerra assimétrica um dos lados não tem todas as armas e recursos que o outro, mas tem a força e garra de lutá-la todos os dias, acabando por vencer seu inimigo por estratégia, inteligência e acima de tudo perseverança.
Ana Paula de Carvalho, Membro do Movimento LUTO por Maricá
Itaboraí nem tão longe, nem tão perto!
Preciso ir até Itaboraí e tão logo o dia começa faço os preparativos para fazer esta viagem. Que de qualquer maneira, despretensiosa, necessita de certo planejamento devido ás vias que precisarei cruzar, os buracos que terei que desviar e ainda pensa que se voltar tarde da noite por algum contratempo, precisarei também de iluminação, o que será muito mais difícil se não tiver faróis potentes o suficiente que me iluminem o caminho de casa em segurança.
Me aproximo do município de Itaboraí, e reparo que algumas moças jovens distribuem ao longo da via de acesso panfletos, muito provavelmente de empreendimentos imobiliários, tais quais aqueles que surgirão onde resido em Maricá. O COMPERJ para Itaboraí soa para aquela população com um suspiro de renovação, já que se tornará um importante pólo petroquímico de interesse nacional, e talvez único no gênero. Afinal, faz tempo que o estado do Rio de Janeiro, na pessoa dos seus municípios, carece de investimentos pois não dispomos de outra atividade que não seja um turismo incipiente e agriculturas monoteístas de pouca notoriedade.
Olhando mais atentamente o panfleto recebido percebo que se trata de propaganda de hotéis e pousadas, com descontos para acompanhantes em horários diurnos, o que me causou certa estranheza, mas olhando mais atentamente e não sendo o público alvo da propaganda, vejo pelo pára-brisa que algumas das meninas, outras nem tão jovens suspendem ligeiramente a saia, já curta, na janela do motorista, ou levantam a blusa mostrando na verdade o produto que estão vendendo. Algumas permanecem no ponto, enquanto outras entram nos carros, com um sorriso que não consegui definir se era de contentamento ou de gratidão.
Esta história acontece todos os dias por todas as vias de acesso a Itaboraí, o índice de prostituição tem crescido aceleradamente, pela falta de oportunidade deste conhecido município de baixa renda e periférico. Não existe menosprezo nesta narrativa, apenas a evidencia que a falta de preparo dos municípios laterais e colaterais sofrerá diretamente o mesmo impacto. Isso se deve ao fato, da oferta ser menor que a procura o que barateia o valor do serviço. Que a prostituição é um fato, todos sabemos, ainda que não aceitemos isso prontamente, porém a falta de planejamento ocupacional, inclusive por empreendimentos que supostamente trarão progresso, não é uma certeza de qualidade de vida.
Maricá, se não planejar seus empreendimentos de qualquer natureza, terá que combater, de forma muito austera, a tendência crescente de facilidades que os canteiros de obras trarão de população masculina e impessoalmente descompromissada, ao mesmo tempo deve atentar que sua maior população é de caráter feminino. Se nada for feito, o índice de DSTs se propagará como uma praga, da mesma forma em que a população urbana aumentará, sem que haja um aumento de arrecadação, pois esta será diretamente proporcional ao aumento de renda e não ao contrário.
Passaremos de um problema social para um de saúde pública, com agravante a econômico, acabando por colapsar de forma incisiva toda a localidade e o próprio município. Não estarmos atentos a este tipo de intervenção é no mínimo negligente, e se pretendemos em algum momento participar de forma efetiva na condução do processo democrático em Maricá, este certamente é um assunto de pauta a ser discutido em qualquer reunião!
Atenciosamente,
Ana Paula de Carvalho, membro do Movimento LUTO por Maricá e demais Pró-Maricá

Sempre precisaremos de dignidade como povo e identidade como população. O que nos difere das demais espécies é justamente o poder que temos de escolhas, e por esse mesmo motivo não podemos achar que somos únicos, como também não o somos em relação ao mundo que nos cerca. A humildade de entender que, quando convidados através da votação para exercer a paternidade como referência de uma determinada coletividade é o grau máximo de reconhecimento que podemos ter, porem quando através desse mesmo artifício nos tornamos de tal forma inacessíveis que quase tendemos ao referencial sobrenatural, ou seja, como se na verdade não existíssemos fisicamente porque não somos visíveis a olho nu nas festas de comemorações, no prestígio dos eventos locais e outros, passamos a impressão de que estamos a bem da verdade competindo com Deus na sua supremacia e onipotência. O que é um equivoco de ideologias.
Precisamos hoje e sempre de escolas primarias em que os pais possam deixar seus filhos e irem para a labuta diária sem se preocuparem com o bem estar dos seus entes queridos e mais preciosos, pois estes estarão assegurados por profissionais competentes em suas funções. Para tal os profissionais de educação necessitam do devido reconhecimento de que o trabalho que fazem tem importância educativa e o retorno financeiro adequado. O prestígio de quem nos ensina as primeiras palavras e a “Caminhar pelo Mundo como se Este nos Pertencesse”, não deve ser menosprezado por pessoas inaptas á ocuparem cargos de posições estratégicas, simplesmente porque são simpatizantes desta ou aquela legenda. Isso é uma decisão apartidária, que tem como única finalidade colocar as pessoas Habilitadas, Qualificadas e acima de tudo responsáveis nos lugares adequados.
Não precisamos ter muita visão, para sabermos que a saúde depende diretamente dos recursos públicos, e quando estes são desviados para campanhas ou segmentos que não estão diretamente ligados há qualidade de vida do cidadão, temos um desvio de conduta que não condiz com a normalidade de caráter pelo qual nós elegemos os nossos representantes. O individuo esquece regularmente que existe uma Constituição, que rege o “Modus Vivendi”, “ Modo de Vida” de todos nós, e quando viramos as costas para a Carta Magna que nos direciona para a prosperidade, deixamos que corruptos de todas as idades, nomes e conceitos nos escravizem através de suas atitudes vis e negociatas escusas. Por esse motivo, estamos sendo dizimados em massa, tais quais os campos de concentração, sem a devida repercussão jornalística.
Necessitamos de escolas adequadas, separadas inclusive por segmentos educacionais com qualidade e agregando valores de todos os tipos, para que sejamos um diferencial e não mais um dado nas estatísticas educacionais. Precisamos de hospitais distritais, além de pelo menos um hospital geral para sermos referência em saúde local. Queremos regularidade e seriedade no que diz respeito ás questões de saúde pública, no que tange á coleta de lixo e seus resíduos, temos que acabar com as endemias de vetores propagadas pelo descaso pelo qual passamos hoje e a certeza de quem nos governam nem atenta para tal, por estarem tão acostumados há imundice em que vivem.
Queremos acima de tudo o respeito com o qual nos propuseram, em algum momento na aspiração de nascermos livres e com opiniões individuais ainda que plurais! Devemos nos lembrar a cada dia que a liberdade só tem valor para aqueles que vivem em cativeiro de algum modo, por isso talvez não estejamos dando o devido valor àquilo que temos! Levante-se e olhe veja ao seu redor, estenda uma mão amiga e pergunte se “Posso Fazer Mais?” ou “Eu Posso Fazer Melhor!”. Não deixe que os dissabores da vida o desviem dos seus objetivos e ao contrário do dito popular “Viva Cada Dia Como Se Fosse o Primeiro e Não o Último!
Ana Paula de Carvalho, Lutando por Dias Melhores e acima de tudo Fazendo Ainda Muito Barulho!!!
QUEM É ANA PAULA?
Veja quem é essa grande profissional ambientalista, amante de Maricá e grande esclarecodra de assuntos pertinentes ao nosso município. Abaixo de sua apresentação, você encontrará diversos textos seus.
Divirta-se, boa leitura e aproveite para pensar e refletir nos temas abordados.
Vida Profissional: Formada pela Universidade Veiga de Almeida em Engenharia Civil com curso de especialização em Engenharia de Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP).Em 1994 fui convidada para trabalhar na COMLURB, onde desempenhei diversas funções de chefia desenvolvendo trabalhos como:
• Elaboração de Programa Permanente de Educação Social e Civismo, e respectivo material didático voltado a diversos públicos diferentes.
• Elaboração do sistema, seleção, treinamento e Implantação da Fiscalização das Posturas Municipais
• Elaboração e implantação de programas de conscientização. (Teatro, Coral, Pegando de Surpresa entre outros)
• Gerenciamento do desenvolvimento de Projeto de Casa de Apoio para Adulto Carente com 2º. Diagnóstico em Câncer.
• Implantação e Capacitação de Equipe para Elaboração de Trabalho de Responsabilidade Social e implementação do mesmo.
• Implantação e fiscalização da Operação dos Serviços de Coleta Terceirizados, auditoria externa inclusive fiscal.
• Desenvolvimento de projeto educacional e treinamentos para a prática de projetos de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL), Redução de emissão de gases, Biogás.
• Desenvolvimento, implantação de Programa de Visitação nas estruturas da empresa, como aterro, cooperativas, laboratórios entre outras.
• Desenvolvimento, implantação e implementação de colônia de férias educativa na empresa dentro do Programa de Colônia de Férias da Prefeitura.
• Implantação de programa de qualidade.
• Implantação e fiscalização da operação dos serviços de coleta terceirizados e de grandes geradores.
• Implantação e prática de critérios de excelência em Gestão, desempenho e aumento da competitividade.
• Implantação e implementação de critérios para avaliação do desempenho e diagnóstico organizacional.
• Treinamento de catadores em CSR (Central de Separação de Recicláveis) para o processo de separação de resíduos.
• Implantação dos Serviços de Sócio-Educacional.
• Planejamento, Implementação e Reciclagem pessoal de Treinamento a Trabalhadores Comunitários de Limpeza Urbana em mais de 1500 favelas do Rio além de comunidades.
• Membro Titular do Conselho Municipal de Meio Ambiente.
• Membro Executivo do Fórum 21 e membro para implantação da Agenda 21 Rio.
• Comitê Ar Limpo na Bacia Aérea III da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
• Representação junto à Clean Air Iniciative Workshop, Rio de Janeiro (dec 1-3, 1999).
• Representação da Companhia junto ao Conselho Municipal das Águas, entre outras.
Por 2 mandatos consecutivos fui eleita diretora na ABES Rio (associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), e na atual gestão participo no conselho consultivo, também eleita.
Hoje, além de estar cursando mestrado em Gestão e Perícia ambiental, pela Universidade de Léon, Espanha, faço avaliação de trabalhos técnicos de apresentação em congressos nacionais e internacionais, nos temas relacionados à educação, qualidade e responsabilidade ambiental.
Saindo do Rio de Janeiro
No ano de 1998 tive meu primeiro filho, ainda antes do término da licença voltei ao trabalho, pois implantávamos o programa de capacitação de trabalhadores comunitários em limpeza urbana, coloquei meu filho recém nascido em creche e graças ao tempo consegui conciliar minha vida nesta estrutura, creches e colônias de férias, ambas integrais.
Em 2004 nasceu Maria, minha segunda filha, menina levada toda vida, e que aos 5 meses ela já estava na creche também em tempo integral. Nadavam, estudavam, jogavam futebol, desfraldaram, comeram sozinhos nem eu nem meu marido vimos acontecer. Cruzava com mães levando suas filhas ao balé, os meninos ao futebol, cursinho de inglês e etc.
Após a morte de meu pai em janeiro de 2007 e logo depois meu sogro, percebi quantas palavras deixaram de ser ditas, e emoções vividas. Decidimos que não queríamos isto e que esta história se repetisse com nossos filhos.
Em julho daquele ano, deixei de trabalhar na empresa, mantendo somente atividades junto a ABES, ajeitei minha vida para que no último dia de aula do meu filho saíssemos em retirada definitivamente para nossa casa, que até então era de veraneio. Com o único intuito de ter maior qualidade de vida.
Escolhendo Maricá
Na verdade esta escolha não foi minha e sim do meu marido por ter afinidade com o local que geograficamente é parecido com a sua terra natal o Algarve. A restinga, a praia, areia, o ar o vento sempre parecidos com o que havia deixado para trás, se identificando com esta região.
Chegamos a cogitar a possibilidade de continuar no Brasil ou não, e decidimos vir aqui para Maricá como uma sobrevida, que no momento parou de atender aos nossos requisitos básicos, coisa jamais vista em todos os anos em que freqüentou esta cidade.
Considerações Finais
Ao chegar a Maricá em 2007, vivi um ano ótimo, meus filhos em escolas públicas, atividades esportivas, pela prefeitura (Projeto Navegar), e outros cursos por nossa conta. Tanto que em 2009, o primeiro ano d
esta gestão nós voltamos a estudar para complemento de nossos cursos, e 2010 está esta loucura, a cidade está em estado de calamidade, as deficiências foram somatizadas com a falta de cidadania dos geridos e incompetência dos gestores.Hoje não tenho preferências partidárias, pois acredito que para sair deste vício político os cidadãos devem poder fazer política, e não deixar esta atribuição para os políticos profissionais, e sem a necessidade de se profissionalizar como tal, incitando assim uma nova política oriunda da cidadania, promovendo a participação transparente de todos os munícipes.
Mas se necessário for um maior comprometimento meu para que consigamos êxito buscarei a melhor forma de contribuir para a coletividade em torno de um Programa de Gestão Integrada (entre suas ações) e Compartilhada (com a comunidade), com base na Cidadania, sustentabilidade ecológica e melhoria de qualidade de vida.
Ana Paula de Carvalho
Bandidos profissionais ou não, sejam de ladrões de galinhas ou de colarinho branco, principalmente os de hoje, tem internet e usam esta para subtrair de indivíduos e grupos muitas vezes inocentes informações vitais e relevantes. Sim, existem dados sigilosos, e que devem ser preservado para privacidade do cidadão trabalhador, um deles é o salário, que mesmo na declaração de renda só pode ser aberta para apresentação se solicitada pela justiça, ou pelo órgão da RF junto diretamente ao indivíduo a que pertence.
Mais uma vez temos a colocação que se quisermos transformações, devemos buscar incansavelmente mudanças, não podemos usar de armas ilícitas, pois assim nos igualamos aos demais nos corrompendo ao apoiar com a afirmação “fizeram o errado, para corrigir!”. Precisamos ser responsáveis pelos nossos atos e atitudes e se necessário responder pelos erros publicamente, pessoalmente ou judicialmente.
Não devemos ter pesar de indivíduos que julgam antecipadamente pessoas por si, (julgados, condenados e pior expostos publicamente) hoje constatamos que, mesmo não sendo responsáveis por atos, são responsáveis pela forma de sua exposição, ou tão somente pela omissão ao fechar os olhos ou cruzar os braços.
Incitar o criminoso agindo como outros criminosos, mostra o desequilíbrio (emocional) comunitário a que chegamos, sejam tanto pela falta de visibilidade, como de amparo. Entendo o motivo pelo qual foi feito, mas não compreendo porque reverter isso. Agora do fato já consumado é assumir a obra e levá-la a diante, com toda a dignidade e moral necessária para assumir um erro, justificar que foi diante de tanta injustiça, que desta se fomentou o desespero, e como qualquer ato assim, foi feito erroneamente na tentativa de justificar a correção.
Infelizmente os fins, não justificam os meios ILICITOS que utilizamos para alcançar um objetivo. Sabemos que todos os sentimentos bons e ruins são características de pessoas equilibradas ou não, mas a obsessão é uma forma de psicopatia. Temos que nos proteger para não surtarmos e perdemos a razão, o certo e errado.
Apesar de todas as pré-conceituações que recebemos, esperamos que tudo se resolva no âmbito legal, pois é por ela e sua aplicação que tanto reivindicamos em nosso Município. Somos responsáveis por nossos atos, devemos responder por eles, mas não devemos compactuar quando estes não são lícitos.
Ana Paula de Carvalho, membro do movimento LUTO por Maricá.
PS: Ressaltando que cabe a divulgação de informações sobre cargos e salários, numa listagem dos funcionários, mas não é ético expor individualmente e nominativamente seus proventos, pode até ser legal a publicação de uma listagem completa, mas é imoral e perigosa já que existem muitos bandidos na internet, que certamente farão uso dessas informações contra seus titulares.
Fazendo minhas as palavras da companheira de lutas Ana Paula, em certo momento, quando da inauguração da ampliação da estação da CEDAE no Flamengo, e que haveria uma manifestação onde o prefeito seria recebido com vaias e apitos (coisa que não aconteceu em momento nenhum), relatamos tudo o que aconteceu durante a inauguração, pois estávamos lá, enquanto outros "blogueiros" que nem por telefone estiveram pegando informações colocaram que o prefeito foi recebido com muitas vaias.
Poderia até ter sido odesejo de todos nós, mas não o fato não aconteceu. Então por que mentir? Por que inventar?
Jornalismo é coisa séria, não deve ser passional e hoje, com o advento da internet onde "qualquer" escreve e posta o que quer, ficamos a mercê de mentiras, ou inverdades que não acrescentam nada, muito pelo contrário, só prejudicam.
Pery Salgado, membro do movimento Luto por Maricá
Carta de solidariedade ao Povo de Teresópolis
Maricá, 16 de março de 2011.
Aos moradores de Teresópolis,
Saudações!
Em nome do Movimento popular apartidário LUTO por Maricá queremos estender nosso abraço fraterno em solidariedade às vítimas da torrente que trouxe destruições e mortes, assim como nos sensibilizamos aos manifestantes de ontem, que com muita garra e disposição recorram ao seu direito de cidadania e constitucional de se manifestarem de maneira civilizada.
Somos solidários a todas as lutas de comunidades, populares e Municípios do estado do Rio de Janeiro assim como tantos outros do Brasil que contra tudo se expõem ao denunciarem as autoridades públicas municipais, estaduais e federais, mesmo diante ás ameaças, impunidades e omissões destes.
Acompanhamos com ansiedade e apreensão para que consigam tudo aquilo que estão reivindicando, até porque de maneira semelhante aqui em nosso Município também vivemos momentos políticos delicados, mas ainda impotentes diante de tanta incompetência e corrupção declaradamente aberta, onde não encontramos amparo declarado nem na pessoa do Governador do Estado, como nos partidos detentores da gestão municipal.
Devemos exigir uma atuação integrada entre nossos municípios para a transparência e urgência de atos. Não devemos aceitar jamais a inércia e inoperância seja de quem for, diante os fatos, não nos permitindo as intimidações e ameaças. Chamando assim a atenção para a responsabilidade do Poder Público em todas suas esferas (Executivo, Legislativo e Judiciário), que devem se pronunciar apresentando seus posicionamentos diante as reivindicações populares.
Mais uma vez, é urgente a intervenção do Governo do Estado na tarefa de integrar os municípios diante a constatação da incompetência da gestão municipal lembrando a todo instante que para ordem e legitimidade deve sempre ser respeitado o princípio básico do Estado Democrático de Direito, a defesa da vida, da liberdade e acima de tudo a dignidade humana.
A sociedade necessita de uma resposta enérgica e eficaz não só em relação à proteção destas lideranças e parlamentares, bem como a punição daqueles que utilizam da intimidação, força e repressão como forma de fazer frente á constituição desrespeitando-as.
Colocamo-nos á disposição diante a todos esses acontecimentos, sendo solidários e partidários destas causas nobres que são o direito de ir e vir, de residir e ter a dignidade de caminhar com a cabeça erguida diante da adversidade do tempo e da natureza. Somos Brasileiros e como tal devemos ser tratados. Quando baixamos a cabeça para a impunidade estamos vendendo não só o país, que tanto amamos, como nossas almas para políticos que nos roubam na claridade do dia, como quem passa despercebida.
Devemos tirar deste evento triste e inesperado a lição de que não nos calaremos sob hipótese nenhuma, e que deixem seus cargos ou venham a publico sem darem explicações. A dor que nos atinge tem a mesma intensidade dentro de nossos corações e mentes, que ao contrário do caso serrano apesar das perdas humanas, tivemos uma incoerente perda moral acentuada por uma gestão incapaz sequer de cumprir com o básico.
É necessário que, neste momento, toda a população de cada um destes municípios acreditem que cada individuo possa fazer diferença ao coletivo e que isto está intrínseco na nossa sobrevivência como cidadãos, com respeito e transparência.
Sendo assim, nós do Movimento LUTO por Maricá, mais uma vez reiteramos, por meio desta Carta, o convite a todos os simpatizantes, militantes, lideranças e população de Maricá, Teresópolis e demais municípios a participar ativamente deste processo democrático, não apenas como expectadores, mas como cidadãos influentes e responsáveis pelo futuro de nossas cidades.
Disseminemos tais ideais, chamem seus amigos, escrevam às autoridades e expressem a sua vontade. É dever ter em mente que o O Brasil, quando se trata do interesse e participação da sociedade nas questões e ações de gestão pública, ocupa o último lugar entre países latino-americanos, como aponta recente pesquisa realizada pelo movimento Voto Consciente e Rede Interamericana de Democracia.
Vamos mudar essa realidade, com o exercício da cidadania diariamente.
Por fim, queremos exortar a todos para que façam o máximo de esforço em seus municípios, apoiando estes abnegados companheiros de luta, que gostariam de ver abertas a possibilidade de um novo futuro de paz e harmonia, para estes e todas as outras cidades do nosso país.
Querer é Poder, Só não Faz quem Não quer, Só não Tem Poder quem nunca Lutou ou abraçou uma causa digna de luta!
MOVIMENTO LUTO POR MARICÁ
Arrombando no Carnaval de Maricá!
Durante as férias de janeiro, do qual meus filhos participaram do Projeto Botinho, atividade ministrada pelo corpo de bombeiros a nível estadual com muito sucesso por mais de 50 anos, tive a oportunidade de conversar com pessoas de todas as camadas sociais. Ouvi muitos relatos de pessoas que adorariam morar aqui (sem saberem das mazelas municipais) e de outros que regularmente utilizam este hoje “balneário” como opção de lazer nas férias programadas ou sazonais.
Dentre muitos assuntos que me chamaram a atenção, um deles só ficou evidente neste momento de proximidade do Carnaval, pois até então surgia na mente como uma hipótese remota de sucesso, ainda que conceitualmente fosse plausível. Entretanto, vi uma situação no mínimo inconsistente com tudo aquilo que acredito, com a chegada desta festa que como todo o povo Brasileiro, simpatizo, não só por ser um evento de extrema exteriorização pessoal e coletiva como também pelo período de confraternização e reflexão.
Um conhecido que aluga regularmente uma casa na Barra de Maricá, já havia me confidenciado que em algum momento haveria interesse em fomentar um pequeno negócio em nosso município, ora que fiquei muito contente em saber que tal pessoa empreendedora tinha planos que se estabelecer aqui, trazendo novas aspirações e possibilidades de comércio, para um local tão combalido nos últimos anos pela concorrência desleal de camelôs e afins, subtraindo dos comerciantes já inseridos na economia local, pagadores de contribuições e empregadores regulares seus rendimentos. Esta poderia ser uma Boa Nova.
Resumidamente o fato é este; Esta pessoa conhecida, pela qual não posso deixar de ter o meu apreço, independente do incidente (acidente involuntário), ainda que venha a fazer algumas vítimas indiretas e traga transtornos à localidade, decidiu neste verão, em conformidade com os outros divisores do espaço de locação que são aproximadamente 3 a 4 famílias por a cada casa de sala dois quartos, cozinha e banheiro, mas que pelo valor de R$ 450,00 por mês torna-se uma pechincha para os seus usuários, que montaria uma barraquinha na praia!
Pois então, esta concorrência se estabelece junto aos comerciantes devidamente legalizados, uma vez que pessoas estranhas ao ambiente resolvem de forma ilegal comercializar produtos de origem duvidosa ou não, mas que não trarão receita tributária ou agregadora para que a economia seja revitalizada. Mais agravante é que sabidamente não haverá por parte dos órgãos fiscalizadores uma coibição de tal pratica, estamos com absoluta certeza entregues ao Mercado das Pulgas, Acari dos anos 80 mudou apenas de endereço, vale tudo, desde o produto roubado, que pode ter custado a vida de outra pessoa, até á água de coco bem gelada.
Assim como acontece nos grandes engarrafamentos, e sabedora de que as pessoas nunca questionam onde os ambulantes lavam as mãos após fazerem suas necessidades nas vias, já que o comercio adjacente não permite a utilização dos seus sanitários, e pegam nos gargalos dos refrigerantes e pacotes de biscoitos com o ácido úrico ou coliformes ainda ativos em suas falanges! Todos querem saber é de incentivar o comércio de rua de procedência duvidosa, acintosa, interrompendo as vias de acesso, colocando a vida de pessoas em risco até porque se expõem a riscos de todos os tipos.
Sendo assim, a finalidade é um pequeno negócio temporal (pelo período de duração) de venda na areia de todos os tipos de produto que já adquiriram em mercado do Rio de Janeiro, os quais após o consumo indiscriminado serão descartados nas nossas praias e rede de “coleta de resíduos urbanos”. Resumidamente estes “estrangeiros” estão a bem da verdade, trazendo produtos que serão consumidos pelos “turistas”, que descartarão suas embalagens como lixo o qual seremos obrigados a recolher, pagando o preço normal de tonelagem que aumentará neste período e que em contrapartida, não deixarão qualquer tipo de beneficio para o nosso município e sim a despesa de coleta e evasão de divisas!
São turistas que não consomem aqui, trazem tudo de fora, sublocam seus espaços entre famílias, se aproveitam do momento para pagar a estadia e ainda levam os recursos adquiridos para fora, não permitem o desenvolvimento do comércio local e ainda geram resíduos que serão contabilizados para os moradores, que já não possuem sequer suficiência para sua rotina. Isto é, além de não acrescentarem nada, ainda depredam o que existe. Por isto, se queremos ter a nossa economia embasada em turismo, como vemos em muitos locais, não devemos permitir esta estratégia predatória, mais impactante que muitos empreendimentos no sentido sociocultural de nossa região que se apropriam desta fragilidade administrativa em que vivemos.
Ou mudamos o conceito de turismo aqui ou passaremos a conviver com a ilegalidade em todos os segmentos, porque em algum momento as pessoas estabelecidas também irão mudar para a informalidade.
Ana Paula de Carvalho
Posicionamento
Publicado em 5 05America/Sao_Paulo junho 05America/Sao_Paulo 2010 por barlaventoesotavento
Para que as coisas mudem é necessário que as pessoas queiram mudar e que essas mudanças sejam objetivas, o que vejo com muita freqüência é que ninguém quer estar envolvido ou comprometido com esta ou aquela causa, beira um pouco a hipocrisia mas é compreensível. Sempre noto que muitos querem ganhar na loteria, mas nem ao menos se dão ao trabalho de fazer um cartão de apostas e ainda assim fazem planos com o que fariam se ganhassem o premio, portanto, se queremos atitudes devemos nos posicionar sim e muito claramente, isso não quer dizer que seja certo ou errado, apenas que temos opiniões e metas diferentes.
Sou muito convicto de minhas idéias e não obrigo ninguém a segui-las, não devemos converter as pessoas pela submissão e sim pela empatia, causas comuns. Alguns estarão satisfeitos com a governabilidade atual outros não, aos que estão satisfeitos acho que devem fazer uma avaliação da situação na sua totalidade e ver se a sua satisfação atinge os demais, aos que estão insatisfeitos recomendo que procurem ver com objetividade onde estão as falhas e enumera-las para que possam ser publicadas e corrigidas.
Só a união popular em prol do bem estar comum poderá trazer mudanças benéficas para todos sem o favorecimento das minorias e degradação da administração pública.
Duarte Nuno Silva
Guerreiro Solitário!
Vicente Silva (Diretor da Rádio Sideral FM - Itaipuaçu - Maricá - RJ)
Estou aprendendo a cada dia, a contar comigo e saber que os meus sonhos, são apenas meus, pois se contá-los para várias pessoas, cada um terá a sua impressão ou entenderá á sua maneira. Há momentos em que sinceramente penso em parar e apenas, cuidar da minha já complicada vida.
O grande problema é que eu cismei em morar num pequeno lugar, onde grandes canalhas também moram e com isto, por não aceitar que ninguém destrua (exatamente) meus sonhos, tento agrupar amigos para que as batalhas fiquem mais “ fáceis”, mas geralmente acabo me decepcionando e sinceramente (na maioria das vezes) sigo sozinho, me quebro todo (mas venço) e apenas dou de “bandeja” os resultados. Gostaria sim, de ter a cada dia, mais nome, mais saúde e mais força e apenas pedir aos comodistas e ambiciosos de plantão, que apenas não atrapalhassem, já que apenas sabem “criticar” e (bem lá no fundo dos seus frustrados egos) apenas torcem para que alguém vença por eles!
Fiquei feliz ao levar á Câmara dos Vereadores um pedido de reconhecimento ao para sempre guerreiro, Alberto Gentile, colocando na nossa praça o seu nome e reparei com grande orgulho, que ao pronunciarem o seu nome e tomarem conhecimento de seu falecimento, adversários, conhecidos, velhos e novos políticos e também o povo, que enchiam a plenária da Câmara, fizeram um total e respeitoso minuto de silêncio, homenageando um Homem, que certo ou errado, com defeitos e qualidades não se acomodou com os problemas da VIDA!
Tenho plena certeza que (infelizmente) não vou parar, porque meus sonhos me empurram e a esperança me avisa : VOU MORRER COM VOCÊ!
Nota da Redação, escrita por Ana Paula Carvalho
Prezado Vicente,
Cada um de nós é um tipo de Guerreiro Solitário, porque na maioria das vezes, sim, só contamos com nós mesmos. Lutamos incansavelmente contra os abusos dos nossos semelhantes e dos que acima de tudo se consideram amigos e em algum momento vemos a triste realidade de que lutamos numa guerra inglória. Mas nem por isso devemos esmorecer sabedores que o prazer da batalha e o gosto do sangue são nossas verdadeiras medalhas feitas a ferro e fogo nas cicatrizes aparentes e também nas mais profundas e invisíveis.
Se o mundo fosse perfeito não haveria razão para continuarmos seguindo em frente, pois tudo seria como sempre foi, então porquê mudar o que já está estabelecido? Vendo por outro lado, podemos observar que o mundo está sempre em mutação e a adaptação por vezes é muito difícil, mas também é isso que faz deste mundo ser tão colorido. Apesar de não saber exatamente o motivo do seu desabafo, todos nós temos momentos de decepção, revolta e insegurança pela falta de esperança, que em alguns momentos nos toca profundamente e nos impele a desistir e levar uma vida mais pacata, anônima, sem muita visibilidade, ainda que saibamos jogar o jogo da vida.
Importante é sempre CONSIDERARMOS TODOS OS ÂNGULOS e perspectivas ao nosso redor, tenho certeza que podemos fazer deste lugar um espaço melhor e por esse motivo está desde já intimado a não desistir, render-se aos corruptos e oportunistas jamais! A sua luta é a nossa luta e não cabe desistir, ainda mais quando podemos estar perto de sairmos vitoriosos e caso isso não aconteça, precisamos deixar nossa marca profundamente nesta cidade, de modo a que as pessoas queiram mudar e abraçar uma causa qualquer que valha a pena.
Finalizando, gostaria que soubesse que sempre poderá contar comigo e com o Luto por Maricá naquilo que for para evolução coletiva e incentivo nas nossas lutas que também são suas.
Att, Ana Paula de Carvalho
LUTO por Maricá
ASSUNTO COMPERJ E EMISSÁRIO SUBMARINO POR ENQUANTO É BUCHA DE CANHÃO
Consigo perceber o que se dá a entender, se insinua e até mesmo afirmam muitas coisas, mas nem sempre compreendo certos pensamentos no sentido de aceitar ou até mesmo aprovar por qualquer razão.
Reafirmo minha preocupação diante aos posicionamentos extremos, pelas partes em assuntos que pelo conteúdo exposto aparentemente nenhum está realmente bem contextualizado, definido e principalmente embasado. Fica bastante evidente quando a referência é o COMPERJ e tantos outros empreendimentos, principalmente na abrangência do Estado do Rio de Janeiro, e o foco no tema Petróleo e seus derivados.
As partes a que me refiro são os defensores incondicionais dos empreendimentos que cegam a tudo e a todos, e os ativistas irracionais do ambiente, que algumas vezes não passam de marionetes desinformadas ou mal instruídas, mas também quero chamar a atenção daqueles que teriam o dever de moderar estes temas de maneira profissional, competente e principalmente imparcial, que são os órgãos fiscalizadores, normativos e licenciadores, no caso do Estado do Rio de Janeiro, a Secretaria do Estado de Meio Ambiente através do INEA e suas partes.
As informações estão sendo manipulada por estes três elementos de maneira vil pressupondo a ignorância da análise e opinião popular diante os assuntos de políticas públicas. Esquecem que é sua obrigação a adequação da linguagem para que a mensagem seja recebida conforme contexto real, conforme lei que legitimam a participação popular através dos Conselhos ou Audiências Públicas.
Na minha formação como engenheira, com atuação em saúde pública e sanitária e mestranda em gestão e perícia ambiental, reservo-me a declaração opinativa sobre o empreendimento do COMPERJ, e mais especificamente sobre o emissário submarino para disposição dos líquidos residuais em mar aberto pela orla da Itaipuaçu.
Venho apresentando em fóruns pertinentes este tema com diversos questionamentos e hoje acredito que:
· Toda esta polêmica serve para sairmos do foco principal hoje em nossa cidade
· Criar indisposição entre moradores através de sofismas (em todos os posicionamentos)
· Gerar discórdias entre vizinhos que tem opiniões diferentes sobre o tema
· Ninguém sabe que resíduo (esgoto) é este
Sendo assim a principal de todas: Não existe um projeto real e efetivo, e pessoas vêem lançando tais especulações, através de informações conflitantes antes mesmo de definir o projeto e saber que traçado tomar, esquecendo-se que todo este percurso deveria estar constante de procedimentos legítimos dentro de uma avaliação de um projeto completo.
Todos citam aquela frase: “me afirmaram de fonte limpa”, “obtive informações com quem está lá”, por isto, me sinto na liberdade de fazer neste momento comentário semelhante.
Fui informada por funcionários da CEDAE que até ao momento nem sabem como aquele empreendimento receberá água, já foi pensado em transposições e nada ainda ficou determinado. Ultimamente vem sendo estudada a possibilidade de usar água de reuso da estação de Alegria. Para o resíduo líquido poderia ser um emissário, sem definição na Baía da Guanabara ou em Maricá, mas também existe a possibilidade de reinjetar no solo. Em outra reunião na terça feita no INEA, ouvi que existe uma sugestão para que este resíduo fosse dirigido ao Terminal de Cabiúnas.
Surge em minha mente a pergunta: sobre o que falávamos mesmo? Sobre o EIA/RIMA, sobre o destino do resíduo, ou o que os moradores querem ou não para a cidade? Mas, não é nada disso. A pergunta principal é: Como pode existir um estudo EIA/RIMA que não contempla informações imprescindíveis para o licenciamento de um empreendimento?
Não precisamos buscar nomes na tabela periódica, deveriam estar presente tais informações e seus devidos tratamentos. Então, a outra real conclusão que tenho é que o EIA/RIMA apresentado é deficiente em informações e principalmente inconclusivo.
Sabemos que para um EIA/RIMA certas coisas devem estar bem definidas, e uma delas são seus resíduos, lembrando que aquele complexo não é o primeiro no mundo a produzir nafta, um subproduto do processo de refino de petróleo. Estes dois documentos distintos servem como instrumento de Avaliação de Impacto Ambiental – AIA, parte integrante do processo de licenciamento ambiental.
No EIA é apresentado o detalhamento de todos os levantamentos técnicos (inclusive de resíduos, sejam sólidos, líquidos ou gasosos) e na RIMA é apresentada a conclusão do estudo, em linguagem acessível, para facilitar a análise por parte do público interessado, mas isto não quer dizer evasivo ou propositalmente insipiente para especulação de desinformações, deve sempre apresentar em detalhes como e quando serão executadas as medidas mitigadoras e compensatórias propostas.
A relação da equipe técnica responsável pela abordagem em todos os meios inclusive os físicos, biológico, social e econômico entre outros. A falha no preparo destas documentações (independente se proposital ou não) representa o despreparo de tais profissionais em idealizar tanta responsabilidade, assim como daqueles profissionais que fazem a análise pelo órgão ambiental, como co-responsáveis por estas informações ou a falta das mesmas.
Levando-se em conta que sendo um instrumento democrático de planejamento e transparente é passível da participação popular durante sua análise através das Audiências Públicas. Onde a apresentação do projeto, o esclarecimento de dúvidas e principalmente acolhendo críticas e sugestões sobre os projetos. Deve-se atentar que basta uma solicitação do Ministério Público através de uma entidade civil do Conselho Estadual do Meio Ambiente ou por solicitação assinada por mais de 50 cidadãos para tal moção.
Somente após a realização de quantas audiências forem necessárias, vistorias, e devida análise e reuniões técnicas em toda a documentação pertinente é que deve ser elaborado um parecer final, inclusive com exigências, complementações de estudos, autorizando ou indeferindo. Em todos os casos estamos muito longe disto, cabe ressaltar que a Resolução n.º 001/86 apresenta exigências de estudo e características/ abordagens nos relatório de impacto ambiental em empreendimentos inclusive polêmicos como este.
Acredito que estas atitudes passionais tenham se tornado mais aparentes pela violenta injustiça e repetitivas impotências diante de situações alarmantes, onde é verificado que aqueles que deveriam acolher tais reclamações, justamente são os que mais contribuem para que tanta incompetência e improbidades se estabeleçam, dando crédito ao trabalho nitidamente insipiente e incipiente.
Nada justifica gerar expectativa e falsas especulações irreais ou inconclusivas direcionadas à população mais despreparada (desamparada), usar a falta de informação através de desinformações é tão cruel como a imposição de um empreendimento em que não existe uma projeção transparente e acima de tudo real. Se um dia perdemos a confiança por uma mentira (mesmo que para o bem) jamais a reconquistaremos de maneira incondicional. Não acredito que um ato de má fé justifique outro mesmo que numa suposta proteção.
Precisamos acreditar na competência dos executores, na lisura dos licenciadores e propriedade do ativismo.
Ana Paula de Carvalho
EU LUTO POR MARICÁ (matéria veiculada em 09 de junho de 2010, porém, bastante atual)
Saíram as fotos e a documentação do evento de comemoração de 196 anos de Maricá no Colégio Cenecista Maricá conforme site Noticiário RJ on line. Realmente havia mais pessoas dentro do ginásio e apoiando o governo do que do lado de fora, e mesmo assim dos de fora alguns querem que ele ainda faça alguma coisa e outros querem realmente que o Prefeito seja destituído, das quais me incluo desde já.
E, você qual sua opinião? Já parou para saber o que você quer? Já posicionou?
Eis a hora para começa a decidir: Fora Prefeito! Ou Faça Prefeito!
Minha opinião particular como já apresentei anteriormente em alguns veículos de comunicação é de destituir integralmente o atual prefeito por incompetências generalizada sem margem possível de recuperação, é ainda intenção deste movimento moralizar a "Casa de Tolerância" (no caso de dúvida, Casa de Tolerância é a mesma coisa que Lugar de Prostituição) em que se transformou a sede do poder legislativo.
Abra a porta de sua casa, vá à sua rua, e se pergunte: O que ele fez aqui? Falta luz no poste? (ou mesmo o poste?) Tem buracos na rua? (podemos chamar de rua?) Falta drenagem? (o que é isto?)
Volte e pense, precisou ir a médico? (você tem direito á saúde, sabia?) Onde você foi? Se foi no hospital municipal, foi atendido? Todos que estavam lá foram atendidos? Qual era o semblante de satisfação dos enfermos quanto ao atendimento? Preferiu não arriscar indo ao hospital num outro município ou buscou mesmo sem renda um atendimento particular? (neste caso você está pagando duas vezes para ter a mesma coisa).
Olhe para seus filhos e pergunte o que comeram nas escolas? Quantas refeições? Qual foi a variação do cardápio nos últimos dias? Pergunte se os professores estão satisfeitos? Isto é, faltam professores para a escola? Os professores são respeitados? Os professores são valorizados pela atual gestão, ou qualquer outra?
E, o transporte, tem o suficiente para atender a você, sua família, seus vizinhos? O ônibus que aceita Riocard (usado por estudantes e idosos) passa de forma que estes consigam circular normalmente? Ou são enlatados depois de longa espera por só dispor de um único nos horários de entrada e saída escolar? Existe uma tabela de horários regular do transporte público ou você fica esperando interminavelmente sem saber a que horas passará o próximo? (pelo tipo de localidade onde vivemos deveria haver horários regulares para passagens nos pontos de ônibus, já que o transito ainda não é desculpa para o descumprimento desta regra).
Seu carro quantas vezes já necessitou de uma revisão por causa dos quebra-molas (que são proibidos em rodovias, ou quando permitidos existe um padrão a cumprir), depois do quebra molas, o buracão? Ou sua rua, ou seu caminho de casa sequer foi asfaltado e segue numa estrada de barro ondulada ao ponto de marear? (ainda que conste no plano da cidade como asfaltada), Ou teve seu roteiro 50 Km maior, 25km para ir, e mais outros 25km e trabalha em qualquer lugar depois do centro da cidade, quando abrem canais ou outras obras sem planejamento? Se você é desta região, quantos dias seus filhos não foram para a escola ou não chegaram a tempo?
Tentou fazer uma pequena obra em casa, construir uma varanda? Teve que por uma placa, informar o responsável? Seguir normas de construção? Conseguiu o habite-se mesmo em área não edificante?
Tentou levar uns camarõezinhos para casa e foi multado? Seus pertences foram apreendidos? Foi advertido?
Bem teria mais uma listagem de perguntas, mas acredito que em muitas destas situações você já esteve e a pergunta permanece feliz ou não com o atual governo? Será que foram justas, as regras para eles são as mesmas para nós?
Pense... Pense bem... Pense...
Neste mesmo jornal que anunciava o evento de comemoração, trazia a matéria “Operação combate pesca predatória de camarões em Maricá” Redação Ascom do Inea, que informava “Uma operação coordenada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão executivo da Secretaria do Ambiente, com apoio do Batalhão Florestal foi realizada na noite da última sexta-feira (28/5) para combater a pesca ilegal de camarão na Lagoa da Barra de Maricá. Foram autuados 11 pescadores.”... “Grande quantidade de camarões e siris vivos, que estavam presos às armadilhas instaladas dentro da lagoa, foi devolvida à natureza, conforme orientação de biólogos marinhos do Inea. Os camarões já mortos, cerca de 1 Kg, foram identificados, acondicionados no refrigerador na Superintendência do Inea e encaminhados para doação.”
Já que o INEA estava e irá continuar a realizar operações regulares a fim de combater a pesca predatória na região. Por que não aproveita para verificar onde a UPA será construída (é faixa marginal de preservação permanente) assim como o local onde foi construido o centro de tiro com arco, onde foi dado habite-se para obras residenciais aprovados pela CEF, onde na Rua 13 existe um corte e poda (agora até colocaram areia, pera melhor acomodar turistas) ainda da faixa marginal de lagoa. Canal entre a lagoa e o mar foi aberto sem a menor técnica, dificultando seu fechamento, e novamente desmoronamento daquele trecho mediante chuva normal na região, entre tantas (roubo de areia, ocupação e permissão de mudanças do plano de manejo pelo legislativo) e muitas outras reclamações muito mais impactantes verificadas em qualquer noticiário, foram justamente atuar os pobres pescadores??? E, ainda ameaçam fazer mais incursões para esta finalidade??? (vou devolver os mesmos os tatuís que meus filhos pegaram na praia).
Só pode ser gozação, continuam prendendo o seringueiro e não o madeireiro! E se precisavam de 1 quilinho de camarões para o feriado de Corpus Christi poderiam ter ido na peixaria!
Crea? Crea não embarga obra? Interdita? Vistoria e perícia “obras”? por que só em nossas casas? Porque não vêem o imóvel da Guarda Municipal, DPO? Estão em péssimas condições para utilização humana. Ou este trecho aterrado entre guaratiba e barra que fizeram o dique, que obra é aquela? Que uma chuvinha, um pouquinho maior desmancha? Obra é para desmanchar? A biblioteca Municipal com infiltração, as escolas também? Um banheiro só para a escola (em algumas escolas municipais) toda (corpo docente, corpo discente e feminino e masculino, tudo ao mesmo tempo) é permitido, é aprovado, ou nem é vistoriado?
Hospital, por muito menos já vi hospitais interditados! O que adianta um hospital que propaga doença? O que adianta um hospital sem médicos, e quando tem não existe medicamentes, equipamentos e estrutura de trabalho? A vigilância sanitária? A secretaria de saúde estadual ou até o ministério da saúde, quem controla esta situação? CPI para investigar PM que prenderam vereador? (a canalhada além de serem solidários ao recalcitrante ainda chama o Policial Militar de Mentiroso, com esta atitude). Mas não tem CPI para a população que diariamente é agredida moralmente pelo poder executivo e legislativo?
A secretaria de educação, o MEC, não tem regras mínimas para condições escolares? Seja para os alunos como para o corpo docente? Professores sem contracheque, ninguém vê estas e tantas outras irregularidades na educação?
Vereadores vereando a favor deles, CPI para eles mesmos, certamente que o interesse em especular imobiliariamente áreas de proteção também seja interesse próprio. O que a população de Maricá quer realmente com aquela área? Um mega condomínio, onde seus moradores não precisaram nem mesmo sair de lá para comprar qualquer coisa (semelhantes aos da Barra da Tijuca, que dentro dele, tem escolas, teatro, pizzaria, restaurante, feirinha e etc.) quem for viver por lá jamais saíra para comprar ou fazer qualquer coisa no centro, ou um parque que se faça de utilização universitária para estudos como energia eólica, solar, ou do mar (seja pelas as ondas, as marés ou deslocamento das águas e as diferenças de temperatura dos oceanos.), Parques com fins arqueológicos, biológicos, com museu, centro de pesquisa, todos construídos para estudos utilizando tecnologias limpas? Gerando receita limpa. E, lembrando da importância de integração territorial entre Centro de Maricá e Itaipuaçú e Ponta Negra/Jaconé. Guarda exclusiva para este espaço, especializada em meio ambiente. Na vila de pescadores (e em todas outras vilas de pescadores), ser também aplicado, todas as eco tecnologias e práticas sustentáveis, criando um espaço pelo qual os mais velhos ensinem aos mais novos, o seu trabalho, confeccionar redes e etc... Poderia falar aqui trilhões de idéias... Estes vereadores também não nos representam, não é nossa idéia ser complacente com suas obscenidades!!! E se não concordamos, e não estão nos representando, não existe negociação, queremos que saiam sim!!! (de preferência aos pontapés).
Porque a regra para os gestores e as lei são mais complacentes com eles do que com nós, meros mortais.
E volto a perguntar: O que está errado? E, você qual sua posição, já parou para saber o que você quer? Já tomou uma posição? Continuidade das cartas marcadas para as próximas eleições ou arriscar em mudanças verdadeiras e audaciosas?
Você acredita que com toda esta permissividade dos órgãos “competentes” para a gestão, e o total desamparo destes órgãos para com a população, o governo municipal fará alguma coisa que preste? Agora ou depois? Será que já não teve tempo para começar alguma coisa realmente necessária para a população, dentro das leis e duradoura? Mostrar para que veio? Existe tempo ainda para que se conserte o que está arruinado pelo desmazelo e incompetência? Particularmente não creio, acredito em muitas coisas, até em fadas, mas não nisto que estou vendo e vivenciando.
Mais uma vez acho que tiveram tempo, condição, instrumentos e não fizeram nada e o pouco que funcionava depredaram! E, você, o que acha? O que você cidadão de Maricá realmente quer?
Porque se não tem pretensão que as coisas mudem e está satisfeito com o rumo do seu município, de sua vida não se dê ao trabalho de ficar discutindo política, qualidade de vida ou qualquer outra coisa coletiva que seja, não vale a pena, pense em outro assunto menos chato, novela, futebol, as condições do tempo e por diante.
Agora, se acha que merece mais, já que tem esse direito constituído e quer melhorar a sua vida e da sua comunidade, posicione-se, abra espaço para o debate, para o protesto, incentive os demais a lutarem pelos seus direitos, não se abata não se entregue, reclame e fundamente sua reclamação. O nosso mundo não tem mais espaço para o “Talvez”, é Sim ou Não. Lembre-se o Brasil começa aqui!
Se ainda tem esperanças por ter eleito a continuidade desta prefeitura, não vá nas manifestações, não participe dos protestos e espere, quando se sentir muito incomodado, mande um e-mail para ouvidoria ou ligue para ela, ou busque ajuda junto a algum dos instrumentos representativos da população (conselhos, federações, associações e etc.). Será sua melhor opção.
Entretanto, se realmente está indignado, compareça no dia 19 ás 20:00 horas na praça da cidade, se tem medo de ser reconhecido, ou intimidado, pinte a cara, disfarce, mas proteste e se manifeste, esteja lá para todo este descaso com a vida humana e o ambiente! Fora Quaquá, eu LUTO por Maricá!
Isto vale também para os Taxistas, protestem, não tenham medo de perder suas autonomias, elas não valem mais que nossas vidas!!!
Saíram as fotos e a documentação do evento de comemoração de 196 anos de Maricá no Colégio Cenecista Maricá conforme site Noticiário RJ on line. Realmente havia mais pessoas dentro do ginásio e apoiando o governo do que do lado de fora, e mesmo assim dos de fora alguns querem que ele ainda faça alguma coisa e outros querem realmente que o Prefeito seja destituído, das quais me incluo desde já.
E, você qual sua opinião? Já parou para saber o que você quer? Já posicionou?
Eis a hora para começa a decidir: Fora Prefeito! Ou Faça Prefeito!
Minha opinião particular como já apresentei anteriormente em alguns veículos de comunicação é de destituir integralmente o atual prefeito por incompetências generalizada sem margem possível de recuperação, é ainda intenção deste movimento moralizar a "Casa de Tolerância" (no caso de dúvida, Casa de Tolerância é a mesma coisa que Lugar de Prostituição) em que se transformou a sede do poder legislativo.
Abra a porta de sua casa, vá à sua rua, e se pergunte: O que ele fez aqui? Falta luz no poste? (ou mesmo o poste?) Tem buracos na rua? (podemos chamar de rua?) Falta drenagem? (o que é isto?)
Volte e pense, precisou ir a médico? (você tem direito á saúde, sabia?) Onde você foi? Se foi no hospital municipal, foi atendido? Todos que estavam lá foram atendidos? Qual era o semblante de satisfação dos enfermos quanto ao atendimento? Preferiu não arriscar indo ao hospital num outro município ou buscou mesmo sem renda um atendimento particular? (neste caso você está pagando duas vezes para ter a mesma coisa).
Olhe para seus filhos e pergunte o que comeram nas escolas? Quantas refeições? Qual foi a variação do cardápio nos últimos dias? Pergunte se os professores estão satisfeitos? Isto é, faltam professores para a escola? Os professores são respeitados? Os professores são valorizados pela atual gestão, ou qualquer outra?
E, o transporte, tem o suficiente para atender a você, sua família, seus vizinhos? O ônibus que aceita Riocard (usado por estudantes e idosos) passa de forma que estes consigam circular normalmente? Ou são enlatados depois de longa espera por só dispor de um único nos horários de entrada e saída escolar? Existe uma tabela de horários regular do transporte público ou você fica esperando interminavelmente sem saber a que horas passará o próximo? (pelo tipo de localidade onde vivemos deveria haver horários regulares para passagens nos pontos de ônibus, já que o transito ainda não é desculpa para o descumprimento desta regra).
Seu carro quantas vezes já necessitou de uma revisão por causa dos quebra-molas (que são proibidos em rodovias, ou quando permitidos existe um padrão a cumprir), depois do quebra molas, o buracão? Ou sua rua, ou seu caminho de casa sequer foi asfaltado e segue numa estrada de barro ondulada ao ponto de marear? (ainda que conste no plano da cidade como asfaltada), Ou teve seu roteiro 50 Km maior, 25km para ir, e mais outros 25km e trabalha em qualquer lugar depois do centro da cidade, quando abrem canais ou outras obras sem planejamento? Se você é desta região, quantos dias seus filhos não foram para a escola ou não chegaram a tempo?
Tentou fazer uma pequena obra em casa, construir uma varanda? Teve que por uma placa, informar o responsável? Seguir normas de construção? Conseguiu o habite-se mesmo em área não edificante?
Tentou levar uns camarõezinhos para casa e foi multado? Seus pertences foram apreendidos? Foi advertido?
Bem teria mais uma listagem de perguntas, mas acredito que em muitas destas situações você já esteve e a pergunta permanece feliz ou não com o atual governo? Será que foram justas, as regras para eles são as mesmas para nós?
Pense... Pense bem... Pense...
Neste mesmo jornal que anunciava o evento de comemoração, trazia a matéria “Operação combate pesca predatória de camarões em Maricá” Redação Ascom do Inea, que informava “Uma operação coordenada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão executivo da Secretaria do Ambiente, com apoio do Batalhão Florestal foi realizada na noite da última sexta-feira (28/5) para combater a pesca ilegal de camarão na Lagoa da Barra de Maricá. Foram autuados 11 pescadores.”... “Grande quantidade de camarões e siris vivos, que estavam presos às armadilhas instaladas dentro da lagoa, foi devolvida à natureza, conforme orientação de biólogos marinhos do Inea. Os camarões já mortos, cerca de 1 Kg, foram identificados, acondicionados no refrigerador na Superintendência do Inea e encaminhados para doação.”
Já que o INEA estava e irá continuar a realizar operações regulares a fim de combater a pesca predatória na região. Por que não aproveita para verificar onde a UPA será construída (é faixa marginal de preservação permanente) assim como o local onde foi construido o centro de tiro com arco, onde foi dado habite-se para obras residenciais aprovados pela CEF, onde na Rua 13 existe um corte e poda (agora até colocaram areia, pera melhor acomodar turistas) ainda da faixa marginal de lagoa. Canal entre a lagoa e o mar foi aberto sem a menor técnica, dificultando seu fechamento, e novamente desmoronamento daquele trecho mediante chuva normal na região, entre tantas (roubo de areia, ocupação e permissão de mudanças do plano de manejo pelo legislativo) e muitas outras reclamações muito mais impactantes verificadas em qualquer noticiário, foram justamente atuar os pobres pescadores??? E, ainda ameaçam fazer mais incursões para esta finalidade??? (vou devolver os mesmos os tatuís que meus filhos pegaram na praia).
Só pode ser gozação, continuam prendendo o seringueiro e não o madeireiro! E se precisavam de 1 quilinho de camarões para o feriado de Corpus Christi poderiam ter ido na peixaria!
Crea? Crea não embarga obra? Interdita? Vistoria e perícia “obras”? por que só em nossas casas? Porque não vêem o imóvel da Guarda Municipal, DPO? Estão em péssimas condições para utilização humana. Ou este trecho aterrado entre guaratiba e barra que fizeram o dique, que obra é aquela? Que uma chuvinha, um pouquinho maior desmancha? Obra é para desmanchar? A biblioteca Municipal com infiltração, as escolas também? Um banheiro só para a escola (em algumas escolas municipais) toda (corpo docente, corpo discente e feminino e masculino, tudo ao mesmo tempo) é permitido, é aprovado, ou nem é vistoriado?
Hospital, por muito menos já vi hospitais interditados! O que adianta um hospital que propaga doença? O que adianta um hospital sem médicos, e quando tem não existe medicamentes, equipamentos e estrutura de trabalho? A vigilância sanitária? A secretaria de saúde estadual ou até o ministério da saúde, quem controla esta situação? CPI para investigar PM que prenderam vereador? (a canalhada além de serem solidários ao recalcitrante ainda chama o Policial Militar de Mentiroso, com esta atitude). Mas não tem CPI para a população que diariamente é agredida moralmente pelo poder executivo e legislativo?
A secretaria de educação, o MEC, não tem regras mínimas para condições escolares? Seja para os alunos como para o corpo docente? Professores sem contracheque, ninguém vê estas e tantas outras irregularidades na educação?
Vereadores vereando a favor deles, CPI para eles mesmos, certamente que o interesse em especular imobiliariamente áreas de proteção também seja interesse próprio. O que a população de Maricá quer realmente com aquela área? Um mega condomínio, onde seus moradores não precisaram nem mesmo sair de lá para comprar qualquer coisa (semelhantes aos da Barra da Tijuca, que dentro dele, tem escolas, teatro, pizzaria, restaurante, feirinha e etc.) quem for viver por lá jamais saíra para comprar ou fazer qualquer coisa no centro, ou um parque que se faça de utilização universitária para estudos como energia eólica, solar, ou do mar (seja pelas as ondas, as marés ou deslocamento das águas e as diferenças de temperatura dos oceanos.), Parques com fins arqueológicos, biológicos, com museu, centro de pesquisa, todos construídos para estudos utilizando tecnologias limpas? Gerando receita limpa. E, lembrando da importância de integração territorial entre Centro de Maricá e Itaipuaçú e Ponta Negra/Jaconé. Guarda exclusiva para este espaço, especializada em meio ambiente. Na vila de pescadores (e em todas outras vilas de pescadores), ser também aplicado, todas as eco tecnologias e práticas sustentáveis, criando um espaço pelo qual os mais velhos ensinem aos mais novos, o seu trabalho, confeccionar redes e etc... Poderia falar aqui trilhões de idéias... Estes vereadores também não nos representam, não é nossa idéia ser complacente com suas obscenidades!!! E se não concordamos, e não estão nos representando, não existe negociação, queremos que saiam sim!!! (de preferência aos pontapés).
Porque a regra para os gestores e as lei são mais complacentes com eles do que com nós, meros mortais.
E volto a perguntar: O que está errado? E, você qual sua posição, já parou para saber o que você quer? Já tomou uma posição? Continuidade das cartas marcadas para as próximas eleições ou arriscar em mudanças verdadeiras e audaciosas?
Você acredita que com toda esta permissividade dos órgãos “competentes” para a gestão, e o total desamparo destes órgãos para com a população, o governo municipal fará alguma coisa que preste? Agora ou depois? Será que já não teve tempo para começar alguma coisa realmente necessária para a população, dentro das leis e duradoura? Mostrar para que veio? Existe tempo ainda para que se conserte o que está arruinado pelo desmazelo e incompetência? Particularmente não creio, acredito em muitas coisas, até em fadas, mas não nisto que estou vendo e vivenciando.
Mais uma vez acho que tiveram tempo, condição, instrumentos e não fizeram nada e o pouco que funcionava depredaram! E, você, o que acha? O que você cidadão de Maricá realmente quer?
Porque se não tem pretensão que as coisas mudem e está satisfeito com o rumo do seu município, de sua vida não se dê ao trabalho de ficar discutindo política, qualidade de vida ou qualquer outra coisa coletiva que seja, não vale a pena, pense em outro assunto menos chato, novela, futebol, as condições do tempo e por diante.
Agora, se acha que merece mais, já que tem esse direito constituído e quer melhorar a sua vida e da sua comunidade, posicione-se, abra espaço para o debate, para o protesto, incentive os demais a lutarem pelos seus direitos, não se abata não se entregue, reclame e fundamente sua reclamação. O nosso mundo não tem mais espaço para o “Talvez”, é Sim ou Não. Lembre-se o Brasil começa aqui!
Se ainda tem esperanças por ter eleito a continuidade desta prefeitura, não vá nas manifestações, não participe dos protestos e espere, quando se sentir muito incomodado, mande um e-mail para ouvidoria ou ligue para ela, ou busque ajuda junto a algum dos instrumentos representativos da população (conselhos, federações, associações e etc.). Será sua melhor opção.
Entretanto, se realmente está indignado, compareça no dia 19 ás 20:00 horas na praça da cidade, se tem medo de ser reconhecido, ou intimidado, pinte a cara, disfarce, mas proteste e se manifeste, esteja lá para todo este descaso com a vida humana e o ambiente! Fora Quaquá, eu LUTO por Maricá!
Isto vale também para os Taxistas, protestem, não tenham medo de perder suas autonomias, elas não valem mais que nossas vidas!!!
Ana Paula Carvalho
TODO POLÍTICO É CORRUPTO?
Na política como em todos os nichos a conceituação é imprescindível e o preconceito inaceitável, as idéias abstratas porque omitem as diferenças entre coisas na sua extensão, tratando-as como se fossem idênticas e substantivas ao julgá-las. Portadores dos significados, faculdades de compreenderem, nos dão pseudo conhecimento do que está sendo observado.
O preconceito é o resultado pejorativo radical do conceito, no qual a pessoa conclui os fatos por tê-los prejulgado de maneira conflitante ao que se dispôs e podendo ser criado em relação a quase tudo e sempre variando em intensidade da distorção moderada a um erro total. Ao manifestarmos um falso juízo de conceitos preconcebido, geralmente tendemos a uma atitude "discriminatória" perante o que foi observado, comumente indicando um desconhecimento, deturpando-o ao apresentá-lo como não é.
Criando-se um estereótipo ao generalizar levianamente e discriminando com agressividade indivíduos ou grupos com características comuns. Por esta superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito será sempre um erro. Equivoco deste que acha por ser, não do que é na veracidade. Muita atenção, pois podemos concluir que o preconceito é estabelecido numa base irracional, não fundamentado em argumentos ou raciocínios.
Em resumo: O preconceito nos torna intolerante ao ponto de acreditarmos que estamos absolutamente certos e que todos os que diferem destas idéias estão absolutamentes errados e são maus, dito isto “A verdade absoluta induz invariávelmente á intoleãncia!” é mais ou menos como discutir religião, sempre nos levará para o fanatismo incondicional.
Vivendo numa época de muita instabilidade individual política, no imenso descrédito no caráter daqueles em quem estamos empenhando nossos votos de confiança por repetitivas vezes decepcionantes, aos quais com tanto apreço elegemos e fomos em algum momento traídos no pior dos sentimentos que é a confiança, e uma vez perdida é quase impossível a reconquista, ou interesse de querer reconquistar.
Sempre achamos importante participar e criticar quem não se mete neste assunto, achamos que não são participativos, muitas vezes nos achamos melhores porque não nos envolvemos nos problemas coletivos e que os outros não estão nem aí, porém para justificar a dignidade declaramos que não temos interesses políticos, esquecemos que como eleitores, e em nosso país que o voto é obrigatório, todos somos políticos, seja como eleitores, eleitos ou candidatos.
Achamos mais fácil retornar ao passado que criticávamos, ao político que já nos decepcionou (seja em capacidade, competencia ou na moralidade) do que permirtir novas oportunidades, a pessoas que ainda não consideramos, mas para estas é sempre mais fácil a desmotivação criando um preconceito de que estão à espreita de uma bocada, ou usarem isto ou aquilo como trampolim para sua candidatura, entre outros.
Se dissermos que todos político é corrupto e inibimos a renovação e incentivamos a continuidade, somos cumplices destes quadros que nós mesmos pintamos. Devíamos ao contrário, desistimular os anteriores que já nos decepcionaram, incentivando desde já a novos personagens surjam em nossa política e permitirmos que se apresentem antecipadamente com serendidade, para que possamos conhece-los, saber como pensam, o que querem, sua capacidade e sua integridade. Com isto, permitirmos a possibilidade de renovar nossos políticos, hoje tão desgastados.
Todos querem ser melhores que os outros na conquista de nossos votos, em atos, palavras, projetos, posturas e ações, aparecendo assim pessoas capazes na vontade real de nos representar. É notorio que estamos governados por lideranças muito distantes de todo o conteúdo moral ou ético que desejamos e aceitamos. Se quisermos hoje observar aqueles que se dizem capazes de nos representar, suas idéias, suas atitudes e demais informações necessárias para embasarmos nossas posturas em 2012, pois que se apresentem novos e velhos políticos ou apolíticos, não aceitaremos tão facilmente aqueles que aparecerão de surpresa e até mesmo acreditem que não precisem de apresentações. Não acreditamos mais em dissimulações nem em candidatos de última hora.
Ana Paula de Carvalho, Brasileira, e nunca desisto!
Na política como em todos os nichos a conceituação é imprescindível e o preconceito inaceitável, as idéias abstratas porque omitem as diferenças entre coisas na sua extensão, tratando-as como se fossem idênticas e substantivas ao julgá-las. Portadores dos significados, faculdades de compreenderem, nos dão pseudo conhecimento do que está sendo observado.
O preconceito é o resultado pejorativo radical do conceito, no qual a pessoa conclui os fatos por tê-los prejulgado de maneira conflitante ao que se dispôs e podendo ser criado em relação a quase tudo e sempre variando em intensidade da distorção moderada a um erro total. Ao manifestarmos um falso juízo de conceitos preconcebido, geralmente tendemos a uma atitude "discriminatória" perante o que foi observado, comumente indicando um desconhecimento, deturpando-o ao apresentá-lo como não é.
Criando-se um estereótipo ao generalizar levianamente e discriminando com agressividade indivíduos ou grupos com características comuns. Por esta superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito será sempre um erro. Equivoco deste que acha por ser, não do que é na veracidade. Muita atenção, pois podemos concluir que o preconceito é estabelecido numa base irracional, não fundamentado em argumentos ou raciocínios.
Em resumo: O preconceito nos torna intolerante ao ponto de acreditarmos que estamos absolutamente certos e que todos os que diferem destas idéias estão absolutamentes errados e são maus, dito isto “A verdade absoluta induz invariávelmente á intoleãncia!” é mais ou menos como discutir religião, sempre nos levará para o fanatismo incondicional.
Vivendo numa época de muita instabilidade individual política, no imenso descrédito no caráter daqueles em quem estamos empenhando nossos votos de confiança por repetitivas vezes decepcionantes, aos quais com tanto apreço elegemos e fomos em algum momento traídos no pior dos sentimentos que é a confiança, e uma vez perdida é quase impossível a reconquista, ou interesse de querer reconquistar.
Sempre achamos importante participar e criticar quem não se mete neste assunto, achamos que não são participativos, muitas vezes nos achamos melhores porque não nos envolvemos nos problemas coletivos e que os outros não estão nem aí, porém para justificar a dignidade declaramos que não temos interesses políticos, esquecemos que como eleitores, e em nosso país que o voto é obrigatório, todos somos políticos, seja como eleitores, eleitos ou candidatos.
Achamos mais fácil retornar ao passado que criticávamos, ao político que já nos decepcionou (seja em capacidade, competencia ou na moralidade) do que permirtir novas oportunidades, a pessoas que ainda não consideramos, mas para estas é sempre mais fácil a desmotivação criando um preconceito de que estão à espreita de uma bocada, ou usarem isto ou aquilo como trampolim para sua candidatura, entre outros.
Se dissermos que todos político é corrupto e inibimos a renovação e incentivamos a continuidade, somos cumplices destes quadros que nós mesmos pintamos. Devíamos ao contrário, desistimular os anteriores que já nos decepcionaram, incentivando desde já a novos personagens surjam em nossa política e permitirmos que se apresentem antecipadamente com serendidade, para que possamos conhece-los, saber como pensam, o que querem, sua capacidade e sua integridade. Com isto, permitirmos a possibilidade de renovar nossos políticos, hoje tão desgastados.
Todos querem ser melhores que os outros na conquista de nossos votos, em atos, palavras, projetos, posturas e ações, aparecendo assim pessoas capazes na vontade real de nos representar. É notorio que estamos governados por lideranças muito distantes de todo o conteúdo moral ou ético que desejamos e aceitamos. Se quisermos hoje observar aqueles que se dizem capazes de nos representar, suas idéias, suas atitudes e demais informações necessárias para embasarmos nossas posturas em 2012, pois que se apresentem novos e velhos políticos ou apolíticos, não aceitaremos tão facilmente aqueles que aparecerão de surpresa e até mesmo acreditem que não precisem de apresentações. Não acreditamos mais em dissimulações nem em candidatos de última hora.
Ana Paula de Carvalho, Brasileira, e nunca desisto!

De Volta Para o Futuro - Ana Paula Carvalho
Ao contrário do que possa parecer o conteúdo que escreverei abaixo não apesar do titulo não será sobre uma grande produção Hollywoodiana, nem mesmo terá grandes atores e personagens interpretando futuros possíveis ainda que fictícios, nem aventuras com cenas eletrizantes. Quero a bem da verdade, voltar ao assunto de como parece acontecer o “Modus Operandi” das pessoas que em determinada altura como bons cidadãos manifestam o seu interesse em fazer mais pelo seu país, estado, cidade, bairro e daí por diante, cientes do seu comprometimento público e patriota.
Por este motivo venho aqui tentar colocar algumas dúvidas em evidência e devo dizer que umas das que mais me incomoda é o fato de não vermos regularmente estes mesmos indivíduos engajados em dar continuidade ás suas campanhas, ainda que tenham perdido a eleição ou coisa parecida. A atitude mais correta a meu ver seria a de continuarem em evidência pelo máximo de tempo possível, perpetuando assim suas imagens políticas e marcas eleitorais, o que não acontece porque em determinado momento após o grande concurso das eleições para ver quem fica com o Grande Prêmio ou Grande Abacaxi, não sei ao certo, se enclausuram em suas cápsulas do tempo até cerca de seis meses antes do próximo evento similar.
O fato é que já pensando em 2012 que será o ano de trocar os atuais representantes do Legislativo e Executivo municipal, não vejo ninguém desde já tentando ocupar essas lacunas, que até então não tem dono nem endereço certo. Imagino que estejam esperando latentes no interior de seus casulos até que lhes digam “Chegou à hora, pode aparecer”, mas é sempre bom lembrar que os bons políticos fazem sim campanha o ano inteiro, todos os anos eleitos ou não porque só desta forma se poderá avivar a memória dos eleitores continuamente e fazer um currículo de atitudes e posições.
Gostaria de lembrar aos futuros concorrentes á Prefeitura e Câmara de Vereadores que política apesar de hoje ser quase sinônimo de oportunismo, este só se consolida mesmo quando vemos explicitamente as atitudes acima citadas. Isso porque acabam por aparecer em cima da hora, com discursos mirabolantes inclusive como se tivessem saído de uma tocaia para se abater sobre a presa. Acredito muito que a postura destas pessoas deva mudar, pois não me vejo no momento de votação tendo que escolher um candidato de última hora por falta de opção ou convicção.
Como cidadã, eleitora e também ciente de minhas convicções políticas gostaria de saber quem são, o que fazem e o que pretendem os futuros (muito provavelmente reincidentes) candidatos ás eleições de 2012. O elemento surpresa neste caso não se aplica, porque em geral são surpresas desagradáveis, nem mesmo acredito que haja um consenso partidário na escolha dos seus indicados, assim como não tenho visto aceitação popular ampla e irrestrita em apoio aos candidatos de última hora, fica mesmo é uma impressão de que nem começou e já acabou. Existe uma frase que define muito bem isso, que diz de forma bem objetiva que “Se precisamos torcer por times estrangeiros num campeonato mundial é porque certamente o Brasil já perdeu!”. Ou seja, nossas escolhas e preferências acabaram.
Gostaria de ver pessoas abraçando as causas que acreditam e fazendo delas seus palanques eleitorais hoje se forem estes seus objetivos finais, com discursos verdadeiros de progresso e civilidade. A pessoa ser oportuna não é, e nunca será a mesma coisa que ser oportunista, porque o primeiro aparece num momento em que existe a necessidade de sua presença, no segundo caso o individuo espera uma oportunidade, um momento de fraqueza para despontar como o grande salvador das causas perdidas, pois a verdade é que não existem salvadores, mas sempre buscamos heróis, onde estão os nossos?
Ana Paula de Carvalho, Brasileira como sempre, acreditando num Brasil melhor!
http://www.civilidade.com.br/
Ao contrário do que possa parecer o conteúdo que escreverei abaixo não apesar do titulo não será sobre uma grande produção Hollywoodiana, nem mesmo terá grandes atores e personagens interpretando futuros possíveis ainda que fictícios, nem aventuras com cenas eletrizantes. Quero a bem da verdade, voltar ao assunto de como parece acontecer o “Modus Operandi” das pessoas que em determinada altura como bons cidadãos manifestam o seu interesse em fazer mais pelo seu país, estado, cidade, bairro e daí por diante, cientes do seu comprometimento público e patriota.
Por este motivo venho aqui tentar colocar algumas dúvidas em evidência e devo dizer que umas das que mais me incomoda é o fato de não vermos regularmente estes mesmos indivíduos engajados em dar continuidade ás suas campanhas, ainda que tenham perdido a eleição ou coisa parecida. A atitude mais correta a meu ver seria a de continuarem em evidência pelo máximo de tempo possível, perpetuando assim suas imagens políticas e marcas eleitorais, o que não acontece porque em determinado momento após o grande concurso das eleições para ver quem fica com o Grande Prêmio ou Grande Abacaxi, não sei ao certo, se enclausuram em suas cápsulas do tempo até cerca de seis meses antes do próximo evento similar.
O fato é que já pensando em 2012 que será o ano de trocar os atuais representantes do Legislativo e Executivo municipal, não vejo ninguém desde já tentando ocupar essas lacunas, que até então não tem dono nem endereço certo. Imagino que estejam esperando latentes no interior de seus casulos até que lhes digam “Chegou à hora, pode aparecer”, mas é sempre bom lembrar que os bons políticos fazem sim campanha o ano inteiro, todos os anos eleitos ou não porque só desta forma se poderá avivar a memória dos eleitores continuamente e fazer um currículo de atitudes e posições.
Gostaria de lembrar aos futuros concorrentes á Prefeitura e Câmara de Vereadores que política apesar de hoje ser quase sinônimo de oportunismo, este só se consolida mesmo quando vemos explicitamente as atitudes acima citadas. Isso porque acabam por aparecer em cima da hora, com discursos mirabolantes inclusive como se tivessem saído de uma tocaia para se abater sobre a presa. Acredito muito que a postura destas pessoas deva mudar, pois não me vejo no momento de votação tendo que escolher um candidato de última hora por falta de opção ou convicção.
Como cidadã, eleitora e também ciente de minhas convicções políticas gostaria de saber quem são, o que fazem e o que pretendem os futuros (muito provavelmente reincidentes) candidatos ás eleições de 2012. O elemento surpresa neste caso não se aplica, porque em geral são surpresas desagradáveis, nem mesmo acredito que haja um consenso partidário na escolha dos seus indicados, assim como não tenho visto aceitação popular ampla e irrestrita em apoio aos candidatos de última hora, fica mesmo é uma impressão de que nem começou e já acabou. Existe uma frase que define muito bem isso, que diz de forma bem objetiva que “Se precisamos torcer por times estrangeiros num campeonato mundial é porque certamente o Brasil já perdeu!”. Ou seja, nossas escolhas e preferências acabaram.
Gostaria de ver pessoas abraçando as causas que acreditam e fazendo delas seus palanques eleitorais hoje se forem estes seus objetivos finais, com discursos verdadeiros de progresso e civilidade. A pessoa ser oportuna não é, e nunca será a mesma coisa que ser oportunista, porque o primeiro aparece num momento em que existe a necessidade de sua presença, no segundo caso o individuo espera uma oportunidade, um momento de fraqueza para despontar como o grande salvador das causas perdidas, pois a verdade é que não existem salvadores, mas sempre buscamos heróis, onde estão os nossos?
Ana Paula de Carvalho, Brasileira como sempre, acreditando num Brasil melhor!
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OURO, PRATA ou BRONZE? - Ana Paula Carvalho
Vivemos em um mundo de competições onde tentamos superar os demais e até nós mesmos na maior parte das vezes, nem sempre será possível atingirmos os objetivos que colocamos no nosso cronograma de vida, todos devem ter um planejamento de metas para seguir ao longo do tempo e tentar de todas as formas transformá-lo num sucesso, é isso que nos inspira sonhos e a vontade incontrolável de superar todos os desafios. Isso dá cor á vida, nos traz a sensação de estar vivos.
Nem sempre as coisas saem como previmos ou como gostaríamos que fossem, mas não será isso também que nos jogará por terra de forma a que não possamos nos levantar sacudir a poeira, levantar a cabeça bem erguida com o queixo apontando para o horizonte e pensarmos que como as árvores “Eu envergo, mas não quebro!”.
Não podemos deixar que o Brasil seja um país provisório só porque tudo nele é improvisado, nada mais é feito para durar para sempre como acontecia no passado. Tornamos-nos o país das letras miúdas e em tudo o que lemos tem um asterisco depois de ofertas incríveis e irrecusáveis, onde esse mesmo símbolo * significa ao final “...mas não é bem assim.”
Acho até que as pessoas que nos governam gostariam de fazer mais por nós, mas de alguma forma têm a idéia de que por qualquer motivo desconhecido não merecemos ou não fazemos por merecer as melhorias ás quais temos direito, ainda assim sempre acreditamos que as coisas podem mudar, mas não mudam, desde o começo dos tempos que não mudam apenas são apresentadas de outra forma com o mesmo conteúdo. Isso pode ser lido em qualquer livro de história antiga ou recente, as pessoas sempre são as mesmas com as mesmas atitudes com nomes diferentes.
A razão do título é que como todas as coisas na vida e ao nosso redor geralmente nunca nos dão conta de como as relações entre tudo o que nos cerca é muito frágil e de visão ambígua, veja o caso das medalhas, na maior parte das competições onde ocorre uma disputa entre equipes temos a medalha de Ouro como sendo o premio máximo, a Prata como sendo a de maior reconhecimento após o ouro e finalmente a medalha de Bronze, mais ou menos como um prêmio de consolação por ter quase chegado lá.
Entretanto, vejamos essa premiação por categorias de outra forma e se nunca havia reparado nisso desta forma verá que outras coisas seguem a mesma tendência qualitativa e quantitativa. Bem, a medalha de Ouro invariavelmente é a maior premiação e o grande reconhecimento por todo um preparo físico e psicológico não só dos atletas como de todo o conjunto que os fez chegarem até ao mais alto lugar do Pódio.
A medalha de Prata apesar de ser na consideração geral o segundo melhor desempenho acaba por ser o símbolo de uma derrota já que significa que perdeu para o primeiro lugar, mas vejamos a medalha de Bronze que na maior parte das vezes tem seu reconhecimento, mas um mérito muito baixo ainda assim deveria ser a segunda mais importante porque ainda que disputando o terceiro lugar significa como a primeira uma vitória sobre o quarto lugar e isto lhe confere uma importância até agora ofuscada pelo brilho da prata.
Ao final podemos observar que as coisas que vemos nem sempre são o que parecem, mas como gostaríamos que de vê-las. É preciso pensar sempre na frente e de forma indireta para todos os ângulos dos problemas que nos surgem diariamente, mas pode ter a certeza que a resposta sempre será a mais simples dentre de todas as dificuldades encontradas. Isso se chama a Navalha de Ockham e está disponivel na Internet, se tiver oportunidade, leia um pouco mais sobre ela.
Ana Paula de Carvalho
www.civilidade.com.br
Vivemos em um mundo de competições onde tentamos superar os demais e até nós mesmos na maior parte das vezes, nem sempre será possível atingirmos os objetivos que colocamos no nosso cronograma de vida, todos devem ter um planejamento de metas para seguir ao longo do tempo e tentar de todas as formas transformá-lo num sucesso, é isso que nos inspira sonhos e a vontade incontrolável de superar todos os desafios. Isso dá cor á vida, nos traz a sensação de estar vivos.
Nem sempre as coisas saem como previmos ou como gostaríamos que fossem, mas não será isso também que nos jogará por terra de forma a que não possamos nos levantar sacudir a poeira, levantar a cabeça bem erguida com o queixo apontando para o horizonte e pensarmos que como as árvores “Eu envergo, mas não quebro!”.
Não podemos deixar que o Brasil seja um país provisório só porque tudo nele é improvisado, nada mais é feito para durar para sempre como acontecia no passado. Tornamos-nos o país das letras miúdas e em tudo o que lemos tem um asterisco depois de ofertas incríveis e irrecusáveis, onde esse mesmo símbolo * significa ao final “...mas não é bem assim.”
Acho até que as pessoas que nos governam gostariam de fazer mais por nós, mas de alguma forma têm a idéia de que por qualquer motivo desconhecido não merecemos ou não fazemos por merecer as melhorias ás quais temos direito, ainda assim sempre acreditamos que as coisas podem mudar, mas não mudam, desde o começo dos tempos que não mudam apenas são apresentadas de outra forma com o mesmo conteúdo. Isso pode ser lido em qualquer livro de história antiga ou recente, as pessoas sempre são as mesmas com as mesmas atitudes com nomes diferentes.
A razão do título é que como todas as coisas na vida e ao nosso redor geralmente nunca nos dão conta de como as relações entre tudo o que nos cerca é muito frágil e de visão ambígua, veja o caso das medalhas, na maior parte das competições onde ocorre uma disputa entre equipes temos a medalha de Ouro como sendo o premio máximo, a Prata como sendo a de maior reconhecimento após o ouro e finalmente a medalha de Bronze, mais ou menos como um prêmio de consolação por ter quase chegado lá.
Entretanto, vejamos essa premiação por categorias de outra forma e se nunca havia reparado nisso desta forma verá que outras coisas seguem a mesma tendência qualitativa e quantitativa. Bem, a medalha de Ouro invariavelmente é a maior premiação e o grande reconhecimento por todo um preparo físico e psicológico não só dos atletas como de todo o conjunto que os fez chegarem até ao mais alto lugar do Pódio.
A medalha de Prata apesar de ser na consideração geral o segundo melhor desempenho acaba por ser o símbolo de uma derrota já que significa que perdeu para o primeiro lugar, mas vejamos a medalha de Bronze que na maior parte das vezes tem seu reconhecimento, mas um mérito muito baixo ainda assim deveria ser a segunda mais importante porque ainda que disputando o terceiro lugar significa como a primeira uma vitória sobre o quarto lugar e isto lhe confere uma importância até agora ofuscada pelo brilho da prata.
Ao final podemos observar que as coisas que vemos nem sempre são o que parecem, mas como gostaríamos que de vê-las. É preciso pensar sempre na frente e de forma indireta para todos os ângulos dos problemas que nos surgem diariamente, mas pode ter a certeza que a resposta sempre será a mais simples dentre de todas as dificuldades encontradas. Isso se chama a Navalha de Ockham e está disponivel na Internet, se tiver oportunidade, leia um pouco mais sobre ela.
Ana Paula de Carvalho
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Parabéns Cidadãos de Maricá!
Um dos três objetivos do Movimento LUTO por Maricá foi conquistado, isto é todos nos esforçamos para o impedimento da candidatura para Deputada Estadual da atual Primeira Dama da Cidade, por entender-se que como esposa do atual prefeito nada tenha a contribuir no cargo pretendido e beneficio da cidade..
Uma batalha vitoriosa nesta guerra pela busca de uma Maricá próspera. Uma vitória limpa e digna de todos que lutam contra a corrupção, amadorismo e incompetências que hoje assolam nossa Cidade, os números por si só expressam em alto e bom som que não mais seremos apáticos aos problemas políticos.
Todos devem avaliar seus papéis neste novo cenário, onde mostramos e que hoje a atual gestão não conta mais com os mesmos números de eleitores. Para uma prefeitura que foi eleita com mais de 30.000 de maricaenses, sua esposa não conquistou nem 7.000 (votos em Maricá), um resultado desastroso para um partido que ainda vislumbrava 2012.
É chegada a hora, mesmo que tardia, o partido (colegiado estadual e federal), coligações e demais partidos de interceder pela cidade diante a tanta improbidade, omissões e falta de gestão. Pois para as próximas eleições independem do que outros eleitores de fora pensem, cada partido deverá lutar dentro desta pequena fronteira. Foi mostrada nas urnas nossa indignação, frustração e descrédito naqueles que vem renovando sua candidatura e nada fizeram independente de suas justificativas.
Que estes números nos sirvam de contextualização para todos, que não queremos estes mesmos nomes para 2012 e que aqueles que hoje estão aqui e nada fazem também não se reelegerão. Estes dados são incontestáveis e amadurecidos pelo sofrimento e desilusão de nossa população diante de tantos desgovernos agravados com este em que vivemos e que outrora era vislumbrado como a única salvação.
Somos todos (sem exceções) vitoriosos neste amadurecimento, cada um de sua maneira lutou para não se consagrar este descaso bizarro e inescrupuloso que estamos vivendo. Devemos continuar neste aprendizado e já buscar hoje o que queremos para nossa Maricá tão sofrida, pois só assim estaremos atentos dia-a-dia nestes 2 anos que nos restam para renovar nosso governo municipal. Mas, que temos como aprendizado que não adianta saírem de suas cascas às vésperas às eleições novamente, queremos ver AQUELES QUE TÊM pretensões sérias militarem diariamente lutando pela nossa Cidade e seus Habitantes.
Sejam os natos ou por opção (aqueles que escolheram aqui como seu lar) todos nós somos cidadãos de Maricá, moramos, vivemos e votamos aqui, e jamais poderemos ser discriminados, tão pouco desmerecidos. E, conscientes que independente de em quem cada um votou em 2008 temos o dever e o direito de manifestar, protestar e lutar para uma Maricá melhor, reivindicando infra-estrutura legítima e funcional.
Parabéns Cidadãos de Maricá!
Por esta vitória nas urnas e a grande demonstração que unidos em um objetivo comum somos fortes!
Ana Paula de Carvalho
Diga não a atual gestão! Diga Fora Quaquá!
Lute por Maricá!
Junte-se ao Movimento LUTO por Maricá
http://lutopormarica.blogspot.com/
Um dos três objetivos do Movimento LUTO por Maricá foi conquistado, isto é todos nos esforçamos para o impedimento da candidatura para Deputada Estadual da atual Primeira Dama da Cidade, por entender-se que como esposa do atual prefeito nada tenha a contribuir no cargo pretendido e beneficio da cidade..
Uma batalha vitoriosa nesta guerra pela busca de uma Maricá próspera. Uma vitória limpa e digna de todos que lutam contra a corrupção, amadorismo e incompetências que hoje assolam nossa Cidade, os números por si só expressam em alto e bom som que não mais seremos apáticos aos problemas políticos.
Todos devem avaliar seus papéis neste novo cenário, onde mostramos e que hoje a atual gestão não conta mais com os mesmos números de eleitores. Para uma prefeitura que foi eleita com mais de 30.000 de maricaenses, sua esposa não conquistou nem 7.000 (votos em Maricá), um resultado desastroso para um partido que ainda vislumbrava 2012.
É chegada a hora, mesmo que tardia, o partido (colegiado estadual e federal), coligações e demais partidos de interceder pela cidade diante a tanta improbidade, omissões e falta de gestão. Pois para as próximas eleições independem do que outros eleitores de fora pensem, cada partido deverá lutar dentro desta pequena fronteira. Foi mostrada nas urnas nossa indignação, frustração e descrédito naqueles que vem renovando sua candidatura e nada fizeram independente de suas justificativas.
Que estes números nos sirvam de contextualização para todos, que não queremos estes mesmos nomes para 2012 e que aqueles que hoje estão aqui e nada fazem também não se reelegerão. Estes dados são incontestáveis e amadurecidos pelo sofrimento e desilusão de nossa população diante de tantos desgovernos agravados com este em que vivemos e que outrora era vislumbrado como a única salvação.
Somos todos (sem exceções) vitoriosos neste amadurecimento, cada um de sua maneira lutou para não se consagrar este descaso bizarro e inescrupuloso que estamos vivendo. Devemos continuar neste aprendizado e já buscar hoje o que queremos para nossa Maricá tão sofrida, pois só assim estaremos atentos dia-a-dia nestes 2 anos que nos restam para renovar nosso governo municipal. Mas, que temos como aprendizado que não adianta saírem de suas cascas às vésperas às eleições novamente, queremos ver AQUELES QUE TÊM pretensões sérias militarem diariamente lutando pela nossa Cidade e seus Habitantes.
Sejam os natos ou por opção (aqueles que escolheram aqui como seu lar) todos nós somos cidadãos de Maricá, moramos, vivemos e votamos aqui, e jamais poderemos ser discriminados, tão pouco desmerecidos. E, conscientes que independente de em quem cada um votou em 2008 temos o dever e o direito de manifestar, protestar e lutar para uma Maricá melhor, reivindicando infra-estrutura legítima e funcional.
Parabéns Cidadãos de Maricá!
Por esta vitória nas urnas e a grande demonstração que unidos em um objetivo comum somos fortes!
Ana Paula de Carvalho
Diga não a atual gestão! Diga Fora Quaquá!
Lute por Maricá!
Junte-se ao Movimento LUTO por Maricá
http://lutopormarica.blogspot.com/
POLÍTICOS APOLÍTICOS
Pensando no que nos difere das demais espécies lembrei-me que ter consciência do mundo que nos cerca é a principal, saber as dimensões exatas do globo e sua divisão geográfica é que nos faz estabelecer fronteiras e limites territoriais. Essas divisões que são primeiramente físicas esquadrinham nossos mapas e com a ajuda das cores sabemos onde é mais quente ou frio, onde tem maior ou menor vegetação e a que distancia fica ir de um lugar para o outro.
As divisões culturais são de outra forma mais complexas porque se leva em consideração o lugar de onde viemos, coisas que nos ensinaram a acreditar e o modo como as vemos, logicamente as pessoas não vêem as mesmas complexidades porque os interesses e os ângulos são diferentes, o que é uma muito positivo já que sempre teremos uma perspectiva diferente do mesmo assunto. Isso nos engrandece como seres humanos e faz com que saibamos os limites de tudo o que conhecemos, não respeitá-los é por demais imprudente, e só poderá nos causar profundo desagrado.
No nosso país nos ensinam a tolerância como meio de vida e, enquanto virtude, acho que é procedente que seja assim, respeitamos as religiões e as raças, divergimos um pouco quando falamos sobre esportes e política e somos incansáveis em defender a grandeza do nosso território. Bem, sabemos que Deus é uma unanimidade em qualquer religião, os esportes têm suas características próprias e não necessitam de maiores esclarecimentos, já a política abre uma série de opções por ser um conjunto de idéias e ideais de várias pessoas de todos os segmentos da sociedade devidamente formulados nas suas diretrizes principais.
Um indivíduo sozinho não consegue se eleger porque precisa ter atrás de si uma associação que o apresente, da mesma forma este representará essa associação em tudo o que disser e fizer, uma vez em que isso não aconteça é necessário reciclar aquela postura ou até mesmo a pessoa em si. Entendendo-se desta forma concluímos que ambos são uma unidade e prestam contas reciprocamente não deixando margem para qualquer tipo de mal entendido quanto ás metas traçadas e definições a seguir, inclua-se nisso todas a pessoas que se tornaram partidárias dessa associação assim como outras entidades que a esta se associaram, ambos são co-responsáveis.
Uma vez entendido este fundamento primário da política devemos perceber que quando alguém é empossado independente da legenda e não cumpre com a normalidade do seu cargo, utilizando-se deste ainda para tomar qualquer tipo de atitude não convencional, torna-se necessário que haja intervenção do partido para corrigir esta anomalia ou no caso inverso que estes façam pressão suficiente para que o partido seja moralizado. A postura do partidário neste caso também deve ser muito clara para que não fiquem duvidas sobre o seu perfil político e o modo como possivelmente está sendo desvirtuado.
Os cargos políticos acima de tudo pertencem aos partidos e não ao eleito, quando não existe a fiscalização dos mandatos dos seus candidatos ao longo de suas gestões, demonstram claramente que não existe qualquer tipo de compromisso entre eles próprios e nem com o cidadão. Raciocinando-se desta forma também deixa a nós eleitores bem á vontade para não continuarmos de modo algum a defender com o nosso voto nas eleições futuras seus candidatos, isso nos tornará uma legião de apartidários.
Confiamos nas marcas dos produtos que gostamos de comprar e só por isso os adquirimos, estas imagens são criadas com talento e muito empenho ás vezes através de gerações, porque entre outras coisas são de boa qualidade ou tem garantia, ganhar a confiança leva anos a fio, mas perde-la pode ser a qualquer instante e vale lembrar que a reconquista sempre será muito mais difícil do que a conquista.
Ana Paula de Carvalho
Pensando no que nos difere das demais espécies lembrei-me que ter consciência do mundo que nos cerca é a principal, saber as dimensões exatas do globo e sua divisão geográfica é que nos faz estabelecer fronteiras e limites territoriais. Essas divisões que são primeiramente físicas esquadrinham nossos mapas e com a ajuda das cores sabemos onde é mais quente ou frio, onde tem maior ou menor vegetação e a que distancia fica ir de um lugar para o outro.
As divisões culturais são de outra forma mais complexas porque se leva em consideração o lugar de onde viemos, coisas que nos ensinaram a acreditar e o modo como as vemos, logicamente as pessoas não vêem as mesmas complexidades porque os interesses e os ângulos são diferentes, o que é uma muito positivo já que sempre teremos uma perspectiva diferente do mesmo assunto. Isso nos engrandece como seres humanos e faz com que saibamos os limites de tudo o que conhecemos, não respeitá-los é por demais imprudente, e só poderá nos causar profundo desagrado.
No nosso país nos ensinam a tolerância como meio de vida e, enquanto virtude, acho que é procedente que seja assim, respeitamos as religiões e as raças, divergimos um pouco quando falamos sobre esportes e política e somos incansáveis em defender a grandeza do nosso território. Bem, sabemos que Deus é uma unanimidade em qualquer religião, os esportes têm suas características próprias e não necessitam de maiores esclarecimentos, já a política abre uma série de opções por ser um conjunto de idéias e ideais de várias pessoas de todos os segmentos da sociedade devidamente formulados nas suas diretrizes principais.
Um indivíduo sozinho não consegue se eleger porque precisa ter atrás de si uma associação que o apresente, da mesma forma este representará essa associação em tudo o que disser e fizer, uma vez em que isso não aconteça é necessário reciclar aquela postura ou até mesmo a pessoa em si. Entendendo-se desta forma concluímos que ambos são uma unidade e prestam contas reciprocamente não deixando margem para qualquer tipo de mal entendido quanto ás metas traçadas e definições a seguir, inclua-se nisso todas a pessoas que se tornaram partidárias dessa associação assim como outras entidades que a esta se associaram, ambos são co-responsáveis.
Uma vez entendido este fundamento primário da política devemos perceber que quando alguém é empossado independente da legenda e não cumpre com a normalidade do seu cargo, utilizando-se deste ainda para tomar qualquer tipo de atitude não convencional, torna-se necessário que haja intervenção do partido para corrigir esta anomalia ou no caso inverso que estes façam pressão suficiente para que o partido seja moralizado. A postura do partidário neste caso também deve ser muito clara para que não fiquem duvidas sobre o seu perfil político e o modo como possivelmente está sendo desvirtuado.
Os cargos políticos acima de tudo pertencem aos partidos e não ao eleito, quando não existe a fiscalização dos mandatos dos seus candidatos ao longo de suas gestões, demonstram claramente que não existe qualquer tipo de compromisso entre eles próprios e nem com o cidadão. Raciocinando-se desta forma também deixa a nós eleitores bem á vontade para não continuarmos de modo algum a defender com o nosso voto nas eleições futuras seus candidatos, isso nos tornará uma legião de apartidários.
Confiamos nas marcas dos produtos que gostamos de comprar e só por isso os adquirimos, estas imagens são criadas com talento e muito empenho ás vezes através de gerações, porque entre outras coisas são de boa qualidade ou tem garantia, ganhar a confiança leva anos a fio, mas perde-la pode ser a qualquer instante e vale lembrar que a reconquista sempre será muito mais difícil do que a conquista.
Ana Paula de Carvalho
O Poder Emana do Povo - 1ª Parte
Muito escuto ultimamente: “não darei meu voto a fulano ou a sicrano”, “não voto em político porque todo político se não é ladrão, é corrupto”, “voto nulo por que não acredito em políticos”. Dito isto precisamos rever alguns conceitos e pré-conceitos em suas raízes para o melhor entendimento de cada um deles, imprescindíveis para entendermos o nosso papel (do cidadão) na política.
A família é o primeiro grupo social que apresentamos e fazemos parte, com o seu crescimento e outros agrupamentos teremos a sociedade-estado. Este é um meio para o amplo desenvolvimento constituído pela associação humana, territórios e governo.
Em 1988 foi promulgada a Constituição da República Federativa do Brasil, onde foram apresentados os fundamentos do Estado Brasileiro referentes aos direitos civis, políticos e sociais dos cidadãos. Neste documento são explicitados os três poderes constituídos, o Poder Executivo, o Poder Legislativo e o Poder Judiciário, que são os meios, e não os fins, que existem para garantir os direitos sociais e individuais. Assim como são apresentados os fundamentos do Estado Democrático de Direito: a Soberania, a Cidadania, a Dignidade da pessoa humana.
Os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, o pluralismo político (artigo 1º da Constituição Federal) que estão longe de serem expressões da realidade vigente, correspondem muito mais a grandes objetivos a serem alcançados. Com isto notamos que o governo Brasileiro é constitucional, pois seus poderes são limitados pelas regras estabelecidas na Constituição.
A democracia pode ser entendida em um sentido restrito como um regime político. Nessa concepção restrita, a noção de cidadania tem um significado preciso: são exclusivamente os direitos civis (liberdade de ir e vir, de pensamento e expressão, direito à integridade física, liberdade de associação) e os direitos políticos (eleger e ser eleito), sendo que seu exercício se expressa no ato de votar. Já no sentido mais amplo é entendida como uma forma de sociabilidade que penetra em todos os espaços sociais.
O Governo é o núcleo dirigente de um estado, investido de poderes públicos para desempenhar sua função administrativa. O poder social tem como objetivo promover a comunhão entre seus membros. Assim, para ser legítimo, o poder social precisa ser exercido por um governo encarregado da administração geral do Estado, tendo em vista os fins sociais estabelecidos pelos seus membros.
O Brasil é uma República Federativa: República define que a chefia do governo é exercida por um presidente, que deve ser eleito pelo povo e tem o mandato limitado a quatro anos. Federativa razão dos limites de poder do Governo Constitucional definidos que defende a autonomia (alguma independência administrativa, econômica e política respeitando a Constituição, mas não significa soberania) dos Estados-Membros (Como Estado do Rio de Janeiro) dentro do Estado Federal (somente o Governo Federal é soberano, isto é, só ele possui independência política e autodeterminação interna).
No regime representativo como vivemos, o poder emana do povo através do voto e é exercido, em nome do povo, pelos seus representantes. Por isto a imensa responsabilidade que temos em nossa escolha individual para o futuro de toda a nação e cada um de seus indivíduos, é neste símbolo, a cédula, que empenhamos a procuração de confiança para que este representante desempenhe aquilo que nós mesmos faríamos se lá estivéssemos. O eleito deve conter todos os princípios básicos, morais e objetivos mais significantes a nós e jamais possuir outros que realmente repudiamos, isto é, deve ser um retrato de tudo que somos. Devemos olhar para eles e nos vermos naquela imagem.
Ana Paula de Carvalho
O Poder Emana do Povo - 2ª Parte
Desenvolvendo ainda o tema de que O Poder Emana do Povo, outro princípio importante é que devemos tentar todo o tempo nos vermos como indivíduos dentro de uma coletividade, considerando que nem sempre o que é bom para um é bom para todos, mas que devemos escolher e optar pelo o que é melhor para todos. É imprescindível ao coletivo pode não ser o ideal para o indivíduo, mas com certeza não será ineficaz a ele. Neste momento devemos deixar de ter apego aos objetivos individuais, e concentrarmos no que queremos em comum.
Para isto, devem-se entender conceitualmente as duas formas distintas de associação humana: O Povo que são os cidadãos e a População que são os habitantes, importante também é sabermos que o território é o espaço geográfico delimitado por fronteiras no qual o estado exerce a sua soberania. Portanto o Estado é a nação politicamente organizada em um território, através de um governo. Diferentes também são os conceitos de: País - território ocupado por uma determinada população; Pátria - país onde nascemos e ao qual estamos emocionalmente ligados; e finalizando, Nação - povo socialmente organizado e consciente de seus objetivos comuns.
No Brasil o regime político que vivenciamos é o democrático, que busca atender aos interesses da vontade popular. O Estado, nada mais é do que o instrumento da vontade do povo, procurando consolidar a vontade geral, sem desprezar as minorias. Este regime se diferencia de outros principalmente pelo profundo respeito a todos os seres humanos, garantindo-lhes o direito á liberdade de pensamento e expressão, associação, liberdade de imprensa, comunicação e direito de ir e vir. A verdadeira democracia procura realizar os ideais de justiça sem, contudo, sacrificar o direito à liberdade.
Possuímos três poderes, harmônicos e independentes: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Mas é a Presidência da República a figura mais importante do Estado Brasileiro, que tem como a capital da União, o Distrito Federal e sua sede na cidade de Brasília. O Presidente representa o Estado, o Governo e comanda o Poder Executivo. Sendo escolhido por eleições diretas. Dentre as funções do Chefe do Estado para o País assemelham-se o Governador para o Estado-Membro da União e Prefeito para o Município, tendo como principal função executar as leis e administrar, tendo em vista o bem comum.
Já a função do Poder Legislativo, é elaborar e aprovar as leis, bem como fiscalizar os atos do Poder Executivo. Na esfera Federal temos o Congresso Nacional, composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal; na Estadual pela Assembléia Legislativa e na Municipal pela Câmara Municipal. Tanto o poder Executivo como o Legislativo devem possuir apoio popular para ocupar esses cargos, pois os cargos são eletivos o que difere do Judiciário onde seus cargos são por nomeação. Este último poder tem como função aplicar as leis e distribuir a justiça entre as pessoas da sociedade.
Todo o cargo eletivo pertence ao Partido Político, Isto é, á legenda e não ao candidato. Em resumo, a legenda é responsável pelo êxito ou fracasso na gestão do membro eleito, assessorando, cobrando e fiscalizando seus atos, assim como as coligações são co-responsáveis também pelo cumprimento dos programas de campanha e continuidade do mandato. Sendo assim o partido e as coligações tem o compromisso de a todo e qualquer momento lembrarem ao eleito o compromisso com os seus eleitores, até mesmo intervindo quando necessário. É responsabilidade da legenda interceder, pois no regime democrático a vontade popular deve ser garantida acima de todas as outras.
Ana Paula de Carvalho
O Poder Emana do Povo - 3ª Parte
Consciente que é possível o exercício da cidadania através de representantes responsáveis e compromissados em ouvir e fazer valer a vontade da população, é importante não cedermos aos nossos interesses individuais e nem influenciados por tendências ou promessas. Não devemos votar em políticos desonestos mesmo que assegurados com o auxilio da nova lei de Ficha Limpa. Esta lei renovou a esperança de elegermos políticos com reputação ilibada, livre de qualquer mancha moral e com maior compromisso com o cidadão. Para votarmos melhor não basta saber qual a atribuição deles nesta época que precede as eleições tão referenciadas, mas conhecermos que perfil é necessário para exercer a tal função.
Os cargos no Poder Executivo exigem o perfil de administrador, apresentando uma série de características que vão determinar o seu sucesso, entre elas estão: equilíbrio entre criatividade e perspicácia, visão globalizada do que gere e sua vizinhança, compromisso, ser carismático, levar a crer ou a aceitar; aconselhar, induzir e convencer o que acredita, planejar (dentro de uma conduta ética e moral), de visão ágil junto às mudanças e reação positiva frente às mesmas, senso de responsabilidade coletiva da população, estar atento às oportunidades e às insatisfações populares, saber a quem atribuir responsabilidades, ter conhecimento de tudo que acontece em sua gestão e jamais fugir aos seus compromissos.
Já o Poder Legislativo se define em competências e habilidades como: saber trabalhar em equipe; inovação; e organização, diante a relevância dos interesses públicos envolvidos principalmente no que se refere á qualidade de vida da população inclusive acolhendo sugestões, idéias e reinvidicações, intermediando sempre que necessário entre o trio população (indivíduos e associações) x executivo x partido (coligações). Os princípios disciplinadores são: Impessoalidade, não favorecendo nem prejudicando; Moralidade, visando o bem comum, o bem-estar da população; Publicidade ampla e notória através da transparência dos atos. Tudo isto regado a muita responsabilidade, integridade, respeitabilidade, dignidade, coerência, caráter, ética, moralidade e honestidade para o pleno exercício de atividades legisladoras, fiscalizadoras entre outras, buscando na sociedade o que representam seus anseios.
Não elegemos ninguém do Poder Judiciário, mas estes são nomeados pelo Presidente e aprovado pelo Senado Federal, o que significa lealdade e compromisso com o partido possuidor do cargo ou da coligação de representatividade do Executivo Federal. Tem a função de aplicar as leis e distribuir a justiça entre as pessoas da sociedade. Para estes nomeados é importante que sejam de notável saber jurídico e livre de qualquer imoralidade. Estes são os Ministros.
Por isto temos que saber a imensa importância de nosso voto individual, e tão único orientando várias vidas, diversas comunidades, divergentes idéias, temáticas, múltiplos objetivos individuais, mas só um bem comum, por isto, neste ato não podemos levar interesses pessoais em detrimento de anseios coletivos.
É de fundamental importância lembrar que somos nós que elegemos os políticos e também somos nós mesmos que construímos o País em que vivemos o que acaba por ser um reflexo do que somos como povo. O voto é como uma procuração para que outros nos representem, é um ato de confiança, e confiança não se dá nem se ganha, mas sim, se conquista.
Na próxima eleição tenha a absoluta certeza de votar em quem poderá representá-lo como cidadão e perpetuar seu nome através da confiança nele depositado e caso em algum momento não concorde faça tudo ao seu alcance para ter seu voto de volta.
Ana Paula de Carvalho
Muito escuto ultimamente: “não darei meu voto a fulano ou a sicrano”, “não voto em político porque todo político se não é ladrão, é corrupto”, “voto nulo por que não acredito em políticos”. Dito isto precisamos rever alguns conceitos e pré-conceitos em suas raízes para o melhor entendimento de cada um deles, imprescindíveis para entendermos o nosso papel (do cidadão) na política.
A família é o primeiro grupo social que apresentamos e fazemos parte, com o seu crescimento e outros agrupamentos teremos a sociedade-estado. Este é um meio para o amplo desenvolvimento constituído pela associação humana, territórios e governo.
Em 1988 foi promulgada a Constituição da República Federativa do Brasil, onde foram apresentados os fundamentos do Estado Brasileiro referentes aos direitos civis, políticos e sociais dos cidadãos. Neste documento são explicitados os três poderes constituídos, o Poder Executivo, o Poder Legislativo e o Poder Judiciário, que são os meios, e não os fins, que existem para garantir os direitos sociais e individuais. Assim como são apresentados os fundamentos do Estado Democrático de Direito: a Soberania, a Cidadania, a Dignidade da pessoa humana.
Os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, o pluralismo político (artigo 1º da Constituição Federal) que estão longe de serem expressões da realidade vigente, correspondem muito mais a grandes objetivos a serem alcançados. Com isto notamos que o governo Brasileiro é constitucional, pois seus poderes são limitados pelas regras estabelecidas na Constituição.
A democracia pode ser entendida em um sentido restrito como um regime político. Nessa concepção restrita, a noção de cidadania tem um significado preciso: são exclusivamente os direitos civis (liberdade de ir e vir, de pensamento e expressão, direito à integridade física, liberdade de associação) e os direitos políticos (eleger e ser eleito), sendo que seu exercício se expressa no ato de votar. Já no sentido mais amplo é entendida como uma forma de sociabilidade que penetra em todos os espaços sociais.
O Governo é o núcleo dirigente de um estado, investido de poderes públicos para desempenhar sua função administrativa. O poder social tem como objetivo promover a comunhão entre seus membros. Assim, para ser legítimo, o poder social precisa ser exercido por um governo encarregado da administração geral do Estado, tendo em vista os fins sociais estabelecidos pelos seus membros.
O Brasil é uma República Federativa: República define que a chefia do governo é exercida por um presidente, que deve ser eleito pelo povo e tem o mandato limitado a quatro anos. Federativa razão dos limites de poder do Governo Constitucional definidos que defende a autonomia (alguma independência administrativa, econômica e política respeitando a Constituição, mas não significa soberania) dos Estados-Membros (Como Estado do Rio de Janeiro) dentro do Estado Federal (somente o Governo Federal é soberano, isto é, só ele possui independência política e autodeterminação interna).
No regime representativo como vivemos, o poder emana do povo através do voto e é exercido, em nome do povo, pelos seus representantes. Por isto a imensa responsabilidade que temos em nossa escolha individual para o futuro de toda a nação e cada um de seus indivíduos, é neste símbolo, a cédula, que empenhamos a procuração de confiança para que este representante desempenhe aquilo que nós mesmos faríamos se lá estivéssemos. O eleito deve conter todos os princípios básicos, morais e objetivos mais significantes a nós e jamais possuir outros que realmente repudiamos, isto é, deve ser um retrato de tudo que somos. Devemos olhar para eles e nos vermos naquela imagem.
Ana Paula de Carvalho
O Poder Emana do Povo - 2ª Parte
Desenvolvendo ainda o tema de que O Poder Emana do Povo, outro princípio importante é que devemos tentar todo o tempo nos vermos como indivíduos dentro de uma coletividade, considerando que nem sempre o que é bom para um é bom para todos, mas que devemos escolher e optar pelo o que é melhor para todos. É imprescindível ao coletivo pode não ser o ideal para o indivíduo, mas com certeza não será ineficaz a ele. Neste momento devemos deixar de ter apego aos objetivos individuais, e concentrarmos no que queremos em comum.
Para isto, devem-se entender conceitualmente as duas formas distintas de associação humana: O Povo que são os cidadãos e a População que são os habitantes, importante também é sabermos que o território é o espaço geográfico delimitado por fronteiras no qual o estado exerce a sua soberania. Portanto o Estado é a nação politicamente organizada em um território, através de um governo. Diferentes também são os conceitos de: País - território ocupado por uma determinada população; Pátria - país onde nascemos e ao qual estamos emocionalmente ligados; e finalizando, Nação - povo socialmente organizado e consciente de seus objetivos comuns.
No Brasil o regime político que vivenciamos é o democrático, que busca atender aos interesses da vontade popular. O Estado, nada mais é do que o instrumento da vontade do povo, procurando consolidar a vontade geral, sem desprezar as minorias. Este regime se diferencia de outros principalmente pelo profundo respeito a todos os seres humanos, garantindo-lhes o direito á liberdade de pensamento e expressão, associação, liberdade de imprensa, comunicação e direito de ir e vir. A verdadeira democracia procura realizar os ideais de justiça sem, contudo, sacrificar o direito à liberdade.
Possuímos três poderes, harmônicos e independentes: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Mas é a Presidência da República a figura mais importante do Estado Brasileiro, que tem como a capital da União, o Distrito Federal e sua sede na cidade de Brasília. O Presidente representa o Estado, o Governo e comanda o Poder Executivo. Sendo escolhido por eleições diretas. Dentre as funções do Chefe do Estado para o País assemelham-se o Governador para o Estado-Membro da União e Prefeito para o Município, tendo como principal função executar as leis e administrar, tendo em vista o bem comum.
Já a função do Poder Legislativo, é elaborar e aprovar as leis, bem como fiscalizar os atos do Poder Executivo. Na esfera Federal temos o Congresso Nacional, composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal; na Estadual pela Assembléia Legislativa e na Municipal pela Câmara Municipal. Tanto o poder Executivo como o Legislativo devem possuir apoio popular para ocupar esses cargos, pois os cargos são eletivos o que difere do Judiciário onde seus cargos são por nomeação. Este último poder tem como função aplicar as leis e distribuir a justiça entre as pessoas da sociedade.
Todo o cargo eletivo pertence ao Partido Político, Isto é, á legenda e não ao candidato. Em resumo, a legenda é responsável pelo êxito ou fracasso na gestão do membro eleito, assessorando, cobrando e fiscalizando seus atos, assim como as coligações são co-responsáveis também pelo cumprimento dos programas de campanha e continuidade do mandato. Sendo assim o partido e as coligações tem o compromisso de a todo e qualquer momento lembrarem ao eleito o compromisso com os seus eleitores, até mesmo intervindo quando necessário. É responsabilidade da legenda interceder, pois no regime democrático a vontade popular deve ser garantida acima de todas as outras.
Ana Paula de Carvalho
O Poder Emana do Povo - 3ª Parte
Consciente que é possível o exercício da cidadania através de representantes responsáveis e compromissados em ouvir e fazer valer a vontade da população, é importante não cedermos aos nossos interesses individuais e nem influenciados por tendências ou promessas. Não devemos votar em políticos desonestos mesmo que assegurados com o auxilio da nova lei de Ficha Limpa. Esta lei renovou a esperança de elegermos políticos com reputação ilibada, livre de qualquer mancha moral e com maior compromisso com o cidadão. Para votarmos melhor não basta saber qual a atribuição deles nesta época que precede as eleições tão referenciadas, mas conhecermos que perfil é necessário para exercer a tal função.
Os cargos no Poder Executivo exigem o perfil de administrador, apresentando uma série de características que vão determinar o seu sucesso, entre elas estão: equilíbrio entre criatividade e perspicácia, visão globalizada do que gere e sua vizinhança, compromisso, ser carismático, levar a crer ou a aceitar; aconselhar, induzir e convencer o que acredita, planejar (dentro de uma conduta ética e moral), de visão ágil junto às mudanças e reação positiva frente às mesmas, senso de responsabilidade coletiva da população, estar atento às oportunidades e às insatisfações populares, saber a quem atribuir responsabilidades, ter conhecimento de tudo que acontece em sua gestão e jamais fugir aos seus compromissos.
Já o Poder Legislativo se define em competências e habilidades como: saber trabalhar em equipe; inovação; e organização, diante a relevância dos interesses públicos envolvidos principalmente no que se refere á qualidade de vida da população inclusive acolhendo sugestões, idéias e reinvidicações, intermediando sempre que necessário entre o trio população (indivíduos e associações) x executivo x partido (coligações). Os princípios disciplinadores são: Impessoalidade, não favorecendo nem prejudicando; Moralidade, visando o bem comum, o bem-estar da população; Publicidade ampla e notória através da transparência dos atos. Tudo isto regado a muita responsabilidade, integridade, respeitabilidade, dignidade, coerência, caráter, ética, moralidade e honestidade para o pleno exercício de atividades legisladoras, fiscalizadoras entre outras, buscando na sociedade o que representam seus anseios.
Não elegemos ninguém do Poder Judiciário, mas estes são nomeados pelo Presidente e aprovado pelo Senado Federal, o que significa lealdade e compromisso com o partido possuidor do cargo ou da coligação de representatividade do Executivo Federal. Tem a função de aplicar as leis e distribuir a justiça entre as pessoas da sociedade. Para estes nomeados é importante que sejam de notável saber jurídico e livre de qualquer imoralidade. Estes são os Ministros.
Por isto temos que saber a imensa importância de nosso voto individual, e tão único orientando várias vidas, diversas comunidades, divergentes idéias, temáticas, múltiplos objetivos individuais, mas só um bem comum, por isto, neste ato não podemos levar interesses pessoais em detrimento de anseios coletivos.
É de fundamental importância lembrar que somos nós que elegemos os políticos e também somos nós mesmos que construímos o País em que vivemos o que acaba por ser um reflexo do que somos como povo. O voto é como uma procuração para que outros nos representem, é um ato de confiança, e confiança não se dá nem se ganha, mas sim, se conquista.
Na próxima eleição tenha a absoluta certeza de votar em quem poderá representá-lo como cidadão e perpetuar seu nome através da confiança nele depositado e caso em algum momento não concorde faça tudo ao seu alcance para ter seu voto de volta.
Ana Paula de Carvalho
Os Cavaleiros do Apocalipse
Todos nós perguntamos quem são estas figuras que despontam como sendo os mensageiros do fim do mundo, imaginamos que são seres sobrenaturais montadas sobre os seus cavalos mitológicos anunciando o final dos tempos, pois bem, não é nada disso. Esses cavaleiros que anunciam tempos ruins somos todos nós que exteriorizamos nossos medos e anseios através de comentários negativos para tudo o que vemos, sabemos que viver a vida é muito mais do que apenas respirar o ar que nos rodeia, além disso, não estamos sozinhos neste longo percurso, existem alguns seguindo na mesma direção e outros nem tanto.
O mais importante será sempre lembrar que todas as coisas têm aspectos positivos e negativos, muitas das vezes o que não está bem para uns estará ótimo para outros, porém quando a coletividade começa a sentir que não está bem para ninguém temos um fenômeno chamado insurreição. A Insurreição se dá no momento em que as coisas negativas superam as positivas gerando um desbalanceamento generalizado socialmente, economicamente e de caráter pessoal.
Existem nessa categoria os Caçadores de Tempestades, pessoas que ficam atrás de problemas para comentar fomentando a idéia de que independente do que aconteça tudo tende a dar errado e ainda que dê certo devesse estar errado. São pessimistas por natureza, vivem do próprio azar e alheiro, tem um aspecto soturno e passam energia muito negativa, talvez por isso as coisas sempre dêem errado para este tipo de indivíduo, de difícil convivência procuram sempre ser solitários, não se aproximam nem deixam se aproximar todos aqueles que trazem luz aos lugares, vivem nas sombras.
Os Senhores da Guerra, são pessoas que vêem em tudo um motivo para pegar em armas e partir para a batalha, não permite que sejam feitos reféns nem conspiradores, são guardiões absolutos da verdade seja ela qual for, aceitam outros como aliados desde que pensem igualmente e não sejam possíveis ameaças aos seus intentos futuros. Soberanos em seus feudos não importando o seu tamanho que quase sempre têm a área do próprio quintal, mas querem expandir para muito além do jardim e o preço será sempre mais caro de pagar do que o previamente acordado que geralmente é a sua alma, espreitam em qualquer esquina esperando uma oportunidade. Fornecem todo o conteúdo que necessitam os Caçadores de Tempestades.
Os Anjos Caídos lutam incansavelmente contra todas as perspectivas sejam elas boas ou más na certeza de que um dia vencerão ou serão finalmente reconhecidos, não pretendem qualquer tipo de mal ainda que lutem constantemente para não ultrapassar os limites de segurança entre os mundos em que vivem. Por um lado terão que guardar as noticias que não devem ser de conhecimento geral como se a própria vida dependesse disso, por outro precisam passar adiante as que não podem ser escondidas. Pessoas solícitas sempre prontas a servir os Senhores da Guerra, estão sempre em nossa volta fazendo parte de nosso dia a dia tentando nos utilizar como espelhos para refletirmos suas crenças e devoções.
Finalmente os Iluminados têm luz própria porque já nasceram com ela e clareiam todos os ambientes aos quais se aproximam acabando por ofuscar os três cavaleiros anteriores, possuindo uma liderança nata movem Céu e Terra para que o mundo gire ciclicamente sem parar no intuito de que o tempo e a vida sigam seus cursos normais longe dos demais cavaleiros. Tem por natureza a particularidade de servir a todos de forma benéfica sem interesses pessoais, são pessoas raras porque em sua maioria vivem no anonimato esperando calmamente pelo momento exato em que sua ajuda seja de vital importância. Vivem em todos nós só não sabemos que estão ali dentro, mas podemos convidá-los a sair. E você, que tipo de Cavaleiro quer ser?
Ana Paula de Carvalho
www.civilidade.com.br
Todos nós perguntamos quem são estas figuras que despontam como sendo os mensageiros do fim do mundo, imaginamos que são seres sobrenaturais montadas sobre os seus cavalos mitológicos anunciando o final dos tempos, pois bem, não é nada disso. Esses cavaleiros que anunciam tempos ruins somos todos nós que exteriorizamos nossos medos e anseios através de comentários negativos para tudo o que vemos, sabemos que viver a vida é muito mais do que apenas respirar o ar que nos rodeia, além disso, não estamos sozinhos neste longo percurso, existem alguns seguindo na mesma direção e outros nem tanto.
O mais importante será sempre lembrar que todas as coisas têm aspectos positivos e negativos, muitas das vezes o que não está bem para uns estará ótimo para outros, porém quando a coletividade começa a sentir que não está bem para ninguém temos um fenômeno chamado insurreição. A Insurreição se dá no momento em que as coisas negativas superam as positivas gerando um desbalanceamento generalizado socialmente, economicamente e de caráter pessoal.
Existem nessa categoria os Caçadores de Tempestades, pessoas que ficam atrás de problemas para comentar fomentando a idéia de que independente do que aconteça tudo tende a dar errado e ainda que dê certo devesse estar errado. São pessimistas por natureza, vivem do próprio azar e alheiro, tem um aspecto soturno e passam energia muito negativa, talvez por isso as coisas sempre dêem errado para este tipo de indivíduo, de difícil convivência procuram sempre ser solitários, não se aproximam nem deixam se aproximar todos aqueles que trazem luz aos lugares, vivem nas sombras.
Os Senhores da Guerra, são pessoas que vêem em tudo um motivo para pegar em armas e partir para a batalha, não permite que sejam feitos reféns nem conspiradores, são guardiões absolutos da verdade seja ela qual for, aceitam outros como aliados desde que pensem igualmente e não sejam possíveis ameaças aos seus intentos futuros. Soberanos em seus feudos não importando o seu tamanho que quase sempre têm a área do próprio quintal, mas querem expandir para muito além do jardim e o preço será sempre mais caro de pagar do que o previamente acordado que geralmente é a sua alma, espreitam em qualquer esquina esperando uma oportunidade. Fornecem todo o conteúdo que necessitam os Caçadores de Tempestades.
Os Anjos Caídos lutam incansavelmente contra todas as perspectivas sejam elas boas ou más na certeza de que um dia vencerão ou serão finalmente reconhecidos, não pretendem qualquer tipo de mal ainda que lutem constantemente para não ultrapassar os limites de segurança entre os mundos em que vivem. Por um lado terão que guardar as noticias que não devem ser de conhecimento geral como se a própria vida dependesse disso, por outro precisam passar adiante as que não podem ser escondidas. Pessoas solícitas sempre prontas a servir os Senhores da Guerra, estão sempre em nossa volta fazendo parte de nosso dia a dia tentando nos utilizar como espelhos para refletirmos suas crenças e devoções.
Finalmente os Iluminados têm luz própria porque já nasceram com ela e clareiam todos os ambientes aos quais se aproximam acabando por ofuscar os três cavaleiros anteriores, possuindo uma liderança nata movem Céu e Terra para que o mundo gire ciclicamente sem parar no intuito de que o tempo e a vida sigam seus cursos normais longe dos demais cavaleiros. Tem por natureza a particularidade de servir a todos de forma benéfica sem interesses pessoais, são pessoas raras porque em sua maioria vivem no anonimato esperando calmamente pelo momento exato em que sua ajuda seja de vital importância. Vivem em todos nós só não sabemos que estão ali dentro, mas podemos convidá-los a sair. E você, que tipo de Cavaleiro quer ser?
Ana Paula de Carvalho
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O Bom Político...
...faz campanha o ano inteiro todos os anos, com o acompanhamento dos projetos em andamento que sejam de interesse público sem ser bairrista, com suas sugestões na melhoria da cidadania e bem estar, escutando a população nos seus anseios. Evoca para si a responsabilidade de ser mais, de querer pertencer e fazer a diferença é a figura humana que abraça em causa própria todas as lutas do povo que representa, não mede esforços para alcançar seus objetivos e fala com os seus semelhantes como o homem do povo que é.
Bem, se os políticos que conhecemos não são assim é uma pena porque deveriam ser ícones da política e representantes diretos da sociedade, espelhos do que pode existir de melhor na forma como vivemos, patrocinadores diretos da saúde e educação, da segurança e das oportunidades de progressão de vida, imagino que o bom político não faça campanha apenas para se eleger, mas sim que seja corpo presente regular em todas as atividades que deve representar e não tão somente onde recebeu votos, ou onde ainda receberá supostamente de forma lícita e digna.
É chegada a hora de elegermos novamente nossos representantes nas esferas mais altas do país, entretanto gostaria de saber se alguém se lembra em quem votou para estes mesmos cargos na eleição passada. Alguns dirão que sim e outros que não ou que pouca diferença faz porque são todos iguais (farinha do mesmo saco como dizem), devemos então imaginar que existe uma escola apropriada para que as pessoas com pretensões políticas estudam para virar esta mesma farinha, deve ser um curso intensivo pelo pouco tempo que dispõem antes das eleições por causa das campanhas e também depois, já que não tem tempo de dar atenção aos seus eleitores.
Penso que uma boa medida e já em tempo seria que os sítios formadores de opinião on-line, também conhecidos como Web Sites e que contam hoje com grande adesão de público ávido de informações generalizadas, poderiam desta forma solicitar aos pretensos candidatos que exibissem seus currículos particulares, profissionais/políticos e de plano eleitoral. Com certeza alguns não darão a devida importância, outros enviarão sim talvez até com o conteúdo incompleto ou que nos surpreenda, mas o mais importante seria que tivéssemos acesso de forma transparente e pública e selecionássemos através de nossas opiniões aquele que possivelmente melhor nos representará em qualquer instância, isto é um ato cívico apartidário já que é de interesse público.
Aos políticos profissionais recomendo que sejam os mais sinceros possíveis para que em momento algum ajam informações mal interpretadas ou de cunho duvidoso, sabemos que uma imagem vale por mil palavras e que não existem mais buracos negros em nossa sociedade, a informação hoje é mais rápida e constantemente atualizada, estamos a um telefonema de qualquer pessoa em qualquer lugar. A globalização não é só econômica como muitos pensam porque transcende as fronteiras sociais e não estabelece limites, estamos diante da maior biblioteca a céu aberto sem censura ao seu conteúdo, pensem nisso!
Finalmente deixo dito que antes de pensar em ser candidato oficialmente ganhe a confiança do seu eleitorado através de suas atitudes e rapidez de respostas para os problemas que afligem nosso país, soluções que podem representar um avanço significativo devem ter prioridade porque a coletividade se sobrepõe aos interesses do individuo. Ninguém em sã consciência se elege sem levar o povo consigo para o poder, porque através da força desse mesmo povo não haverá exército que o possa demover da posição que ocupa, a menos que ele o destitua, portanto, não deixamos ninguém para trás!
Ana Paula de Carvalho
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...faz campanha o ano inteiro todos os anos, com o acompanhamento dos projetos em andamento que sejam de interesse público sem ser bairrista, com suas sugestões na melhoria da cidadania e bem estar, escutando a população nos seus anseios. Evoca para si a responsabilidade de ser mais, de querer pertencer e fazer a diferença é a figura humana que abraça em causa própria todas as lutas do povo que representa, não mede esforços para alcançar seus objetivos e fala com os seus semelhantes como o homem do povo que é.
Bem, se os políticos que conhecemos não são assim é uma pena porque deveriam ser ícones da política e representantes diretos da sociedade, espelhos do que pode existir de melhor na forma como vivemos, patrocinadores diretos da saúde e educação, da segurança e das oportunidades de progressão de vida, imagino que o bom político não faça campanha apenas para se eleger, mas sim que seja corpo presente regular em todas as atividades que deve representar e não tão somente onde recebeu votos, ou onde ainda receberá supostamente de forma lícita e digna.
É chegada a hora de elegermos novamente nossos representantes nas esferas mais altas do país, entretanto gostaria de saber se alguém se lembra em quem votou para estes mesmos cargos na eleição passada. Alguns dirão que sim e outros que não ou que pouca diferença faz porque são todos iguais (farinha do mesmo saco como dizem), devemos então imaginar que existe uma escola apropriada para que as pessoas com pretensões políticas estudam para virar esta mesma farinha, deve ser um curso intensivo pelo pouco tempo que dispõem antes das eleições por causa das campanhas e também depois, já que não tem tempo de dar atenção aos seus eleitores.
Penso que uma boa medida e já em tempo seria que os sítios formadores de opinião on-line, também conhecidos como Web Sites e que contam hoje com grande adesão de público ávido de informações generalizadas, poderiam desta forma solicitar aos pretensos candidatos que exibissem seus currículos particulares, profissionais/políticos e de plano eleitoral. Com certeza alguns não darão a devida importância, outros enviarão sim talvez até com o conteúdo incompleto ou que nos surpreenda, mas o mais importante seria que tivéssemos acesso de forma transparente e pública e selecionássemos através de nossas opiniões aquele que possivelmente melhor nos representará em qualquer instância, isto é um ato cívico apartidário já que é de interesse público.
Aos políticos profissionais recomendo que sejam os mais sinceros possíveis para que em momento algum ajam informações mal interpretadas ou de cunho duvidoso, sabemos que uma imagem vale por mil palavras e que não existem mais buracos negros em nossa sociedade, a informação hoje é mais rápida e constantemente atualizada, estamos a um telefonema de qualquer pessoa em qualquer lugar. A globalização não é só econômica como muitos pensam porque transcende as fronteiras sociais e não estabelece limites, estamos diante da maior biblioteca a céu aberto sem censura ao seu conteúdo, pensem nisso!
Finalmente deixo dito que antes de pensar em ser candidato oficialmente ganhe a confiança do seu eleitorado através de suas atitudes e rapidez de respostas para os problemas que afligem nosso país, soluções que podem representar um avanço significativo devem ter prioridade porque a coletividade se sobrepõe aos interesses do individuo. Ninguém em sã consciência se elege sem levar o povo consigo para o poder, porque através da força desse mesmo povo não haverá exército que o possa demover da posição que ocupa, a menos que ele o destitua, portanto, não deixamos ninguém para trás!
Ana Paula de Carvalho
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“FORA QUAQUÁ, EU LUTO POR MARICÁ”
O movimento ”Eu Luto Por Maricá” em virtude da NOTA DE ESCLARECIMENTO divulgada, em 28/05/10, no jornal Território Livre onde faz a citação “A PARTICIPAÇÃO dos munícipes na "CAMINHADA PELA CIDADANIA" foi democrática, onde foi cedida a palavra a todas(os) que desejaram manifestar sua indignação quanto aos atos do poder público maricaense. Durante o ato cívico não houve como impedir as manifestações "FORA QUAQUÁ", mas que fique bem claro que o Fórum Comunitário exige: 1) TRANSPARêNCIA NAS CONTAS PÚBLICAS, COMO DETERMINA O TRANSPARENCIA BRASIL E CGU; e 2) PARTICIPAÇÃO POPULAR NA ATUAL GESTÃO. CCM, CCS-Maricá, FAMMAR e COMCID”, vem respeitosamente pedir desculpas por seu envolvimento em tal manifestação, durante a convocação possivelmente não tenha ficado bem claro o objetivo da mesma, induzindo ao erro de que caminhávamos no mesmo sentido.
Igualmente, reafirmamos que nosso compromisso é de destituir integralmente o atual prefeito por incompetências generalizada sem margem possível de recuperação, é ainda intenção deste movimento moralizar a “Casa de Tolerância” em que se transformou a sede do poder legislativo, entendemos que não precisamos ir ás ruas reivindicar aquilo que a lei tem como obrigatoriedade, a sua apresentação como Transparência e Participação Popular. Sabemos que a nossa luta é pelo município com um todo, de Jaconé a Itaipuaçu, do Espraiado até Zacarias e tudo o que estiver entre estes pontos, eu pessoalmente quando decidi me envolver nesta disputa não foi para ser o arroz (acompanhamento) e sim o prato principal, portanto, não me venham com batatinhas!
Aproveito para, uma vez definidas e delimitadas as posições de ambos os movimentos, solicitar aos simpatizantes da causa “Fora Quaquá, Eu LUTO por Maricá”, um novo dia para que seja feita a manifestação de deposição do executivo, ou um novo horário ainda que no mesmo dia, para que não haja possibilidade de novos enganos partidários apolíticos (sem partido), e sem constrangimento de outras. Nossa causa é pública de cunho popular e custeada até então com recursos financeiros próprios, sem participação de terceiros, exatamente por este motivo não devemos favores a ninguém e vice-versa, temos um ideal limpo, digno e moral que é a parte em que fica mais difícil acreditar, mas algumas pessoas sim querem o bem coletivo e legal. O favorecimento induz á corrupção.
No entendimento de que um enterro simbólico deveria significar a morte de uma gestão (que aparentemente não é a intenção, do movimento “Caminhada pela Cidadania”), não vemos motivo para comparecer no movimento citado, frisando novamente que os objetivos são diferentes e não atendem aos requisitos mínimos a que nos propomos. Ainda assim, somos solidários aos seus objetivos ainda que não queiram se comprometer como os nossos, mas também entendemos que existe um mundo maior além do nosso quintal.
Aos simpatizantes peço que se posicionem, debatam, levantem suas dúvidas, seus medos e esperanças, mas acima de tudo vistam a camisa, bata no seu peito bem forte e diga “Eu Acredito, Acredito”.
Eu sou Ana Paula de Carvalho, BRasileira, tenho uma face, um rosto, uma única cara! E, nunca desisto.
O movimento ”Eu Luto Por Maricá” em virtude da NOTA DE ESCLARECIMENTO divulgada, em 28/05/10, no jornal Território Livre onde faz a citação “A PARTICIPAÇÃO dos munícipes na "CAMINHADA PELA CIDADANIA" foi democrática, onde foi cedida a palavra a todas(os) que desejaram manifestar sua indignação quanto aos atos do poder público maricaense. Durante o ato cívico não houve como impedir as manifestações "FORA QUAQUÁ", mas que fique bem claro que o Fórum Comunitário exige: 1) TRANSPARêNCIA NAS CONTAS PÚBLICAS, COMO DETERMINA O TRANSPARENCIA BRASIL E CGU; e 2) PARTICIPAÇÃO POPULAR NA ATUAL GESTÃO. CCM, CCS-Maricá, FAMMAR e COMCID”, vem respeitosamente pedir desculpas por seu envolvimento em tal manifestação, durante a convocação possivelmente não tenha ficado bem claro o objetivo da mesma, induzindo ao erro de que caminhávamos no mesmo sentido.
Igualmente, reafirmamos que nosso compromisso é de destituir integralmente o atual prefeito por incompetências generalizada sem margem possível de recuperação, é ainda intenção deste movimento moralizar a “Casa de Tolerância” em que se transformou a sede do poder legislativo, entendemos que não precisamos ir ás ruas reivindicar aquilo que a lei tem como obrigatoriedade, a sua apresentação como Transparência e Participação Popular. Sabemos que a nossa luta é pelo município com um todo, de Jaconé a Itaipuaçu, do Espraiado até Zacarias e tudo o que estiver entre estes pontos, eu pessoalmente quando decidi me envolver nesta disputa não foi para ser o arroz (acompanhamento) e sim o prato principal, portanto, não me venham com batatinhas!
Aproveito para, uma vez definidas e delimitadas as posições de ambos os movimentos, solicitar aos simpatizantes da causa “Fora Quaquá, Eu LUTO por Maricá”, um novo dia para que seja feita a manifestação de deposição do executivo, ou um novo horário ainda que no mesmo dia, para que não haja possibilidade de novos enganos partidários apolíticos (sem partido), e sem constrangimento de outras. Nossa causa é pública de cunho popular e custeada até então com recursos financeiros próprios, sem participação de terceiros, exatamente por este motivo não devemos favores a ninguém e vice-versa, temos um ideal limpo, digno e moral que é a parte em que fica mais difícil acreditar, mas algumas pessoas sim querem o bem coletivo e legal. O favorecimento induz á corrupção.
No entendimento de que um enterro simbólico deveria significar a morte de uma gestão (que aparentemente não é a intenção, do movimento “Caminhada pela Cidadania”), não vemos motivo para comparecer no movimento citado, frisando novamente que os objetivos são diferentes e não atendem aos requisitos mínimos a que nos propomos. Ainda assim, somos solidários aos seus objetivos ainda que não queiram se comprometer como os nossos, mas também entendemos que existe um mundo maior além do nosso quintal.
Aos simpatizantes peço que se posicionem, debatam, levantem suas dúvidas, seus medos e esperanças, mas acima de tudo vistam a camisa, bata no seu peito bem forte e diga “Eu Acredito, Acredito”.
Eu sou Ana Paula de Carvalho, BRasileira, tenho uma face, um rosto, uma única cara! E, nunca desisto.
OS NOVOS GLADIADORES
Roma, junho de verão, ano X da era Cristã. É meio da tarde o clima está seco e a poeira ocupa uma grande porção do ambiente, do lado de fora do Coliseu pessoas passam de um lado para o outro freneticamente para entrar e ver o grande espetáculo. Acotovelam-se ansiosamente tentando ocupar um lugar onde a visibilidade seja bem ampla, vendedores oferecem seus produtos feitos na hora, o pão assado no barro servido com um pedaço de queijo ou carne de carneiro, o vinho novo recém retirado do lagar e muito fermentado exalta os ânimos de todos que o sorvem em goles generosos.
O sapateiro acelera o conserto da sandália do centurião na porta principal, “pode ser que consiga entrar sem que me notem, ou até como agradecimento se nada cobrar”, gostaria de ver o Maior Espetáculo do mundo, ouvir o brado do povo de dentro da concha acústica e sentir todo o seu ressoar. Os cavalos puxando as enormes e pesadas carruagens de batalha entrecortaram meu pensamento, o suor resplandecia sobre o pelo dos animais, como gotas de ouro enquanto a crina de cor contrastante vibrava cada vez que o animal balançava furiosamente a cabeça. Seu cavaleiro desceu olhou toda a imponência da estrutura á sua frente, suspirou e fez sinal para que as portas colossais se abrissem.
Entro e sinto uma vibração percorrer todo o ambiente como se fosse um murmúrio que só o corpo pode perceber, um frio mortal percorre a espinha até chegar á nuca, onde permaneço com um leve formigamento enquanto a boca resseca e passo suavemente a língua pelos lábios, sentindo o gosto de terras distantes trazido durante a viagem, subo os degraus laterais de pedra fria até chegar ao Observatorium de onde tenho visão de todos os ângulos da arena. Espero pacientemente para que todos se acomodem e façam silêncio e seja lida a proclamação do dia.
Lá em baixo as portas de ferro rangem pesadas ao abrir, delas saem figuras hercúleas vindas de todos os cantos do mundo conhecido, correntes grossas presas aos tornozelos mostram a sua condição de escravos capturados durante guerras, contendas ou como parte de pagamento de alguma divida, ainda assim o destino daquelas almas que ali estão eretas reluzindo ao sol com suas armaduras e coragem está selada. Ouve-se a saudação de combate “Aqueles que vão morrer vos saúdam” e tem início uma das manifestações mais primitivas do homem, a submissão do mundo pela força, durante algumas horas por todo o campo da arena ouve-se gritos de dor e suspiros de exaustão e desistência, alguns simplesmente não querem continuar e chegam ao fim pela ponta da espada ou fio do machado.
Ao final a terra em volta está rubra de vergonha e com o cheiro forte do ferro que emana do sangue que cobre tudo até onde a vista pode alcançar, em meio a todo este espetáculo o povo vibra a cada golpe certeiro, cada rasteira aplicada com precisão mostrando que só os mais fortes e preparados sobrevivem, o ópio do povo, emoções aplicadas magistralmente por seus organizadores, sabendo que a massa humana precisa compulsivamente de algo que o transporte da dura realidade em que vive para outro mundo, em que quase tudo é possível e está ao seu alcance, decidir até quem vive ou morre apenas apontando o polegar para cima ou para baixo.
A verdade é que com um pouco de sorte tudo isto logo passará e será esquecido, muito provavelmente no futuro distante ninguém se lembrará nem terá registro destas barbáries, nossos nomes serão esquecidos e esta que parece ser a idade das trevas será apenas uma recordação amarga de quem a viveu, restarão os monumentos de pedra e seus mortos perdidos no tempo, ninguém jamais saberá que Roma era o exemplo do mundo civilizado e que por trás de todo o seu discurso político existia uma realidade macabra e extremamente selvagem.
Rio de Janeiro junho de 2010, dois mil anos se passaram e incontáveis gerações povoaram a terra semeando por onde passavam novas culturas, que traziam consigo costumes mais antigos que o próprio tempo. Deixamos para trás hábitos que não compatibilizam com o mundo moderno e civilizado, onde imperam as vontades do consumo e de queremos e podemos, fomos á lua e voltamos, coisa que muitos pregavam ser impossível, muitos ainda duvidam que tenha realmente acontecido, criamos asas artificiais para podermos voar, Ícaro já não é mais um mito, voar é possível, e um atrás do outro vamos desmistificando o mundo que nos cerca.
Nossos arqueólogos cavam profundamente a terra procurando vestígios de como vivíamos no passado para podermos entender o quanto evoluímos no presente, e mesmo, se teremos alguma chance no futuro, desenterramos os nossos mortos que deveriam estar em descanso eterno para que através do que restou nos contem um pouco de sua história, não deixa de ser fascinante, o mistério é embriagante, temos sede de querer saber mais, explorar mundos que nasceram, floresceram e morreram sob o sol e as estrelas. Mas talvez não precisemos ir tão longe para vermos o passado tão presente.
África do Sul, todas as equipes estão preparadas para o mundial da Copa do Mundo, o Maior Espetáculo da terra, nossos gladiadores estão prontos há muito tempo, foram adaptados, depois de reconhecido o seu talento ás necessidades do combate homem a homem, seus corpos e suas mentes foram modificados e condicionados a vencer e vencer, superar obstáculos mostrando que acima de tudo somos os melhores. Cada nação do mundo conhecido manda seus Gladiadores para afirmar sua superioridade, os favoritos para dizerem ao mundo que o seu “American Way of Life” supera em muito o "Hay q endurecer-se pero sin, perder la ternura jamas".
Preparativos foram feitos e dados foram jogados, apostas correm o mundo inteiro é quase certo que os favoritos somos nós, mas já fomos favoritos outras vezes e não trouxemos a taça e nem por isso deixou de ser um espetáculo digno de ser visto, os gladiadores continuam morrendo, só que desta vez nos seus contratos milionários ou conseguem sua independência através deles, são como os cavalos de raça reprodutores, são os melhores no que fazem. Entretanto, conto esta história fictícia para lembrar que dentro em pouco será tempo de festa nacional, haverá união onde antes parecia não haver qualquer tipo de concordância, os assuntos derivarão para outras camadas e esqueceremos por instantes que a crise Européia pode ficar para mais tarde, depois do jogo, talvez depois da copa mesmo.
A nação brasileira estará unida como poucas vezes se viu em sua história, seremos um, a unidade de um povo, todos nós respiráramos verde e amarelo e nosso senso de patriotismo atinge camadas estratosféricas, olharemos para este nosso belo pais e diremos o quanto nos orgulhamos de sermos brasileiros, mesmo que soframos algumas perdas de gols entre uma cerveja e outra junto com o torresminho, o Brasil é isso aí, a diversidade posta á prova todos os dias do ano a cada minuto. Talvez os outros países não tenham o calor humano que nós temos, nem a suavidade no falar, quase cantando uma melodia para cada silaba, mas com certeza terão seus brios também mais aflorados e olharão para o resto do mundo como sendo apenas o resto!
Curiosamente sempre me pergunto quanta coincidência é o fato de as copas sempre andarem junto com o ano eleitoral para os cargos públicos mais importantes do país, é neste mesmo ano de copa do mundo que decidimos quem será o próximo presidente, o próximo governador e tantos outros que decidirão nosso futuro atrás de suas mesas de mogno e cadeiras de couro. Se vencermos este campeonato mundial estaremos tão embevecido de glória que qualquer pessoa que disser meia dúzia de palavras agradáveis está eleita, imagino que este encontro de dois eventos tão dispares não seja proposital, me deixaria com uma péssima impressão sobre a natureza humana e o modo como uma nação conduz seu povo como rebanho para o abatedouro.
É sabido, no entanto que é neste período de muito clímax que os governos escolhem para explorar as fugas e fraquezas deixadas por nós, para que apliquem seus pacotes econômicos, suas taxas mirabolantes que vão nos deixar um pouco mais pobres sem que percebamos. Com certeza não estaremos prontos para assimilar essas novas medidas, mas isso não fará a mínima diferença a não ser no mês seguinte, ou no outro, ou quando resolvermos ir ás urnas e verificarmos que alguma coisa mudou sem sabermos ao certo o quê.
Ainda assim, precisamos saber dosar as coisas, a nossa seleção merece todo o nosso respeito e apoio, mesmo que não seja a escalação que decidimos enquanto éramos pseudotécnicos, aqueles rapazes fizeram por merecer e sabemos que tentarão ao máximo mostrar que podemos confiar neles como já o fizemos antes, precisamos colorir um pouco nossas vidas com este momento que se aproxima porque até inconscientemente estávamos á sua espera, por quatro longos anos e estaremos esperando novamente nos próximos quatro.
O que não podemos esquecer é de dar o devido valor a este evento mundial e nacional, enquadrá-lo corretamente no nosso calendário e designar a sua real importância, sem menosprezar o valor esportivo e atlético, tenha-se me mente que não resolvera nosso problema político nem financeiro, nossas contas invariavelmente continuarão chegando pela mão do carteiro, nossos impostos não diminuirão, e nossa qualidade de vida não mudará independentemente do resultado obtido nessa guerra de torcidas que se aproxima. Vamos assistir aos jogos e vibrar com cada lance, vamos aproveitar para estreitar laços de união com o vizinho mais próximo, que sempre vemos passar na nossa porta e não nos damos ao trabalho de desejar-lhe um bom dia.
Quero marcar a pontuação no meu calendário de jogos e pensar que se podemos ter um objetivo comum neste momento, porque não após ele? Preciso lembrar-me de ouvir o que as pessoas próximas estão dizendo, mas não apenas ouvir, escutar também. Sempre soube que olhar e enxergar não são iguais, assim como olhar, ver e enxergar também não são a mesma coisa. Perceber o mundo ao seu redor pode ter uma sensibilidade que nem sabíamos que existia. Nem tudo são disputas, nem tudo são negativas, coisas positivas acontecem todos os dias, algumas de maior ou menor intensidade, mas todas de igual importância e efeito. As competições não começaram na antiguidade, elas sempre existiram desde o primeiro momento em que quisemos fazer ou usar algo diferente.
Isso acontece quando compramos uma roupa de marca, um carro melhor, colocamos nossos filhos em escolas mais qualificadas e assim por diante, a partir daí estamos dizendo sistematicamente que “minha roupa é melhor ou mais cara do que a sua”, “meu carro é uma extensão de mim mesmo”, “meus filhos serão mais capazes do que os seus”. Competir também tem seu valor, sem a competição não haveria porque melhorar ou ir mais além, é ela assim como os erros que cometemos que nos impulsionam a seguir adiante, e em outras condições, que minimizem o impacto que sofremos no percurso da vida. Assim evoluímos e supostamente nos tornamos melhores, mais capazes sim, mas ainda habitamos o mesmo planeta e isso até então é imutável.
Compre uma corneta, faça um encontro com seus amigos, confraternize e passe adiante suas idéias e seus temores, torça para vencermos e para que não saiamos derrotados nos meses seguintes, não baixe sua guarda nem sua bandeira, seja ela nacional ou de uma causa justa, acredite acima de tudo que mudar não só é possível como necessário e que o mundo depende do que decidirmos hoje fazer ou deixar de fazer. Viva uma vida completa de sucessos e de prosperidade, leve consigo todos aqueles que estiverem ao seu alcance, ajude aquém quer ser ajudado e “Não deixamos ninguém para trás”. Em junho seremos todos novamente Romanos e acima de tudo SALVE A SELEÇÃO!
Por Ana Paula de Carvalho, www.civilidade.com.br
Roma, junho de verão, ano X da era Cristã. É meio da tarde o clima está seco e a poeira ocupa uma grande porção do ambiente, do lado de fora do Coliseu pessoas passam de um lado para o outro freneticamente para entrar e ver o grande espetáculo. Acotovelam-se ansiosamente tentando ocupar um lugar onde a visibilidade seja bem ampla, vendedores oferecem seus produtos feitos na hora, o pão assado no barro servido com um pedaço de queijo ou carne de carneiro, o vinho novo recém retirado do lagar e muito fermentado exalta os ânimos de todos que o sorvem em goles generosos.
O sapateiro acelera o conserto da sandália do centurião na porta principal, “pode ser que consiga entrar sem que me notem, ou até como agradecimento se nada cobrar”, gostaria de ver o Maior Espetáculo do mundo, ouvir o brado do povo de dentro da concha acústica e sentir todo o seu ressoar. Os cavalos puxando as enormes e pesadas carruagens de batalha entrecortaram meu pensamento, o suor resplandecia sobre o pelo dos animais, como gotas de ouro enquanto a crina de cor contrastante vibrava cada vez que o animal balançava furiosamente a cabeça. Seu cavaleiro desceu olhou toda a imponência da estrutura á sua frente, suspirou e fez sinal para que as portas colossais se abrissem.
Entro e sinto uma vibração percorrer todo o ambiente como se fosse um murmúrio que só o corpo pode perceber, um frio mortal percorre a espinha até chegar á nuca, onde permaneço com um leve formigamento enquanto a boca resseca e passo suavemente a língua pelos lábios, sentindo o gosto de terras distantes trazido durante a viagem, subo os degraus laterais de pedra fria até chegar ao Observatorium de onde tenho visão de todos os ângulos da arena. Espero pacientemente para que todos se acomodem e façam silêncio e seja lida a proclamação do dia.
Lá em baixo as portas de ferro rangem pesadas ao abrir, delas saem figuras hercúleas vindas de todos os cantos do mundo conhecido, correntes grossas presas aos tornozelos mostram a sua condição de escravos capturados durante guerras, contendas ou como parte de pagamento de alguma divida, ainda assim o destino daquelas almas que ali estão eretas reluzindo ao sol com suas armaduras e coragem está selada. Ouve-se a saudação de combate “Aqueles que vão morrer vos saúdam” e tem início uma das manifestações mais primitivas do homem, a submissão do mundo pela força, durante algumas horas por todo o campo da arena ouve-se gritos de dor e suspiros de exaustão e desistência, alguns simplesmente não querem continuar e chegam ao fim pela ponta da espada ou fio do machado.
Ao final a terra em volta está rubra de vergonha e com o cheiro forte do ferro que emana do sangue que cobre tudo até onde a vista pode alcançar, em meio a todo este espetáculo o povo vibra a cada golpe certeiro, cada rasteira aplicada com precisão mostrando que só os mais fortes e preparados sobrevivem, o ópio do povo, emoções aplicadas magistralmente por seus organizadores, sabendo que a massa humana precisa compulsivamente de algo que o transporte da dura realidade em que vive para outro mundo, em que quase tudo é possível e está ao seu alcance, decidir até quem vive ou morre apenas apontando o polegar para cima ou para baixo.
A verdade é que com um pouco de sorte tudo isto logo passará e será esquecido, muito provavelmente no futuro distante ninguém se lembrará nem terá registro destas barbáries, nossos nomes serão esquecidos e esta que parece ser a idade das trevas será apenas uma recordação amarga de quem a viveu, restarão os monumentos de pedra e seus mortos perdidos no tempo, ninguém jamais saberá que Roma era o exemplo do mundo civilizado e que por trás de todo o seu discurso político existia uma realidade macabra e extremamente selvagem.
Rio de Janeiro junho de 2010, dois mil anos se passaram e incontáveis gerações povoaram a terra semeando por onde passavam novas culturas, que traziam consigo costumes mais antigos que o próprio tempo. Deixamos para trás hábitos que não compatibilizam com o mundo moderno e civilizado, onde imperam as vontades do consumo e de queremos e podemos, fomos á lua e voltamos, coisa que muitos pregavam ser impossível, muitos ainda duvidam que tenha realmente acontecido, criamos asas artificiais para podermos voar, Ícaro já não é mais um mito, voar é possível, e um atrás do outro vamos desmistificando o mundo que nos cerca.
Nossos arqueólogos cavam profundamente a terra procurando vestígios de como vivíamos no passado para podermos entender o quanto evoluímos no presente, e mesmo, se teremos alguma chance no futuro, desenterramos os nossos mortos que deveriam estar em descanso eterno para que através do que restou nos contem um pouco de sua história, não deixa de ser fascinante, o mistério é embriagante, temos sede de querer saber mais, explorar mundos que nasceram, floresceram e morreram sob o sol e as estrelas. Mas talvez não precisemos ir tão longe para vermos o passado tão presente.
África do Sul, todas as equipes estão preparadas para o mundial da Copa do Mundo, o Maior Espetáculo da terra, nossos gladiadores estão prontos há muito tempo, foram adaptados, depois de reconhecido o seu talento ás necessidades do combate homem a homem, seus corpos e suas mentes foram modificados e condicionados a vencer e vencer, superar obstáculos mostrando que acima de tudo somos os melhores. Cada nação do mundo conhecido manda seus Gladiadores para afirmar sua superioridade, os favoritos para dizerem ao mundo que o seu “American Way of Life” supera em muito o "Hay q endurecer-se pero sin, perder la ternura jamas".
Preparativos foram feitos e dados foram jogados, apostas correm o mundo inteiro é quase certo que os favoritos somos nós, mas já fomos favoritos outras vezes e não trouxemos a taça e nem por isso deixou de ser um espetáculo digno de ser visto, os gladiadores continuam morrendo, só que desta vez nos seus contratos milionários ou conseguem sua independência através deles, são como os cavalos de raça reprodutores, são os melhores no que fazem. Entretanto, conto esta história fictícia para lembrar que dentro em pouco será tempo de festa nacional, haverá união onde antes parecia não haver qualquer tipo de concordância, os assuntos derivarão para outras camadas e esqueceremos por instantes que a crise Européia pode ficar para mais tarde, depois do jogo, talvez depois da copa mesmo.
A nação brasileira estará unida como poucas vezes se viu em sua história, seremos um, a unidade de um povo, todos nós respiráramos verde e amarelo e nosso senso de patriotismo atinge camadas estratosféricas, olharemos para este nosso belo pais e diremos o quanto nos orgulhamos de sermos brasileiros, mesmo que soframos algumas perdas de gols entre uma cerveja e outra junto com o torresminho, o Brasil é isso aí, a diversidade posta á prova todos os dias do ano a cada minuto. Talvez os outros países não tenham o calor humano que nós temos, nem a suavidade no falar, quase cantando uma melodia para cada silaba, mas com certeza terão seus brios também mais aflorados e olharão para o resto do mundo como sendo apenas o resto!
Curiosamente sempre me pergunto quanta coincidência é o fato de as copas sempre andarem junto com o ano eleitoral para os cargos públicos mais importantes do país, é neste mesmo ano de copa do mundo que decidimos quem será o próximo presidente, o próximo governador e tantos outros que decidirão nosso futuro atrás de suas mesas de mogno e cadeiras de couro. Se vencermos este campeonato mundial estaremos tão embevecido de glória que qualquer pessoa que disser meia dúzia de palavras agradáveis está eleita, imagino que este encontro de dois eventos tão dispares não seja proposital, me deixaria com uma péssima impressão sobre a natureza humana e o modo como uma nação conduz seu povo como rebanho para o abatedouro.
É sabido, no entanto que é neste período de muito clímax que os governos escolhem para explorar as fugas e fraquezas deixadas por nós, para que apliquem seus pacotes econômicos, suas taxas mirabolantes que vão nos deixar um pouco mais pobres sem que percebamos. Com certeza não estaremos prontos para assimilar essas novas medidas, mas isso não fará a mínima diferença a não ser no mês seguinte, ou no outro, ou quando resolvermos ir ás urnas e verificarmos que alguma coisa mudou sem sabermos ao certo o quê.
Ainda assim, precisamos saber dosar as coisas, a nossa seleção merece todo o nosso respeito e apoio, mesmo que não seja a escalação que decidimos enquanto éramos pseudotécnicos, aqueles rapazes fizeram por merecer e sabemos que tentarão ao máximo mostrar que podemos confiar neles como já o fizemos antes, precisamos colorir um pouco nossas vidas com este momento que se aproxima porque até inconscientemente estávamos á sua espera, por quatro longos anos e estaremos esperando novamente nos próximos quatro.
O que não podemos esquecer é de dar o devido valor a este evento mundial e nacional, enquadrá-lo corretamente no nosso calendário e designar a sua real importância, sem menosprezar o valor esportivo e atlético, tenha-se me mente que não resolvera nosso problema político nem financeiro, nossas contas invariavelmente continuarão chegando pela mão do carteiro, nossos impostos não diminuirão, e nossa qualidade de vida não mudará independentemente do resultado obtido nessa guerra de torcidas que se aproxima. Vamos assistir aos jogos e vibrar com cada lance, vamos aproveitar para estreitar laços de união com o vizinho mais próximo, que sempre vemos passar na nossa porta e não nos damos ao trabalho de desejar-lhe um bom dia.
Quero marcar a pontuação no meu calendário de jogos e pensar que se podemos ter um objetivo comum neste momento, porque não após ele? Preciso lembrar-me de ouvir o que as pessoas próximas estão dizendo, mas não apenas ouvir, escutar também. Sempre soube que olhar e enxergar não são iguais, assim como olhar, ver e enxergar também não são a mesma coisa. Perceber o mundo ao seu redor pode ter uma sensibilidade que nem sabíamos que existia. Nem tudo são disputas, nem tudo são negativas, coisas positivas acontecem todos os dias, algumas de maior ou menor intensidade, mas todas de igual importância e efeito. As competições não começaram na antiguidade, elas sempre existiram desde o primeiro momento em que quisemos fazer ou usar algo diferente.
Isso acontece quando compramos uma roupa de marca, um carro melhor, colocamos nossos filhos em escolas mais qualificadas e assim por diante, a partir daí estamos dizendo sistematicamente que “minha roupa é melhor ou mais cara do que a sua”, “meu carro é uma extensão de mim mesmo”, “meus filhos serão mais capazes do que os seus”. Competir também tem seu valor, sem a competição não haveria porque melhorar ou ir mais além, é ela assim como os erros que cometemos que nos impulsionam a seguir adiante, e em outras condições, que minimizem o impacto que sofremos no percurso da vida. Assim evoluímos e supostamente nos tornamos melhores, mais capazes sim, mas ainda habitamos o mesmo planeta e isso até então é imutável.
Compre uma corneta, faça um encontro com seus amigos, confraternize e passe adiante suas idéias e seus temores, torça para vencermos e para que não saiamos derrotados nos meses seguintes, não baixe sua guarda nem sua bandeira, seja ela nacional ou de uma causa justa, acredite acima de tudo que mudar não só é possível como necessário e que o mundo depende do que decidirmos hoje fazer ou deixar de fazer. Viva uma vida completa de sucessos e de prosperidade, leve consigo todos aqueles que estiverem ao seu alcance, ajude aquém quer ser ajudado e “Não deixamos ninguém para trás”. Em junho seremos todos novamente Romanos e acima de tudo SALVE A SELEÇÃO!
Por Ana Paula de Carvalho, www.civilidade.com.br
Por um lugar ao SOL
O assalto à residência do presidente da câmara não é nenhuma novidade que já não saibamos que vem acontecendo neste município, o índice de criminalidade tem aumentado ao longo dos últimos anos por falta de policiamento efetivo e áreas de sombra onde antigamente havia iluminação pública, além de que apesar dos esforços em trazer para Maricá um batalhão tem-se mostrado muito complexo, ficando ainda sujeitos ao 12º BPM (Niterói).
As modalidades cujas estatísticas aumentaram foram as seguintes: estupro (200%, de 1 para 3), roubo a residência (20%, de 5 para 6) e roubo de veículo (3%, de 94 para 97), é certo que outras até diminuíram, mas não exime a crescente onda de violência generalizada sem falar do vandalismo e pichações ao patrimônio público. O mais importante de tudo é que ninguém mais está seguro como vimos no exemplo acima, isso faz parte do descaso generalizado da segurança pública que é um dos serviços ao quais todos precisamos recorrer assim como a saúde, sendo que os ilustres da cidade certamente não o utilizam este último localmente, mas no caso da segurança pública estamos envolvidos e segurança é um problema de todos.
A 82ª DP (Maricá) não é suficiente para controlar todos os acessos, responder aos chamados e ocorrências, já é hora de construir DPOs que possam receber a população nos momentos de aflição sem que se sintam constrangidos pelo ambiente lúgubre, a cidade e os principais centros dos distritos não são tão grandes que essas DPOs não possam ter um serviço de 24hs de vigilância de monitoramento de câmaras com gravação continua, permitindo um controle de acesso aos locais, segurança do nosso patrimônio e acompanhamento das principais atividades diárias e noturnas. É simples, barato e digno, qualificando ainda mais o policial militar para um melhor atendimento á população geral.
A solução está diante de nossos olhos, hoje são “ladrões de galinhas” (ou de Curió), mas perdeu-se mais uma arma e agora precisaremos seguir o rastro das balas para encontrá-la, que histórias trágicas estarão no seu caminho? Nosso município é cheio de ruas desertas, nossos filhos estão na rua e a família começa a se proteger e trancar dentro de casa, estabelecendo limites de acesso e criando prisões de luxo, ou nem tanto já que nem todas as pessoas têm recursos para cercas elétricas, carros blindados e seguranças particulares.
Ainda temos tempo de reverter esta situação, vamos nos empenhar em apresentar projetos e soluções para a diminuição destas estatísticas, claro que é preciso de uma dose de boa vontade do poder público para viabilizá-las e contamos com isso. A Secretaria de Educação que pagará a uma empresa particular o valor de R$ 4.429.894,20, para que a mesma coloque vigias no período noturno nas escolas, esta é mais uma notícia que sempre nos deixa pasmos com o destino do dinheiro de nossas contribuições, lamento pela violência sofrida pelo presidente da câmara e de todos os nossos cidadãos, mas lamento mais ainda ver a ineficiência dos gestores, parece que de nada serve estudar, chega a ser medíocre!
Ana Paula de Carvalho
O assalto à residência do presidente da câmara não é nenhuma novidade que já não saibamos que vem acontecendo neste município, o índice de criminalidade tem aumentado ao longo dos últimos anos por falta de policiamento efetivo e áreas de sombra onde antigamente havia iluminação pública, além de que apesar dos esforços em trazer para Maricá um batalhão tem-se mostrado muito complexo, ficando ainda sujeitos ao 12º BPM (Niterói).
As modalidades cujas estatísticas aumentaram foram as seguintes: estupro (200%, de 1 para 3), roubo a residência (20%, de 5 para 6) e roubo de veículo (3%, de 94 para 97), é certo que outras até diminuíram, mas não exime a crescente onda de violência generalizada sem falar do vandalismo e pichações ao patrimônio público. O mais importante de tudo é que ninguém mais está seguro como vimos no exemplo acima, isso faz parte do descaso generalizado da segurança pública que é um dos serviços ao quais todos precisamos recorrer assim como a saúde, sendo que os ilustres da cidade certamente não o utilizam este último localmente, mas no caso da segurança pública estamos envolvidos e segurança é um problema de todos.
A 82ª DP (Maricá) não é suficiente para controlar todos os acessos, responder aos chamados e ocorrências, já é hora de construir DPOs que possam receber a população nos momentos de aflição sem que se sintam constrangidos pelo ambiente lúgubre, a cidade e os principais centros dos distritos não são tão grandes que essas DPOs não possam ter um serviço de 24hs de vigilância de monitoramento de câmaras com gravação continua, permitindo um controle de acesso aos locais, segurança do nosso patrimônio e acompanhamento das principais atividades diárias e noturnas. É simples, barato e digno, qualificando ainda mais o policial militar para um melhor atendimento á população geral.
A solução está diante de nossos olhos, hoje são “ladrões de galinhas” (ou de Curió), mas perdeu-se mais uma arma e agora precisaremos seguir o rastro das balas para encontrá-la, que histórias trágicas estarão no seu caminho? Nosso município é cheio de ruas desertas, nossos filhos estão na rua e a família começa a se proteger e trancar dentro de casa, estabelecendo limites de acesso e criando prisões de luxo, ou nem tanto já que nem todas as pessoas têm recursos para cercas elétricas, carros blindados e seguranças particulares.
Ainda temos tempo de reverter esta situação, vamos nos empenhar em apresentar projetos e soluções para a diminuição destas estatísticas, claro que é preciso de uma dose de boa vontade do poder público para viabilizá-las e contamos com isso. A Secretaria de Educação que pagará a uma empresa particular o valor de R$ 4.429.894,20, para que a mesma coloque vigias no período noturno nas escolas, esta é mais uma notícia que sempre nos deixa pasmos com o destino do dinheiro de nossas contribuições, lamento pela violência sofrida pelo presidente da câmara e de todos os nossos cidadãos, mas lamento mais ainda ver a ineficiência dos gestores, parece que de nada serve estudar, chega a ser medíocre!
Ana Paula de Carvalho
VEJA O TEXTO DE ANA PAULA CARVALHO SOBRE OS ACONTECIMENTOS MAIS MARCANTES DO NOSSO MUNICÍPIO EM 2010 acessandohttp://lutopormarica.blogspot.com/2010/12/retrospectiva-2010-neste-texto-buscarei.html
Diamante Líquido
Quando nos sentimos traídos, num descaso explícito de omissão a população deve se unir num só objetivo, afastando por momentos diferenças locais, quebrando distâncias e espaços geográficos, pois no desamparo de uma comunidade e o sentimento de indignação e traição devemos desenvolver mudanças na sociedade e seus indivíduos.
Deste sentimento surge a necessidade de cobrar uma gestão compartilhada entre a população o poder executivo e legislativo, integrando os princípios básicos de civilidade a todos os municípios sem descriminações.
Neste caso não sinto esta cidade tão preterida quanto às demais, talvez nós de cidades menores, não capitais, devamos reagir contra improbidades e incoerências generalizadas. Acredito que todos os Cidadãos Fluminenses, já entenderam que o Estado do Rio de Janeiro perdeu qualquer outra vocação que não seja relacionada com a extração do Petróleo.
Pelo menos é isso que fica cada dia mais explícito nas matérias e manchetes, em qualquer veículo de comunicação. Os jornais da Bahia estão certos, quando falam que a razão do Pólo Naval não ter sido feito lá é porque aqui no Estado do Rio de Janeiro, os órgãos licenciadores fiscalizadores e normativos são mais complacentes com os objetivos políticos (e ou favorecimento partidário?) existentes e não com a legislação, pois CONAMA, ABNT, CONSTITUIÇÃO entre outras são iguais para qualquer estado Brasileiro, estaduais e municipais, sempre mais restritivas em razão da geografia e vizinhanças.
Cada cidade está vivenciando suas angústias isoladamente permeando o tema: Desrespeito à Legislação pelo Poder Executivo com a Conivência do Poder Legislativo e Órgãos Competentes Nos Pequenos Municípios em Obras Conflitantes. Tema este já apresentado em uma Carta aberta ao Comitê da Baía de Guanabara.
No documento foi apresentado o temor após constatações com o “objetivo de evidenciar perante os órgãos competentes a necessidade urgente de se fazer cumprir a legislação na sua integra, tendo em vista evitar a manipulação ainda que por meios legais dos princípios base das leis”.
“Atentando para o fato de que não se podem omitir justamente aqueles para quem a lei é feita assim como para os que fazem ou deveriam fazer a lei ser cumprida, observo que no decorrer deste estudo e vejo isso com muita decepção e desapontamento, que na sua maioria, os órgãos responsáveis cientes de sua vital função de criar e fiscalizar são os primeiros a não cumpri-las”.
“Comprovando jornalisticamente que entre tantas irregularidades que vem ocorrendo neste município a preocupação hoje não é nem de longe o complexo portuário a ser instalado em Jaconé, Maricá/RJ e sim a omissão e cumplicidade em transgredir as leis dos Órgãos Competentes, fiscalizadores e normativos, quanto ao cumprimento das mesmas nesta região”.
“Fica claro que qualquer empreendimento enquadrado devidamente nas leis, com o licenciamento ambiental, fidedigno, necessário pelo Órgão Competente, de maneira legítima fazendo cumprir o que a legislação determina, é bem vindo em Maricá e aos seus munícipes. Mas para isto precisamos acreditar na lisura, imparcialidade, empenho e transparência do Órgão Licenciador para o cumprimento das exigências legais”.
Ao ler o que pretendem em Seropédica o choque é maior. Como municípios do Estado não estamos interagindo em objetivos comuns, como cidades pequenas sempre contamos com os veranistas e turista destas localidades, mas muito raramente entre nós mesmo.
A internet como meio de divulgação deve quebrar esta barreira, temos que ser mais unidos do que gostariam, não precisamos ter as mesmas crenças ou o mesmo partido, mas identificarmos problemas, quantificarmos e compartilhar soluções. Enquanto estivermos dessincronizados nos tornamos mais vulneráveis quanto aos interesses gestores em detrimento aos interesses público.
O objetivo deste texto ainda é responder uma simples questão: Porque colocar um aterro sanitário sobre o terceiro maior aqüífero do Estado do Rio de janeiro? Conforme matéria de 07/06/2010, Novo aterro sanitário do Rio construído em cima de aqüífero preocupa ambientalista, do site www.ambientebrasil.com.br. “É simplesmente inaceitável que o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) tenha dado a licença de instalação para um empreendimento nessa área, numa época em que se discute toda a questão da água e a preservação do meio ambiente”, criticou engenheira agrônoma Rosângela Straliotto.
Instrumentos normativos licenciadores e fiscalizadores e acima de tudo o bom-senso, devem prevalecer sobre os demais e o que se levanta aqui não é a perfeição do projeto do aterro sanitário e sim a legislação sobre águas subterrâneas, atentando que “A proteção do solo deve ser realizada de maneira preventiva”.
Lendo alguns documentos como: Resolução CONAMA 420, de 28/12/09, Lei Federal nº 9.433, de 8/01/97, Resolução CNRH Nº 91, DE 5/11/08, Resolução CNRH Nº 92, DE 5/11/08, Resolução CONAMA nº 396, de 03/04/08, entre outras a nível estadual e municipal e normas técnicas que regem o gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por substâncias em decorrência de atividades antrópicas em solo (onde uma de suas principais funções é proteger as águas superficiais e subterrâneas).
O Risco da eventual possibilidade do fundo romper, Chorume extravasar e erros humanos acontecerem, não existe EIA, RIMA, ou licenciamento que estabeleça um valor real de perda que contabilize os danos, que nos forneça algum indicador específico estatisticamente seguro para tal “obra”. Como sabemos a água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico, e sua gestão deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades.
Aquela região ainda contempla dois rios e três nascentes, sujeita a inundações em épocas de chuva possibilitando a contaminação através do transbordamento das nascentes e do lençol freático, sem contar que aquele solo é arenoso absorvendo mais rapidamente os contaminantes, conforme entrevista de Rosângela Straliotto a ABES Informa No. 178.
Estamos falando de água, límpida cristalina, potável, armazenada pela benevolência da natureza, produto este que gera interesses dos mais importantes até hoje e nós Brasileiros temos bastante o que não nos dá o direito de utilizá-lo de forma indevida ou leviana, outros povos não têm sequer para sua sustentabilidade. Milhares de pessoas morrem diariamente por falta deste produto, e nós estamos jogando com esta raridade?
Anunciar e discutir estes assuntos polêmicos, tão próximos ás eleições (mesmo com a cobertura da copa), vamos aproveitar para ao encontrarmos com nossos vizinhos, mas sobre o nosso futuro, o que queremos? Principalmente neste momento que estamos mais unidos e sentimentalmente também mais apaixonados pelo nosso país, coração na mão, nosso lar, nossa família, nossa nação.
É nesta emoção que devemos iniciar nossas avaliações do que queremos para o nosso Estado, para o nosso Brasil? Ganhando ou perdendo, unidos, únicos, Brasileiros decidindo nosso futuro.
Não podemos deixar este assunto se perder nas palavras vazias, temos que cobrar posições, apesar das próximas eleições, cargos ainda vigoram de Deputados Estaduais e Federais, todos estes tem a responsabilidade e a atribuição de coibir esta improbidade, em nome de toda a população Fluminense, com seus mandatos até o fim do ano.
Se engenheiros e outros técnicos já esqueceram seus votos no ato da formatura, os eleitos pelo povo os renovam de quatro em quatro renovam, façam valer a autoridade e autonomia que lhe empenhamos com nossos votos e não permitam tal ato que contrapõe a racionalidade, não permitam que licenciamentos deste tipo sejam instrumentos legais, covardes e imorais para burlar leis.
O que hoje acontece em Seropédica, Maricá e outras pequenas regiões que ainda não tomamos conhecimento é por demais ofensivo ás leis da sobrevivência e dos bons costumes, vamos reunir todos os pequenos povoados uma vez por ano, duas se necessário, fazer um grande simpósio de apresentação de problemas e soluções regionais integradas, falar uma mesma língua e elevar este estado á condição de menina dos olhos deste país.
Ana Paula de Carvalho
Quando nos sentimos traídos, num descaso explícito de omissão a população deve se unir num só objetivo, afastando por momentos diferenças locais, quebrando distâncias e espaços geográficos, pois no desamparo de uma comunidade e o sentimento de indignação e traição devemos desenvolver mudanças na sociedade e seus indivíduos.
Deste sentimento surge a necessidade de cobrar uma gestão compartilhada entre a população o poder executivo e legislativo, integrando os princípios básicos de civilidade a todos os municípios sem descriminações.
Neste caso não sinto esta cidade tão preterida quanto às demais, talvez nós de cidades menores, não capitais, devamos reagir contra improbidades e incoerências generalizadas. Acredito que todos os Cidadãos Fluminenses, já entenderam que o Estado do Rio de Janeiro perdeu qualquer outra vocação que não seja relacionada com a extração do Petróleo.
Pelo menos é isso que fica cada dia mais explícito nas matérias e manchetes, em qualquer veículo de comunicação. Os jornais da Bahia estão certos, quando falam que a razão do Pólo Naval não ter sido feito lá é porque aqui no Estado do Rio de Janeiro, os órgãos licenciadores fiscalizadores e normativos são mais complacentes com os objetivos políticos (e ou favorecimento partidário?) existentes e não com a legislação, pois CONAMA, ABNT, CONSTITUIÇÃO entre outras são iguais para qualquer estado Brasileiro, estaduais e municipais, sempre mais restritivas em razão da geografia e vizinhanças.
Cada cidade está vivenciando suas angústias isoladamente permeando o tema: Desrespeito à Legislação pelo Poder Executivo com a Conivência do Poder Legislativo e Órgãos Competentes Nos Pequenos Municípios em Obras Conflitantes. Tema este já apresentado em uma Carta aberta ao Comitê da Baía de Guanabara.
No documento foi apresentado o temor após constatações com o “objetivo de evidenciar perante os órgãos competentes a necessidade urgente de se fazer cumprir a legislação na sua integra, tendo em vista evitar a manipulação ainda que por meios legais dos princípios base das leis”.
“Atentando para o fato de que não se podem omitir justamente aqueles para quem a lei é feita assim como para os que fazem ou deveriam fazer a lei ser cumprida, observo que no decorrer deste estudo e vejo isso com muita decepção e desapontamento, que na sua maioria, os órgãos responsáveis cientes de sua vital função de criar e fiscalizar são os primeiros a não cumpri-las”.
“Comprovando jornalisticamente que entre tantas irregularidades que vem ocorrendo neste município a preocupação hoje não é nem de longe o complexo portuário a ser instalado em Jaconé, Maricá/RJ e sim a omissão e cumplicidade em transgredir as leis dos Órgãos Competentes, fiscalizadores e normativos, quanto ao cumprimento das mesmas nesta região”.
“Fica claro que qualquer empreendimento enquadrado devidamente nas leis, com o licenciamento ambiental, fidedigno, necessário pelo Órgão Competente, de maneira legítima fazendo cumprir o que a legislação determina, é bem vindo em Maricá e aos seus munícipes. Mas para isto precisamos acreditar na lisura, imparcialidade, empenho e transparência do Órgão Licenciador para o cumprimento das exigências legais”.
Ao ler o que pretendem em Seropédica o choque é maior. Como municípios do Estado não estamos interagindo em objetivos comuns, como cidades pequenas sempre contamos com os veranistas e turista destas localidades, mas muito raramente entre nós mesmo.
A internet como meio de divulgação deve quebrar esta barreira, temos que ser mais unidos do que gostariam, não precisamos ter as mesmas crenças ou o mesmo partido, mas identificarmos problemas, quantificarmos e compartilhar soluções. Enquanto estivermos dessincronizados nos tornamos mais vulneráveis quanto aos interesses gestores em detrimento aos interesses público.
O objetivo deste texto ainda é responder uma simples questão: Porque colocar um aterro sanitário sobre o terceiro maior aqüífero do Estado do Rio de janeiro? Conforme matéria de 07/06/2010, Novo aterro sanitário do Rio construído em cima de aqüífero preocupa ambientalista, do site www.ambientebrasil.com.br. “É simplesmente inaceitável que o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) tenha dado a licença de instalação para um empreendimento nessa área, numa época em que se discute toda a questão da água e a preservação do meio ambiente”, criticou engenheira agrônoma Rosângela Straliotto.
Instrumentos normativos licenciadores e fiscalizadores e acima de tudo o bom-senso, devem prevalecer sobre os demais e o que se levanta aqui não é a perfeição do projeto do aterro sanitário e sim a legislação sobre águas subterrâneas, atentando que “A proteção do solo deve ser realizada de maneira preventiva”.
Lendo alguns documentos como: Resolução CONAMA 420, de 28/12/09, Lei Federal nº 9.433, de 8/01/97, Resolução CNRH Nº 91, DE 5/11/08, Resolução CNRH Nº 92, DE 5/11/08, Resolução CONAMA nº 396, de 03/04/08, entre outras a nível estadual e municipal e normas técnicas que regem o gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por substâncias em decorrência de atividades antrópicas em solo (onde uma de suas principais funções é proteger as águas superficiais e subterrâneas).
O Risco da eventual possibilidade do fundo romper, Chorume extravasar e erros humanos acontecerem, não existe EIA, RIMA, ou licenciamento que estabeleça um valor real de perda que contabilize os danos, que nos forneça algum indicador específico estatisticamente seguro para tal “obra”. Como sabemos a água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico, e sua gestão deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades.
Aquela região ainda contempla dois rios e três nascentes, sujeita a inundações em épocas de chuva possibilitando a contaminação através do transbordamento das nascentes e do lençol freático, sem contar que aquele solo é arenoso absorvendo mais rapidamente os contaminantes, conforme entrevista de Rosângela Straliotto a ABES Informa No. 178.
Estamos falando de água, límpida cristalina, potável, armazenada pela benevolência da natureza, produto este que gera interesses dos mais importantes até hoje e nós Brasileiros temos bastante o que não nos dá o direito de utilizá-lo de forma indevida ou leviana, outros povos não têm sequer para sua sustentabilidade. Milhares de pessoas morrem diariamente por falta deste produto, e nós estamos jogando com esta raridade?
Anunciar e discutir estes assuntos polêmicos, tão próximos ás eleições (mesmo com a cobertura da copa), vamos aproveitar para ao encontrarmos com nossos vizinhos, mas sobre o nosso futuro, o que queremos? Principalmente neste momento que estamos mais unidos e sentimentalmente também mais apaixonados pelo nosso país, coração na mão, nosso lar, nossa família, nossa nação.
É nesta emoção que devemos iniciar nossas avaliações do que queremos para o nosso Estado, para o nosso Brasil? Ganhando ou perdendo, unidos, únicos, Brasileiros decidindo nosso futuro.
Não podemos deixar este assunto se perder nas palavras vazias, temos que cobrar posições, apesar das próximas eleições, cargos ainda vigoram de Deputados Estaduais e Federais, todos estes tem a responsabilidade e a atribuição de coibir esta improbidade, em nome de toda a população Fluminense, com seus mandatos até o fim do ano.
Se engenheiros e outros técnicos já esqueceram seus votos no ato da formatura, os eleitos pelo povo os renovam de quatro em quatro renovam, façam valer a autoridade e autonomia que lhe empenhamos com nossos votos e não permitam tal ato que contrapõe a racionalidade, não permitam que licenciamentos deste tipo sejam instrumentos legais, covardes e imorais para burlar leis.
O que hoje acontece em Seropédica, Maricá e outras pequenas regiões que ainda não tomamos conhecimento é por demais ofensivo ás leis da sobrevivência e dos bons costumes, vamos reunir todos os pequenos povoados uma vez por ano, duas se necessário, fazer um grande simpósio de apresentação de problemas e soluções regionais integradas, falar uma mesma língua e elevar este estado á condição de menina dos olhos deste país.
Ana Paula de Carvalho
CRITICANDO A CRÍTICA
A crítica é uma manifestação pessoal sobre qualquer assunto do qual concordamos ou discordamos, podendo esta ser positiva, negativa, construtiva ou destrutiva, depende muito do modo como a manifestamos ou qual a sua real intenção. Ainda assim, é importante salientar que só podemos criticar aquilo do qual entendemos ou possuímos um conhecimento que nos garanta o mínimo de coerência nas nossas posições e afirmações de modo a que não venhamos a cometer injustiças ou idéias erradas do que criticamos.
A importância de sabermos emitir uma opinião que tenha um conteúdo crível e através dela podermos manifestar nosso apoio ou descontentamento com o assunto em questão é pelo menos metade do empenho que se precisa para atingir os objetivos. Não podemos e não devemos em hipótese alguma nos manifestar sem que aja o mínimo de conceituação e embasamento de que é possível inclusive chegar a um denominador comum livre de preconceitos e posicionamentos radicais.
Sempre que emitimos uma opinião, que geralmente é crítica, é porque temos a impressão ou noção bem definida de que entendemos o suficiente para podermos nos expressar e manifestar o nosso desejo de que não concordamos ou que podemos melhorar o que já existente, entretanto, não devemos apenas criticar por criticar, porque a nossa vida começará a ser uma pilha de insatisfações e assim mesmo nunca será o mundo perfeito nem a nossa vida o ideal, porque não existem unanimidades nas críticas.
Devemos sempre dizer a todos o que não queremos e com o que concordamos, mas junto a isso devemos apresentar alternativas e idéias de como resolver o possível problema que estamos colocando em evidência ou como melhorá-lo, jamais deixe de agregar a sua opinião ao valor do que está mostrando para os demais de forma pública ou particular, mas não critique aquilo que não tem a mínima idéia de como resolver por menor que seja, porque se subentende que para tudo existe uma solução que na maior parte das vezes está dentro de nós intrinsecamente e faz parte do que criticamos já como resposta.
Não se pede a ninguém que entenda de todos os problemas do mundo, seria impossível, sabemos que algumas pessoas entendem de política, novela, esportes, educação, saúde e tantas outras opções, outras entendem de jardinagem, mecânica, fotografia, confeitaria e sabem-se lá mais o quê. Todos têm o seu valor agregado pela experiência de vida, de trabalho desempenhado ou acadêmico, ainda assim mesmo não tendo o conhecimento necessário sabemos quando elegemos nossos representantes e deixam de nos representar, ou quando um carro engasga o que ocasiona isso e como podemos tentar solucionar.
Mas o mais importante, critique e sempre que possível apontando o caminho a seguir, pelo menos aquele que considera ser o mais adequado, porque para evoluirmos como nação precisamos caminhar no mesmo sentido, ainda que com nossas diferenças guardadas intimamente no nosso âmago, não podemos percorrer este caminho sozinhos, nem nos tornarmos melhores se não houverem os desafios a superar e as barreiras impostas a cada dia. Lembre-se que nada é para sempre e que o mais importante é sabermos viver em harmonia hoje, o amanhã não existe ainda e o ontem ficou no passado.
Por outro lado, evite as que tenham conteúdo pouco esclarecedor ou que tenham única e exclusivamente a intenção de desestabilizar o modo civilizado de viver e os bons costumes, somos desde sempre um país livre e queremos que continue assim, onde cada um de nós possa dizer e agir livremente sempre respeitando os limites do próximo, é isso que nos dá identidade como povo.
Ana Paula de Carvalho
A crítica é uma manifestação pessoal sobre qualquer assunto do qual concordamos ou discordamos, podendo esta ser positiva, negativa, construtiva ou destrutiva, depende muito do modo como a manifestamos ou qual a sua real intenção. Ainda assim, é importante salientar que só podemos criticar aquilo do qual entendemos ou possuímos um conhecimento que nos garanta o mínimo de coerência nas nossas posições e afirmações de modo a que não venhamos a cometer injustiças ou idéias erradas do que criticamos.
A importância de sabermos emitir uma opinião que tenha um conteúdo crível e através dela podermos manifestar nosso apoio ou descontentamento com o assunto em questão é pelo menos metade do empenho que se precisa para atingir os objetivos. Não podemos e não devemos em hipótese alguma nos manifestar sem que aja o mínimo de conceituação e embasamento de que é possível inclusive chegar a um denominador comum livre de preconceitos e posicionamentos radicais.
Sempre que emitimos uma opinião, que geralmente é crítica, é porque temos a impressão ou noção bem definida de que entendemos o suficiente para podermos nos expressar e manifestar o nosso desejo de que não concordamos ou que podemos melhorar o que já existente, entretanto, não devemos apenas criticar por criticar, porque a nossa vida começará a ser uma pilha de insatisfações e assim mesmo nunca será o mundo perfeito nem a nossa vida o ideal, porque não existem unanimidades nas críticas.
Devemos sempre dizer a todos o que não queremos e com o que concordamos, mas junto a isso devemos apresentar alternativas e idéias de como resolver o possível problema que estamos colocando em evidência ou como melhorá-lo, jamais deixe de agregar a sua opinião ao valor do que está mostrando para os demais de forma pública ou particular, mas não critique aquilo que não tem a mínima idéia de como resolver por menor que seja, porque se subentende que para tudo existe uma solução que na maior parte das vezes está dentro de nós intrinsecamente e faz parte do que criticamos já como resposta.
Não se pede a ninguém que entenda de todos os problemas do mundo, seria impossível, sabemos que algumas pessoas entendem de política, novela, esportes, educação, saúde e tantas outras opções, outras entendem de jardinagem, mecânica, fotografia, confeitaria e sabem-se lá mais o quê. Todos têm o seu valor agregado pela experiência de vida, de trabalho desempenhado ou acadêmico, ainda assim mesmo não tendo o conhecimento necessário sabemos quando elegemos nossos representantes e deixam de nos representar, ou quando um carro engasga o que ocasiona isso e como podemos tentar solucionar.
Mas o mais importante, critique e sempre que possível apontando o caminho a seguir, pelo menos aquele que considera ser o mais adequado, porque para evoluirmos como nação precisamos caminhar no mesmo sentido, ainda que com nossas diferenças guardadas intimamente no nosso âmago, não podemos percorrer este caminho sozinhos, nem nos tornarmos melhores se não houverem os desafios a superar e as barreiras impostas a cada dia. Lembre-se que nada é para sempre e que o mais importante é sabermos viver em harmonia hoje, o amanhã não existe ainda e o ontem ficou no passado.
Por outro lado, evite as que tenham conteúdo pouco esclarecedor ou que tenham única e exclusivamente a intenção de desestabilizar o modo civilizado de viver e os bons costumes, somos desde sempre um país livre e queremos que continue assim, onde cada um de nós possa dizer e agir livremente sempre respeitando os limites do próximo, é isso que nos dá identidade como povo.
Ana Paula de Carvalho
CARTA ABERTA AO COMITÊ DA BAIA DE GUANABARA
Maricá, 19 de maio de 2010
Autor (a): Ana Paula de Carvalho
Engenheira Civil – Saúde Pública CREA RJ 94-1-03296-6
CARTA ABERTA AO COMITÊ DA BAÍA DE GUANABARA
TEMA: DESRESPEITO A LEGISLAÇÃO PELO PODER EXECUTIVO COM A
CONIVÊNCIA DO PODER LEGISLATIVO E ÓRGÃOS COMPETENTES
NOS PEQUENOS MUNICÍPIOS EM OBRAS CONFLITANTES
OBJETO: CIDADE DE MARICÁ, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, BRASIL
PREZADO DONATO VELLOSO, E DEMAIS MEMBROS DO COMITÊ DA
BAÍA DE GUANABARA;
Buscamos este importante Comitê para apresentar problemas que vem acontecendo rotineiramente nesta região para que possa representar nossas angustia já que estamos preocupados com a usurpação e improbidades, em empreendimentos que não somos contra, mas somos contra como vem sendo conduzido. Seja pela falta de transparência do executivo e omissão dos órgãos fiscalizadores.
O documento anexo tem como objetivo evidenciar perante os órgãos competentes a necessidade urgente de se fazer cumprir a legislação na sua integra, tendo em vista evitar a manipulação ainda que por meios legais dos princípios base das leis.
Atento para o fato de que não se podem omitir justamente aqueles para quem a lei é feita assim como para os que fazem ou deveriam fazer a lei ser cumprida, observo que
no decorrer deste estudo e vejo isso com muita decepção e desapontamento, que na sua
maioria, os órgãos responsáveis cientes de sua vital função de criar e fiscalizar são os primeiros a não cumpri-las.
Dentre tantas irregularidades que vem ocorrendo neste município a preocupação hoje não é nem de longe o complexo portuário a ser instalado em Jaconé,Maricá/RJ e sim a omissão e cumplicidade em transgredir as leis dos Órgãos Competentes, fiscalizadores e normativos, quanto ao cumprimento das mesmas nesta região!
Entendemos que esta forma de gestão (3 distritos e 2 bacias) são o fundamento da falta representação e hegemonia municipal, tornando divididos e dessincronizados quanto aos interesses públicos, sendo mais fácil manipulação pelos mesmo, sejam eles legislativos, normativos, executivos e até fiscalizadores. Maricá deve ser trabalhado como uma unidade através de seu complexo lagunar, pois qualquer intervenção e/ou obra demandará conseqüências para todo o sistema.
Para isto necessitamos que a Bacia do Sistema Lagunar de Maricá tenha um organismo, próprio, único e representativo, de bacia para o Gerenciamento de www.civilidade.com.br
Recursos Hídricos, para coordenar obras, projetos e/ou programas em andamento, ou
futuros com a participação de Entidades Governamentais e Não-Governamentais atuando como um único organismo que é este Município. Necessitando assim para o campo gerencial, de um Conselho Gestor para o Sistema Lagunar de Maricá em conjunto a um posto que atue no gerenciamento costeiro, mediante a especulação de projetos no setor naval.
Para quem não é daqui, acredita que tudo está bem e não existem reclamações, denuncias e manifestações. Na verdade, Maricá está à beira de um rompimento estrutural em sua gestão, que apesar dos esforços começa a existir um início de divulgação sobre tudo isto. E através deste Comitê explico mais claramente o porquê desta apreensão toda: Se já existe uma conivência e omissão no cumprimento das leis neste município por quem na verdade deveria defender a todo custo, isto é, ao poder executivo e o fiscalizador, imagine o que virá acontecer com a ocupação da APA de Maricá e com a Construção do Pólo Naval em Jaconé?!
Quero acreditar na competência dos órgãos que criaram toda a legislação ambiental e social, e sei que sempre têm dificuldade de fiscalização e pessoal, problema esse que deve ser sanado junto ao governo com aquisição de mais verbas para este fim,o governo também não está acima da lei, entretanto, não podemos nos ocultar na cobrança de qualquer atitude de correção quando cabível.
Fica claro que qualquer empreendimento enquadrado devidamente nas leis,com o licenciamento ambiental, fidedigno, necessário pelo Órgão Competente, de maneira legítima fazendo cumprir o que a legislação determina, é bem vindo em Maricá e aos seus munícipes. Mas para isto precisamos acreditar na lisura, imparcialidade,empenho e transparência do Órgão Licenciador para o cumprimento das exigências
legais.
E, enquanto formos tratados como fração, e devemos entender que além de Maricá ter que ser respeitada e tratada como um só, nesta cidade hoje só existe um problema, que é comum em todos os seus distritos e munícipes: a omissão dos órgãos competentes. Maricá não tem um problema na APA em Zacarias, do projeto portuário
em Jaconé, da extração clandestina de areia na Lagoa Brava, do dique fusível ou da
ponte na Barra de Maricá, na marina em Ponta Negra, nos buracos em todas as ruas e
pontes da cidade, nas mortes no hospital (em três meses o índice foi igual ao número de mortos de todo ano 2005), de um hospital como ponto zero de contágio de surto de
meningite, no transporte e iluminação deficiente ou inexistente, entre tantas outras
coisas, Maricá tem só um problema, que é a omissão dos órgãos competentes diante de
fatos e denúncias.
Que fique claro que qualquer empreendimento enquadrado devidamente nas leis, com o licenciamento ambiental, fidedigno, necessário pelo Órgão Competente, de maneira legítima fazendo cumprir o que a legislação determina, é bem vindo a Maricá e aos seus munícipes. Mas para isto precisamos acreditar na lisura, imparcialidade, empenho e transparência do Órgão Licenciador e posterior monitoramento e fiscalização para o cumprimento das exigências legais.
Ana Paula de Carvalho
Brasileira, mãe, mulher, moradora de Maricá
Identidade 07.665.234-6
CREA RJ 94-1-03296-6
Maricá, 19 de maio de 2010
Autor (a): Ana Paula de Carvalho
Engenheira Civil – Saúde Pública CREA RJ 94-1-03296-6
CARTA ABERTA AO COMITÊ DA BAÍA DE GUANABARA
TEMA: DESRESPEITO A LEGISLAÇÃO PELO PODER EXECUTIVO COM A
CONIVÊNCIA DO PODER LEGISLATIVO E ÓRGÃOS COMPETENTES
NOS PEQUENOS MUNICÍPIOS EM OBRAS CONFLITANTES
OBJETO: CIDADE DE MARICÁ, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, BRASIL
PREZADO DONATO VELLOSO, E DEMAIS MEMBROS DO COMITÊ DA
BAÍA DE GUANABARA;
Buscamos este importante Comitê para apresentar problemas que vem acontecendo rotineiramente nesta região para que possa representar nossas angustia já que estamos preocupados com a usurpação e improbidades, em empreendimentos que não somos contra, mas somos contra como vem sendo conduzido. Seja pela falta de transparência do executivo e omissão dos órgãos fiscalizadores.
O documento anexo tem como objetivo evidenciar perante os órgãos competentes a necessidade urgente de se fazer cumprir a legislação na sua integra, tendo em vista evitar a manipulação ainda que por meios legais dos princípios base das leis.
Atento para o fato de que não se podem omitir justamente aqueles para quem a lei é feita assim como para os que fazem ou deveriam fazer a lei ser cumprida, observo que
no decorrer deste estudo e vejo isso com muita decepção e desapontamento, que na sua
maioria, os órgãos responsáveis cientes de sua vital função de criar e fiscalizar são os primeiros a não cumpri-las.
Dentre tantas irregularidades que vem ocorrendo neste município a preocupação hoje não é nem de longe o complexo portuário a ser instalado em Jaconé,Maricá/RJ e sim a omissão e cumplicidade em transgredir as leis dos Órgãos Competentes, fiscalizadores e normativos, quanto ao cumprimento das mesmas nesta região!
Entendemos que esta forma de gestão (3 distritos e 2 bacias) são o fundamento da falta representação e hegemonia municipal, tornando divididos e dessincronizados quanto aos interesses públicos, sendo mais fácil manipulação pelos mesmo, sejam eles legislativos, normativos, executivos e até fiscalizadores. Maricá deve ser trabalhado como uma unidade através de seu complexo lagunar, pois qualquer intervenção e/ou obra demandará conseqüências para todo o sistema.
Para isto necessitamos que a Bacia do Sistema Lagunar de Maricá tenha um organismo, próprio, único e representativo, de bacia para o Gerenciamento de www.civilidade.com.br
Recursos Hídricos, para coordenar obras, projetos e/ou programas em andamento, ou
futuros com a participação de Entidades Governamentais e Não-Governamentais atuando como um único organismo que é este Município. Necessitando assim para o campo gerencial, de um Conselho Gestor para o Sistema Lagunar de Maricá em conjunto a um posto que atue no gerenciamento costeiro, mediante a especulação de projetos no setor naval.
Para quem não é daqui, acredita que tudo está bem e não existem reclamações, denuncias e manifestações. Na verdade, Maricá está à beira de um rompimento estrutural em sua gestão, que apesar dos esforços começa a existir um início de divulgação sobre tudo isto. E através deste Comitê explico mais claramente o porquê desta apreensão toda: Se já existe uma conivência e omissão no cumprimento das leis neste município por quem na verdade deveria defender a todo custo, isto é, ao poder executivo e o fiscalizador, imagine o que virá acontecer com a ocupação da APA de Maricá e com a Construção do Pólo Naval em Jaconé?!
Quero acreditar na competência dos órgãos que criaram toda a legislação ambiental e social, e sei que sempre têm dificuldade de fiscalização e pessoal, problema esse que deve ser sanado junto ao governo com aquisição de mais verbas para este fim,o governo também não está acima da lei, entretanto, não podemos nos ocultar na cobrança de qualquer atitude de correção quando cabível.
Fica claro que qualquer empreendimento enquadrado devidamente nas leis,com o licenciamento ambiental, fidedigno, necessário pelo Órgão Competente, de maneira legítima fazendo cumprir o que a legislação determina, é bem vindo em Maricá e aos seus munícipes. Mas para isto precisamos acreditar na lisura, imparcialidade,empenho e transparência do Órgão Licenciador para o cumprimento das exigências
legais.
E, enquanto formos tratados como fração, e devemos entender que além de Maricá ter que ser respeitada e tratada como um só, nesta cidade hoje só existe um problema, que é comum em todos os seus distritos e munícipes: a omissão dos órgãos competentes. Maricá não tem um problema na APA em Zacarias, do projeto portuário
em Jaconé, da extração clandestina de areia na Lagoa Brava, do dique fusível ou da
ponte na Barra de Maricá, na marina em Ponta Negra, nos buracos em todas as ruas e
pontes da cidade, nas mortes no hospital (em três meses o índice foi igual ao número de mortos de todo ano 2005), de um hospital como ponto zero de contágio de surto de
meningite, no transporte e iluminação deficiente ou inexistente, entre tantas outras
coisas, Maricá tem só um problema, que é a omissão dos órgãos competentes diante de
fatos e denúncias.
Que fique claro que qualquer empreendimento enquadrado devidamente nas leis, com o licenciamento ambiental, fidedigno, necessário pelo Órgão Competente, de maneira legítima fazendo cumprir o que a legislação determina, é bem vindo a Maricá e aos seus munícipes. Mas para isto precisamos acreditar na lisura, imparcialidade, empenho e transparência do Órgão Licenciador e posterior monitoramento e fiscalização para o cumprimento das exigências legais.
Ana Paula de Carvalho
Brasileira, mãe, mulher, moradora de Maricá
Identidade 07.665.234-6
CREA RJ 94-1-03296-6

A TRAGÉDIA DA TRAGÉDIA
Conforme tenho publicado em outros artigos que escrevo, caminhamos invariavelmente para o Comunismo Capitalista, o Brasil não parece seguir no caminho do amadurecimento político e cívico no momento em que permite que todos os políticos sem exceção exerçam seus cargos em causa própria. Seria muito interessante vermos as leis serem feitas, executadas e fiscalizadas para a coletividade e não para favorecimento de uns em detrimento de outros. Gostaria muito de ver uma obra concluída que custasse aquilo que ela vale e não aquilo para o qual a verba foi aprovada e executada com um décimo do seu orçamento.
A verdade é que desta vez o governo do estado e a presidência não podem dizer em momento algum que a culpa é do governo anterior, assim como sabemos que estes primam por suas práticas assistencialistas para a camada da população mais pobre onde ainda que digam aos quatro ventos que fazem um Brasil melhor os serviços prestados até para estas pobres criaturas os serviços são de muito má qualidade, vide saúde publica, educação e outros serviços. Portanto quando vemos estas tragédias sabemos que elas têm um sobrenome que são os partidos em questão assim como seus votantes das camadas mais baixas que trocam seus votos por um churrasquinho no fim de semana.
Há que sermos solidários sem esquecermos quem de verdade são os nossos inimigos declarados, em um país onde se deixa faltar gêneros alimentícios para suprir a necessidade de superávit de exportações e compramos no mercado local os produtos de primeira necessidade pelo dobro do preço que é vendido no exterior não me parece ser um país sério, vide o preço, por exemplo, da carne de primeira que beira os R$ 18,00, pergunto então: Os miseráveis deixaram de ser pobres, mas riem de quê?
É sabido que não é a vegetação que segura os deslizamentos, mas ajuda bastante, afinal por raízes mais profundas que existam nas matas pouco ou nada existe nestes terrenos arenosos onde se segurarem. Evidentemente que o expansionismo urbano é a maior causa das tragédias dos últimos tempos e estão longe de terminarem já que as “águas de março” nem mesmo chegaram, a outra pergunta é o que os responsáveis por nossa segurança e modo de vida estão fazendo para nos salvaguardar, ao mesmo tempo em que podemos perguntar por que não existem planos de emergência adequados para tal? Onde estavam as forças armadas nos primeiros momentos que foram fundamentais para o salvamento de vidas? Esperando o governador voltar de suas férias em Paris e a Srª Presidente sobrevoarem de helicóptero o local para darem seu aval? Algum deles foi ao Haiti para mandar nossas tropas de campanha para lá?
Pior do que tudo isso é saber que se a Srª Dilma fizer um governo igual ao anterior deverá ficar mais quatro anos e logo após virá novamente o Luiz Inácio com a sua “tremenda” popularidade de 80 e tal %, de outra forma e na suposição de que faça uma primeira gestão ruim, assim mesmo virá o Luiz Inácio da mesma forma por mais oito anos. O que nós Brasileiros descontentes e inconformados precisamos é fazer oposição efetiva a este governo, declaradamente dizermos que não queremos suas políticas assistencialistas e outros que só denigrem nossa imagem internacionalmente. (É necessária uma tragédia nacional para que fique mais evidente a falta de compromisso com a vida, mas sim ter sobreviventes com assistencialismo).
Mas advirto que para que isso aconteça é preciso antes que todos nós tenhamos em mente que não podemos fazer negócios escusos, levar a mínima vantagem que seja em detrimento de outrem, que devemos acima de tudo e de todos fiscalizar nossos semelhantes em suas atitudes e denunciá-los sempre que possível, sem medo de sermos vistos como Alienígenas ou marginais só porque queremos ter e fazer as coisas da forma correta. Enquanto não tivermos essa postura e mudarmos primeiro em nós nossas atitudes, para com isso mostrar também que não aceitamos a corrupção no seu seio de origem que é o poder político, não teremos como mostrar para as gerações que aí estão que existe uma luz no fim do túnel que não seja o trem vindo em nossa direção.
Ana Paula de Carvalho, Oposição declarada (sem medo de perseguição política)
Conforme tenho publicado em outros artigos que escrevo, caminhamos invariavelmente para o Comunismo Capitalista, o Brasil não parece seguir no caminho do amadurecimento político e cívico no momento em que permite que todos os políticos sem exceção exerçam seus cargos em causa própria. Seria muito interessante vermos as leis serem feitas, executadas e fiscalizadas para a coletividade e não para favorecimento de uns em detrimento de outros. Gostaria muito de ver uma obra concluída que custasse aquilo que ela vale e não aquilo para o qual a verba foi aprovada e executada com um décimo do seu orçamento.
A verdade é que desta vez o governo do estado e a presidência não podem dizer em momento algum que a culpa é do governo anterior, assim como sabemos que estes primam por suas práticas assistencialistas para a camada da população mais pobre onde ainda que digam aos quatro ventos que fazem um Brasil melhor os serviços prestados até para estas pobres criaturas os serviços são de muito má qualidade, vide saúde publica, educação e outros serviços. Portanto quando vemos estas tragédias sabemos que elas têm um sobrenome que são os partidos em questão assim como seus votantes das camadas mais baixas que trocam seus votos por um churrasquinho no fim de semana.
Há que sermos solidários sem esquecermos quem de verdade são os nossos inimigos declarados, em um país onde se deixa faltar gêneros alimentícios para suprir a necessidade de superávit de exportações e compramos no mercado local os produtos de primeira necessidade pelo dobro do preço que é vendido no exterior não me parece ser um país sério, vide o preço, por exemplo, da carne de primeira que beira os R$ 18,00, pergunto então: Os miseráveis deixaram de ser pobres, mas riem de quê?
É sabido que não é a vegetação que segura os deslizamentos, mas ajuda bastante, afinal por raízes mais profundas que existam nas matas pouco ou nada existe nestes terrenos arenosos onde se segurarem. Evidentemente que o expansionismo urbano é a maior causa das tragédias dos últimos tempos e estão longe de terminarem já que as “águas de março” nem mesmo chegaram, a outra pergunta é o que os responsáveis por nossa segurança e modo de vida estão fazendo para nos salvaguardar, ao mesmo tempo em que podemos perguntar por que não existem planos de emergência adequados para tal? Onde estavam as forças armadas nos primeiros momentos que foram fundamentais para o salvamento de vidas? Esperando o governador voltar de suas férias em Paris e a Srª Presidente sobrevoarem de helicóptero o local para darem seu aval? Algum deles foi ao Haiti para mandar nossas tropas de campanha para lá?
Pior do que tudo isso é saber que se a Srª Dilma fizer um governo igual ao anterior deverá ficar mais quatro anos e logo após virá novamente o Luiz Inácio com a sua “tremenda” popularidade de 80 e tal %, de outra forma e na suposição de que faça uma primeira gestão ruim, assim mesmo virá o Luiz Inácio da mesma forma por mais oito anos. O que nós Brasileiros descontentes e inconformados precisamos é fazer oposição efetiva a este governo, declaradamente dizermos que não queremos suas políticas assistencialistas e outros que só denigrem nossa imagem internacionalmente. (É necessária uma tragédia nacional para que fique mais evidente a falta de compromisso com a vida, mas sim ter sobreviventes com assistencialismo).
Mas advirto que para que isso aconteça é preciso antes que todos nós tenhamos em mente que não podemos fazer negócios escusos, levar a mínima vantagem que seja em detrimento de outrem, que devemos acima de tudo e de todos fiscalizar nossos semelhantes em suas atitudes e denunciá-los sempre que possível, sem medo de sermos vistos como Alienígenas ou marginais só porque queremos ter e fazer as coisas da forma correta. Enquanto não tivermos essa postura e mudarmos primeiro em nós nossas atitudes, para com isso mostrar também que não aceitamos a corrupção no seu seio de origem que é o poder político, não teremos como mostrar para as gerações que aí estão que existe uma luz no fim do túnel que não seja o trem vindo em nossa direção.
Ana Paula de Carvalho, Oposição declarada (sem medo de perseguição política)
MINHA MARICÁ, MINHA VIDA III
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